Jornalista é encontrada morta em apartamento em Aracaju

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Publicada em 29/05/2019 às 22:57:00

 

A jornalista Yara Maria dos Santos, 38 anos, também conhecida como Yara Marley, foi encontrada morta ontem de manhã em seu apartamento, no condomínio Parque Diamante, no bairro Luzia (zona oeste de Aracaju). O corpo foi achado pelo secretário de comunicação da Prefeitura da Barra dos Coqueiros, Elton Rickarty, que esteve no local para entregar alguns medicamentos. Segundo o relato, ela não mantinha contato com os colegas desde a última segunda-feira e nem era localizada pelo telefone. 
O secretário informou que Yara morava sozinha com a filha, uma menina de pouco mais de dois anos, e que apenas a criança estava no apartamento, ao lado do corpo da mãe, que já estava em estado de decomposição. Os vizinhos só perceberam o fato por causa do mau cheiro que vinha do apartamento. A suspeita das autoridades é de que a jornalista tenha sofrido uma crise epiléptica e se asfixiado. Ela fazia um tratamento contra a doença e era acompanhada pela Prefeitura da Barra, onde trabalhava como assessora de imprensa desde 2013.
Yara era formada em Jornalismo pela Universidade Tiradentes e também já trabalhou como repórter no jornal Correio de Sergipe e na Rádio Liberdade AM. A filha foi entregue aos cuidados da avó materna. O corpo foi examinado pelo Instituto Médico-Legal (IML) e liberado para o enterro, que aconteceu ao fim da tarde no Cemitério da Cruz Vermelha, no bairro Getúlio Vargas. A Prefeitura da Barra dos Coqueiros e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Sergipe (Sindijor) lamentaram a morte da jornalista. 

A jornalista Yara Maria dos Santos, 38 anos, também conhecida como Yara Marley, foi encontrada morta ontem de manhã em seu apartamento, no condomínio Parque Diamante, no bairro Luzia (zona oeste de Aracaju). O corpo foi achado pelo secretário de comunicação da Prefeitura da Barra dos Coqueiros, Elton Rickarty, que esteve no local para entregar alguns medicamentos. Segundo o relato, ela não mantinha contato com os colegas desde a última segunda-feira e nem era localizada pelo telefone. 
O secretário informou que Yara morava sozinha com a filha, uma menina de pouco mais de dois anos, e que apenas a criança estava no apartamento, ao lado do corpo da mãe, que já estava em estado de decomposição. Os vizinhos só perceberam o fato por causa do mau cheiro que vinha do apartamento. A suspeita das autoridades é de que a jornalista tenha sofrido uma crise epiléptica e se asfixiado. Ela fazia um tratamento contra a doença e era acompanhada pela Prefeitura da Barra, onde trabalhava como assessora de imprensa desde 2013.
Yara era formada em Jornalismo pela Universidade Tiradentes e também já trabalhou como repórter no jornal Correio de Sergipe e na Rádio Liberdade AM. A filha foi entregue aos cuidados da avó materna. O corpo foi examinado pelo Instituto Médico-Legal (IML) e liberado para o enterro, que aconteceu ao fim da tarde no Cemitério da Cruz Vermelha, no bairro Getúlio Vargas. A Prefeitura da Barra dos Coqueiros e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Sergipe (Sindijor) lamentaram a morte da jornalista.