Apoio a Bolsonaro

Rita Oliveira


  • Sem comentários! Só Jesus na causa!

 

Simpatizantes do presidente Jair Bol
sonaro (PSL) foram às ruas no do
mingo manifestar apoio a reforma da previdência e ao pacote anticrime do ministro Sergio Moro nas capitais, no Distrito Federal e várias cidades do país.
Segundo levantamento do portal G1, as manifestações ocorreram em ao menos 156 cidades das 350 localidades que estavam convocadas. Os atos foram pacíficos, com os manifestantes vestindo verde e amarelo e portando bandeiras do Brasil e faixas e cartazes em apoio a Bolsonaro.
Nas imagens vistas pelo país o que se viu foi um público menor que a manifestação do último dia 15 de maio em protesto ao corte de 30% no orçamento da educação pública.   No levantamento do G1, nesse dia, foram realizados atos em 222 cidades dos 26 estados do país, além do Distrito Federal.
Os principais alvos dos manifestantes nesse domingo foram o bloco parlamentar do Congresso Nacional, o chamado Centrão (grupo informal com cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PRB, MDB e Solidariedade) a quem acusam de "achacar" o Planalto, e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Faz parte da democracia as pessoas ir às ruas defender suas bandeiras de luta. A lamentar, apenas, que no ato de apoio ao governo Bolsonaro ainda teve bolsonaristas defendendo o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo. A ignorância é tanta que não sabem que isso é inconstitucional e representa a volta da ditadura militar, que manchou e envergonhou o Brasil por 21 anos.
O fato dos atos a favor do governo Bolsonaro ter atraído um público menor do que o esperado - mesmo com toda a campanha maciça sendo feita pelas redes sociais, através do hashtag #DomingoPeloBrasil - e da não participação de apoiadores expressivos como MBL e Vem pra a Rua, é uma demonstração de que o presidente está perdendo simpatizantes nesses cinco primeiros meses de g overno.
Talvez isso venha ocorrendo pelas trapalhadas, pelos recuos de ações governamentais, pelo próprio presidente só falar asneiras pelo twitter e pela ingerência grande no governo dos seus três filhos e do seu guru Olavo de Carvalho. 
  Vale ressaltar que a exaltação do presidente Bolsonaro às manifestações de rua do domingo deve elevar a crise com o Congresso Nacional, onde o governo mantém dificuldade para consolidar uma base e de quem depende para avançar pautas contra a reforma da previdência e o pacote anticrime. 

Simpatizantes do presidente Jair Bol sonaro (PSL) foram às ruas no do mingo manifestar apoio a reforma da previdência e ao pacote anticrime do ministro Sergio Moro nas capitais, no Distrito Federal e várias cidades do país.
Segundo levantamento do portal G1, as manifestações ocorreram em ao menos 156 cidades das 350 localidades que estavam convocadas. Os atos foram pacíficos, com os manifestantes vestindo verde e amarelo e portando bandeiras do Brasil e faixas e cartazes em apoio a Bolsonaro.
Nas imagens vistas pelo país o que se viu foi um público menor que a manifestação do último dia 15 de maio em protesto ao corte de 30% no orçamento da educação pública.   No levantamento do G1, nesse dia, foram realizados atos em 222 cidades dos 26 estados do país, além do Distrito Federal.
Os principais alvos dos manifestantes nesse domingo foram o bloco parlamentar do Congresso Nacional, o chamado Centrão (grupo informal com cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PRB, MDB e Solidariedade) a quem acusam de "achacar" o Planalto, e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Faz parte da democracia as pessoas ir às ruas defender suas bandeiras de luta. A lamentar, apenas, que no ato de apoio ao governo Bolsonaro ainda teve bolsonaristas defendendo o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo. A ignorância é tanta que não sabem que isso é inconstitucional e representa a volta da ditadura militar, que manchou e envergonhou o Brasil por 21 anos.
O fato dos atos a favor do governo Bolsonaro ter atraído um público menor do que o esperado - mesmo com toda a campanha maciça sendo feita pelas redes sociais, através do hashtag #DomingoPeloBrasil - e da não participação de apoiadores expressivos como MBL e Vem pra a Rua, é uma demonstração de que o presidente está perdendo simpatizantes nesses cinco primeiros meses de g overno.
Talvez isso venha ocorrendo pelas trapalhadas, pelos recuos de ações governamentais, pelo próprio presidente só falar asneiras pelo twitter e pela ingerência grande no governo dos seus três filhos e do seu guru Olavo de Carvalho. 
  Vale ressaltar que a exaltação do presidente Bolsonaro às manifestações de rua do domingo deve elevar a crise com o Congresso Nacional, onde o governo mantém dificuldade para consolidar uma base e de quem depende para avançar pautas contra a reforma da previdência e o pacote anticrime. 

De volta às ruas 1

Na próxima quinta-feira haverá uma nova mobilização nacional contra o corte no orçamento de 30% da educação e a reforma da previdência. As entidades que compõem o Fórum Nacional Popular da Educação (FNPE) vão apoiar e participar das mobilizações em defesa da educação, convocadas pelos estudantes.

De volta às ruas 2

Para dirigentes da FNPE a mobilização será fundamental porque "vai ser um segundo 'esquenta' para a greve geral do dia 14 de junho, contra a reforma da Previdência, pela educação e por mais empregos, assim como foi o Dia Nacional de Greve da Educação, o dia 15 de maio".

De volta às ruas 3

Há uma expectativa que no protesto dessa quinta-feira seja registrado um público ainda maior que o do último dia 15. A motivação seria as declarações do presidente Bolsonaro se referindo aos manifestantes como "idiotas úteis", "imbecis" e "massa de manobra". 

Queda de braço

Após manifestações pró-Bolsonaro no domingo, pela defesa da reforma da previdência e do projeto anticrime do ministro Sérgio Moro, poderemos ver uma disputa entre a Câmara e o Senado a partir desta terça-feira sobre o destino do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). É que os deputados aprovaram a volta do Coaf para o Ministério da Economia e o Senado demonstra o desejo que fique com Moro depois da mobilização. A avaliação de um grupo de senadores é de que o Coaf, sob a responsabilidade de Moro, é um anseio dos brasileiros.

Projeto original

O texto original da medida provisória (MP) proposta pelo governo transferia o Coaf do Ministério da Economia para a pasta da Justiça, comandada por Sergio Moro, mas os deputados decidiram que o órgão deve mesmo voltar para o controle do ministro Paulo Guedes, da Economia. Em meio à polêmica instalada sobre o tema, o governo teme que a MP não seja votada até 3 de junho e perca a validade.  

A favor de Moro

Os senadores de Sergipe Alessandro Vieira (Cidadania) e Maria do Carmo Alves (DEM) já se manifestaram favorável ao Coaf ficar com Sergio Moro.  "Nossas posições são claras: É preciso ouvir a voz das ruas. O combate à corrupção é inegociável. Vamos defender o Coaf na Justiça. Precisamos ouvir o povo e resgatar a boa política".

Só para lembrar

A Câmara dos Deputados aprovou a retirada do Coaf do Ministério da Justiça por 228 x 210 na quarta-feira da semana passada. Da bancada federal de Sergipe votaram "não" para tirar o Coaf do ministro Sérgio Moro os deputados: Fábio Reis (MDB), Bosco Costa (PL), Laércio Oliveira (PP), João Daniel (PT) e Gustinho Ribeiro (SD). Votaram "sim" para manter o Coaf com o ministro Sérgio Moro: Fábio Henrique (PDT) e Fábio Mitidieri (PSD).

PPSs

O governador Belivaldo Chagas (PSD) participa hoje, em São Paulo, do Fórum PPPs (Parcerias Públicas Privadas) e Concessões - A Nova Infraestrutura Brasileira na Mesa de Negociação. O evento ocorrerá às 8h45, no Amcham Brasil, na Chácara Santo Antônio.

No Palácio

Ontem, antes de embarcar para São Paulo, Belivaldo despachou normalmente.  Recebeu o prefeito Marcos Santana (MDB-São Cristovão), que pediu investimentos para infraestrutura urbana e turística no município. Na ocasião, foram apresentados projetos de obras estruturantes para o município, a exemplo da recuperação da rodovia João Bebe Água, e a ampliação dos serviços do Hospital Nosso Senhor dos Passos.

Nas redes sociais

O vereador de Aracaju, Elber Batalha (PSB), lançou ontem nas redes sociais um vídeo denominado "As mentiras que Edvaldo Conta". O vídeo, em que aparece o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) com nariz de Pinóquio, diz que esclarece a verdade, Foca que o prefeito não paga o piso nacional dos professores, desatualizado desde 2017, e que é o único gestor que nunca pagou o piso. 

Trabalhando 2022

O presidente de honra do PRB, ex-deputado federal Heleno Silva, da indícios que o seu foco é tentar voltar a Câmara Federal nas eleições 2022. Ontem mesmo começou o dia participando de uma partida de Futsal junto com os adolescentes do bairro Mutirão, em Nossa Senhora da Glória.

Cidadania 

A bacharel e pós graduanda em Direito, Suely Barreto, vai comandar o Diretório Municipal do partido Cidadania em Estância.  "O momento é de fortalecer a legenda e atrair novos filiados", afirmou, enfatizando que a legenda construirá uma chapa forte e participativa para 2020.

No interior

O deputado federal Fábio Reis (MDB) iniciou ontem a semana entregando à Prefeitura de São Cristovão duas ambulâncias para remoção e deslocamento de pacientes acamados e/ou internados, conseguidas com recursos destinados de emendas parlamentar de sua autoria. Estava acompanhado do prefeito Marcos Santana.

Prorrogação de mandato 

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 49/19 prorroga por dois anos os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores eleitos em 2016, adiando o término para 2023, mesmo ano em que se conclui os mandatos dos governadores, deputados federais e estaduais eleitos em 2018. O objetivo da PEC, de autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), é unificar as eleições no País.

Veja essa ...

Do presidente do Instituto de Pesquisa Vox Populi, o sociólogo Marcos Coimbra, ontem, sobre a manifestação pró-Bolsonaro na TV 247: "Os mais ricos já entenderam que Bolsonaro não resolve a questão econômica do País e que tal sentimento chegará na base da sociedade. Até o fim desse semestre, o que existe de bolsonarismo vai diminuir a cada dia". 

...e essa...

Prosseguiu o analista Coimbra: "Para a manifestação ter consequência significativa, ela teria que ser muitas vezes maior do que foi". "Do jeito que aconteceu, não mudou em nada".  "Participaram do ato, como bem lembrou o jornalista Juca Kfouri, 'gente gorda e branca', pessoas que gostam de teses fascistas, que não aceitam divergências. Essas pessoas foram às ruas aplaudir o presidente e não para defender as reformas propostas pelo governo, como foi divulgado pela mídia". 

Curtas

O senador Alessandro Vieira (Cidadania) se solidarizou ontem com a morte trágica de Gabriel Diniz. "É com grande pesar que recebemos a confirmação do falecimento do cantor Gabriel Diniz e mais dois passageiros, em acidente de avião na região sul de Sergipe. Me solidarizo neste momento de dor e desejo muita força para as famílias, a produção da banda e todos os envolvidos".

O deputado federal Fábio Mitidieri (PSD) também se solidarizou. "Triste a notícia da morte do cantor Gabriel Diniz. Era um artista querido e fará muita falta a amigos, familiares e fãs. Que Deus conforte a todos e o receba, junto com os tripulantes do voo", postou no twetter.

Gabriel, que ficou conhecido nacionalmente pelo hit "Jenifer", tinha show confirmado nos Festejos Juninos de Areia Branca do próximo sábado, 1º. Na programação desse dia: Leandro Tavares, Lourinho do Acordeon, Bell Marques, Alma Gemea e Mariana Fagundes. 

O cantor integrou a banda Cavaleiros do Forró. Por conta disso, já se fala em uma "maldição" da banda, com quatro ex-integrantes tendo morrido em situação trágica, dos quais três em Sergipe.  

Além de Gabriel Diniz, morreram no estado a ex-vocalista da Eliza Clívia e o marido ex-baterista da banda Sérgio Ramos. Os dois morreram em um acidente automobilístico no cruzamento das ruas Arauá com Maruim, em Aracaju, após colisão com um ônibus, ocorrido em junho de 2017.

 


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