"Reforma da Previdência não é o projeto de economia do povo brasileiro", avalia Joao Daniel

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Publicada em 23/05/2019 às 23:13:00

 

O deputado federal João Daniel (PT/SE) afirmou que a cada dia que passa o governo Bolsonaro mostra que não tem nenhum projeto para o povo brasileiro. Em discurso na sessão da Câmara desta quinta-feira, dia 23, ele ressaltou que o único projeto do homem forte dessa gestão, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o fim da Previdência do povo brasileiro.
Na avaliação do parlamentar, ao contrário disso, tanto o governo quanto o ministro precisam dizer o quanto o Brasil é um país rico, grande, um país que já mostrou, nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que é possível oferecer educação, saúde, moradia e emprego aos brasileiros. "Este não é o projeto de economia do povo brasileiro. Este é o projeto de economia dos bancos e das corporações", disse, referindo-se ao Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, em tramitação na Câmara, que trata da reforma da Previdência.
MP 868 - Em seu discurso, o deputado João Daniel também se posicionou contrário à Medida Provisória 868, que altera o marco legal do saneamento básico em favor da privatização no país. O parlamentar destacou a atuação que tem ocorrido em todo país, graças à mobilização da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), juntamente com os sindicatos - em Sergipe de maneira muito forte através do Sindisan -, com apoio dos governadores progressistas que assinaram a carta se manifestando contrários à aprovação dessa MP.
O prazo para a votação da MP 868 se encerra em 3 de junho, data em que ela perde sua eficácia. Antes de ela ser votada é preciso que o plenário encerre a votação das MPS 870 e 871, que são as prioridades desse governo. Mas, no início desta quinta-feira, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM/RJ), informou que na próxima semana a Câmara enfrentará a MP 868. "Nós votaremos contrários porque não concordamos com a privatização do saneamento e da água", afirmou João Daniel, ao lembrar dos reflexos gerados por uma possível aprovação, como o aumento da tarifa e a prestação do serviço em áreas de interesse comercial das empresas privadas.

O deputado federal João Daniel (PT/SE) afirmou que a cada dia que passa o governo Bolsonaro mostra que não tem nenhum projeto para o povo brasileiro. Em discurso na sessão da Câmara desta quinta-feira, dia 23, ele ressaltou que o único projeto do homem forte dessa gestão, o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o fim da Previdência do povo brasileiro.
Na avaliação do parlamentar, ao contrário disso, tanto o governo quanto o ministro precisam dizer o quanto o Brasil é um país rico, grande, um país que já mostrou, nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que é possível oferecer educação, saúde, moradia e emprego aos brasileiros. "Este não é o projeto de economia do povo brasileiro. Este é o projeto de economia dos bancos e das corporações", disse, referindo-se ao Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, em tramitação na Câmara, que trata da reforma da Previdência.

MP 868 - Em seu discurso, o deputado João Daniel também se posicionou contrário à Medida Provisória 868, que altera o marco legal do saneamento básico em favor da privatização no país. O parlamentar destacou a atuação que tem ocorrido em todo país, graças à mobilização da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), juntamente com os sindicatos - em Sergipe de maneira muito forte através do Sindisan -, com apoio dos governadores progressistas que assinaram a carta se manifestando contrários à aprovação dessa MP.
O prazo para a votação da MP 868 se encerra em 3 de junho, data em que ela perde sua eficácia. Antes de ela ser votada é preciso que o plenário encerre a votação das MPS 870 e 871, que são as prioridades desse governo. Mas, no início desta quinta-feira, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM/RJ), informou que na próxima semana a Câmara enfrentará a MP 868. "Nós votaremos contrários porque não concordamos com a privatização do saneamento e da água", afirmou João Daniel, ao lembrar dos reflexos gerados por uma possível aprovação, como o aumento da tarifa e a prestação do serviço em áreas de interesse comercial das empresas privadas.