Contra as armas

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Publicada em 22/05/2019 às 09:25:00

 

Os governadores brasileiros, 
sobre os ombros de quem 
pesa a responsabilidade de fazer frente à violência, estão unindo forças para se opor ao decreto "liberou geral" de Bolsonaro, com o potencial de armar a população até os dentes. Ao contrário do presidente, eles não acreditam no proveito de transformar o território nacional em cenário de faroeste.
Não se trata de uma iniciativa de cunho pessoal, ou motivada por conveniência partidária. Quatorze governadores em exercício nos quatro cantos do Brasil, filiados a agremiações políticas de diversas correntes e orientações ideológicas, pedem aos "poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país".
Para estes governadores, o sergipano Belivaldo Chagas incluído, o governo federal deve se preocupar em desenvolver ações que melhorem o rastreamento de armas e munições, além de intensificar os meio de controle e fiscalização "para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime".
Os quatorze governadores estão cobertos de razão, motivo para preocupação não falta. Em um país como o Brasil, com o maior número absoluto de mortos por arma de fogo do planeta, a última coisa que a população precisa é que uns e outros sejam incentivados a andar por aí armados, como se autorizados a fazer justiça com as próprias mãos.

Os governadores brasileiros,  sobre os ombros de quem  pesa a responsabilidade de fazer frente à violência, estão unindo forças para se opor ao decreto "liberou geral" de Bolsonaro, com o potencial de armar a população até os dentes. Ao contrário do presidente, eles não acreditam no proveito de transformar o território nacional em cenário de faroeste.
Não se trata de uma iniciativa de cunho pessoal, ou motivada por conveniência partidária. Quatorze governadores em exercício nos quatro cantos do Brasil, filiados a agremiações políticas de diversas correntes e orientações ideológicas, pedem aos "poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país".
Para estes governadores, o sergipano Belivaldo Chagas incluído, o governo federal deve se preocupar em desenvolver ações que melhorem o rastreamento de armas e munições, além de intensificar os meio de controle e fiscalização "para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizadas no crime".
Os quatorze governadores estão cobertos de razão, motivo para preocupação não falta. Em um país como o Brasil, com o maior número absoluto de mortos por arma de fogo do planeta, a última coisa que a população precisa é que uns e outros sejam incentivados a andar por aí armados, como se autorizados a fazer justiça com as próprias mãos.