Nova manifestação em defesa da Educação ocorre hoje

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A manifestação passada foi uma das maiores realizadas em Aracaju
A manifestação passada foi uma das maiores realizadas em Aracaju

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Publicada em 29/05/2019 às 23:02:00

 

Milton Alves Júnior
Na luta contra o corte de 
7,3 bilhões na educação 
pública nacional, estudantes, professores e demais classes trabalhadoras voltam a ocupar as ruas e avenidas de Aracaju para reforçar os protestos direcionados em especial ao ministro da educação, Abraham Weintraub, e ao presidente da República, Jair Bolsonaro. A coordenação do ato unificado fica por conta da União Nacional dos Estudantes (UNE), e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Mesmo grupo que no último dia 15 orquestrou o primeiro grande ato contra Bolsonaro e conduziu mais de duas milhões de pessoas em manifestações realizadas em todos os 26 estados, mais o Distrito Federal.
Em Sergipe o protesto recebe o apoio integral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da UFS (Sintufs), da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (Adufs), e de professores e estudantes do Instituto Federal de Sergipe (IFS). Ligados à CUT, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), e o Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (Sindipema), reforçam o convite para as classes trabalhadoras, estudantes e população em geral. A caminhada está marcada para começar às 15h com concentração a partir das 14h na Praça General Valadão, bairro Centro de Aracaju.
Ressaltando a importância da democracia no país, a professora Ângela Guimarães disse que os manifestantes contra os cortes não retornam às ruas para 'medir forças' com os eleitores de Jair Bolsonaro. "Diferente do que ocorreu no último domingo, nós não estamos mais uma vez unidos para realizar um duelo de luta de braços. Estamos lutando pelo fim dessa ideia insana de corte na educação. É impossível acreditar em progresso de uma nação ao mesmo tempo em que o Governo Federal corta mais de sete bilhões. É democrático! Eles (populares defensores do presidente) defendem Jair cidadão político, e nós, visivelmente imensa maioria, defendemos a educação pública", disse.
Inclusão de pautas - Diferentemente do ato realizado no dia 15, hoje os manifestantes incluem ainda criticas a proposta de reforma da previdência, bem como iniciam as convocações para a Greve Geral dos trabalhadores, prevista para ser realizada em todo o país no próximo dia 14 de maio. A perspectiva é que toda a classe trabalhadora, em nova parceria com os estudantes, cruze os braços e suspendam as atividades operacionais contra os sucessivos blocos de mudanças administrativas criadas pelo Palácio do Planalto, e encaminhados para apreciação no Congresso Nacional. Desta vez, além de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes (ministro da economia), e Abraham Weintraub, os parlamentares sergipanos do grupo de apoio ao Governo Federal, também estarão no alvo das críticas.
"Não devemos permitir que um governo autoritário como este simplesmente decida as ações sem nenhuma articulação ou diálogo com a população e encaminhe ao congresso pautas que não vão de acordo com o interesse do seu povo. Por este motivo, estaremos novamente nas ruas para protestar contra essa metodologia administrativa e pressionar os nossos deputados federais e senadores a não seguir de acordo com as ideias, medidas e interesses desse governo", declarou ao JORNAL DO DIA a líder estudantil Lizandra Melo. Ainda sobre a mobilização de hoje ela disse: "não estaremos Unidos para protestar contra o cidadão presidente. Já descemos do palanque eleitoral, mesmo percebendo que Bolsonaro e seus seguidores ainda não. As críticas são contra a gestão administrativa. O cenário mudará quando houver respeito e participação popular."

Milton Alves Júnior

Na luta contra o corte de  7,3 bilhões na educação  pública nacional, estudantes, professores e demais classes trabalhadoras voltam a ocupar as ruas e avenidas de Aracaju para reforçar os protestos direcionados em especial ao ministro da educação, Abraham Weintraub, e ao presidente da República, Jair Bolsonaro. A coordenação do ato unificado fica por conta da União Nacional dos Estudantes (UNE), e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Mesmo grupo que no último dia 15 orquestrou o primeiro grande ato contra Bolsonaro e conduziu mais de duas milhões de pessoas em manifestações realizadas em todos os 26 estados, mais o Distrito Federal.
Em Sergipe o protesto recebe o apoio integral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da UFS (Sintufs), da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (Adufs), e de professores e estudantes do Instituto Federal de Sergipe (IFS). Ligados à CUT, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), e o Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (Sindipema), reforçam o convite para as classes trabalhadoras, estudantes e população em geral. A caminhada está marcada para começar às 15h com concentração a partir das 14h na Praça General Valadão, bairro Centro de Aracaju.
Ressaltando a importância da democracia no país, a professora Ângela Guimarães disse que os manifestantes contra os cortes não retornam às ruas para 'medir forças' com os eleitores de Jair Bolsonaro. "Diferente do que ocorreu no último domingo, nós não estamos mais uma vez unidos para realizar um duelo de luta de braços. Estamos lutando pelo fim dessa ideia insana de corte na educação. É impossível acreditar em progresso de uma nação ao mesmo tempo em que o Governo Federal corta mais de sete bilhões. É democrático! Eles (populares defensores do presidente) defendem Jair cidadão político, e nós, visivelmente imensa maioria, defendemos a educação pública", disse.

Inclusão de pautas - Diferentemente do ato realizado no dia 15, hoje os manifestantes incluem ainda criticas a proposta de reforma da previdência, bem como iniciam as convocações para a Greve Geral dos trabalhadores, prevista para ser realizada em todo o país no próximo dia 14 de maio. A perspectiva é que toda a classe trabalhadora, em nova parceria com os estudantes, cruze os braços e suspendam as atividades operacionais contra os sucessivos blocos de mudanças administrativas criadas pelo Palácio do Planalto, e encaminhados para apreciação no Congresso Nacional. Desta vez, além de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes (ministro da economia), e Abraham Weintraub, os parlamentares sergipanos do grupo de apoio ao Governo Federal, também estarão no alvo das críticas.
"Não devemos permitir que um governo autoritário como este simplesmente decida as ações sem nenhuma articulação ou diálogo com a população e encaminhe ao congresso pautas que não vão de acordo com o interesse do seu povo. Por este motivo, estaremos novamente nas ruas para protestar contra essa metodologia administrativa e pressionar os nossos deputados federais e senadores a não seguir de acordo com as ideias, medidas e interesses desse governo", declarou ao JORNAL DO DIA a líder estudantil Lizandra Melo. Ainda sobre a mobilização de hoje ela disse: "não estaremos Unidos para protestar contra o cidadão presidente. Já descemos do palanque eleitoral, mesmo percebendo que Bolsonaro e seus seguidores ainda não. As críticas são contra a gestão administrativa. O cenário mudará quando houver respeito e participação popular."