Infiltração em reservatório de água provocou infecção em escola

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Publicada em 22/05/2019 às 10:02:00

 

Milton Alves Júnior
O laudo final apresenta
do na manhã de on
tem pela perícia técnica da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostra que uma infiltração externa no reservatório subterrâneo do Centro de Excelência Professora Maria Ivanda de Carvalho Nascimento, no bairro 18 do Forte, zona Norte de Aracaju, foi o principal motivo para a infecção intestinal sofrido por 18 pessoas, sendo 16 estudantes e dois trabalhadores da unidade educacional. Ao contrário do que se havia suspeitado, as análises colhidas no dia 09 deste mês - data da ocorrência, mostram que os alimentos consumidos pelos alunos não apresentavam alterações suficientes para gerar dano à saúde dos pacientes.
Apesar do resultado, por meio de comunicado oficial a Secretaria de Estado da Educação informou que novas medidas já foram adotadas para garantir a segurança sanitária dos alunos e servidores, a exemplo da suspensão do consumo da água na unidade tanto para ingestão como no manuseio de alimentos. Desde então, a Seed tem disponibilizado água mineral na unidade de ensino até que novas análises comprovem que a água está indicada para o consumo. Os órgãos de vigilância de Saúde continuarão a monitorar semanalmente a qualidade da água até que se descarte qualquer possível risco à saúde dos estudantes e funcionários.
Paralelo ao acompanhamento de técnicos e gestores das secretarias de estado da Saúde e Educação, o laudo estudado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Sergipe (Lacen), recebeu o monitoramento de fiscais da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). A união das pastas possui como proposta central minimizar os riscos de reincidência dos fatos. Esse, inclusive, é um desejo coletivo dos pais. Edna dos Santos, mãe de alunos, conversou com o JORNAL DO DIA e enalteceu o desejo de todos os pais em não mais se deparar com esse tipo de ocorrência. No dia da contaminação Edna já havia relatado ao JD os pedidos de qualificação do sistema.
"Será que é demais pedir que pelo menos a água e a comida sejam entregues sem prejudicar a saúde dessas crianças e adolescentes? Ficamos satisfeitos em perceber que a resposta para o problema chegou antes mesmo de 15 dias. A nossa esperança agora é que nunca mais chegue um comunicado em nossa casa ou trabalho informando que nossos filhos foram internados com urgência por estarem passando mal. Cobramos e rezamos para que esse susto a gente nunca mais volte a sofrer", declarou. Para atender a ocorrência equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram encaminhadas para a unidade escolar. Os pacientes foram transferidos para postos de saúde, onde foram consultados.
Na busca por coerência multipolarizada dos resultados, o Governo do Estado de Sergipe informou que análises também foram realizadas a partir de amostragens colhidas em imóveis nos arredores da unidade escolar e comprovam que a água fornecida àquela comunidade está dentro dos parâmetros da legislação sanitária.

Milton Alves Júnior

O laudo final apresenta do na manhã de on tem pela perícia técnica da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostra que uma infiltração externa no reservatório subterrâneo do Centro de Excelência Professora Maria Ivanda de Carvalho Nascimento, no bairro 18 do Forte, zona Norte de Aracaju, foi o principal motivo para a infecção intestinal sofrido por 18 pessoas, sendo 16 estudantes e dois trabalhadores da unidade educacional. Ao contrário do que se havia suspeitado, as análises colhidas no dia 09 deste mês - data da ocorrência, mostram que os alimentos consumidos pelos alunos não apresentavam alterações suficientes para gerar dano à saúde dos pacientes.
Apesar do resultado, por meio de comunicado oficial a Secretaria de Estado da Educação informou que novas medidas já foram adotadas para garantir a segurança sanitária dos alunos e servidores, a exemplo da suspensão do consumo da água na unidade tanto para ingestão como no manuseio de alimentos. Desde então, a Seed tem disponibilizado água mineral na unidade de ensino até que novas análises comprovem que a água está indicada para o consumo. Os órgãos de vigilância de Saúde continuarão a monitorar semanalmente a qualidade da água até que se descarte qualquer possível risco à saúde dos estudantes e funcionários.
Paralelo ao acompanhamento de técnicos e gestores das secretarias de estado da Saúde e Educação, o laudo estudado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Sergipe (Lacen), recebeu o monitoramento de fiscais da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). A união das pastas possui como proposta central minimizar os riscos de reincidência dos fatos. Esse, inclusive, é um desejo coletivo dos pais. Edna dos Santos, mãe de alunos, conversou com o JORNAL DO DIA e enalteceu o desejo de todos os pais em não mais se deparar com esse tipo de ocorrência. No dia da contaminação Edna já havia relatado ao JD os pedidos de qualificação do sistema.
"Será que é demais pedir que pelo menos a água e a comida sejam entregues sem prejudicar a saúde dessas crianças e adolescentes? Ficamos satisfeitos em perceber que a resposta para o problema chegou antes mesmo de 15 dias. A nossa esperança agora é que nunca mais chegue um comunicado em nossa casa ou trabalho informando que nossos filhos foram internados com urgência por estarem passando mal. Cobramos e rezamos para que esse susto a gente nunca mais volte a sofrer", declarou. Para atender a ocorrência equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram encaminhadas para a unidade escolar. Os pacientes foram transferidos para postos de saúde, onde foram consultados.
Na busca por coerência multipolarizada dos resultados, o Governo do Estado de Sergipe informou que análises também foram realizadas a partir de amostragens colhidas em imóveis nos arredores da unidade escolar e comprovam que a água fornecida àquela comunidade está dentro dos parâmetros da legislação sanitária.