Polícia e LGBTs dialogam sobre atendimento no DAGV

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 17/05/2019 às 23:03:00

 

O Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil realizou na manhã de ontem uma roda de conversa com os profissionais de Segurança Pública e representantes de grupos LGBT em alusão ao Dia Internacional de Combate à Homofobia, lembrado em 17 de maio. O objetivo do encontro foi mostrar para os membros das comunidades ativistas as práticas adotadas pelo DAGV e pela Delegacia de Atendimento a Crimes Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa (Dachri) ao realizar o atendimento do público LGBT, apresentar horários e unidades à disposição, bem como explicar o funcionamento e o acolhimento às pessoas.
Na oportunidade, a delegada Meire Mansuet, coordenadora da Dachri, explicou o motivo do encontro. "Hoje é o Dia Internacional de Combate à Homofobia e para registrar essa data nós promovemos esse encontro com as entidades LGBT com o objetivo de ouvir delas como está sendo feita a prestação desse serviço pela nossa equipe, compreendendo a necessidade de ajustar o que podemos melhorar em nosso trabalho junto a esse público, principalmente nos plantões da noite e finais de semana", explicou.
O convidado Cauã Cinttra, representante da Astra LGBT em Sergipe e coordenador nacional dos homens trans da Rede Trans Brasil, destacou que "atualmente, com uma emenda parlamentar que é projeto sócio-jurídico, a gente tem dentro da instituição uma assistente social e um advogado para os atendimentos. Tem muito LGBT que não tem coragem de ir até uma delegacia, mesmo tendo o DAGV para casos mais graves. A gente tem percebido que eles se sentem mais à vontade de chegar até a instituição do que chegar diretamente no serviço, então atuamos nessa parte de acompanhamento, fazendo registro, fazendo uma ponte entre pessoa e a Polícia", destacou.
A Dachri atua com o plantão 24 horas para melhor atender as necessidades de pessoas e entidades na luta contra a LGBTfobia. É justamente nesse acolhimento diferenciado dos policiais civis e assistentes sociais que os casos são direcionados da melhor forma possível. 

O Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil realizou na manhã de ontem uma roda de conversa com os profissionais de Segurança Pública e representantes de grupos LGBT em alusão ao Dia Internacional de Combate à Homofobia, lembrado em 17 de maio. O objetivo do encontro foi mostrar para os membros das comunidades ativistas as práticas adotadas pelo DAGV e pela Delegacia de Atendimento a Crimes Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa (Dachri) ao realizar o atendimento do público LGBT, apresentar horários e unidades à disposição, bem como explicar o funcionamento e o acolhimento às pessoas.
Na oportunidade, a delegada Meire Mansuet, coordenadora da Dachri, explicou o motivo do encontro. "Hoje é o Dia Internacional de Combate à Homofobia e para registrar essa data nós promovemos esse encontro com as entidades LGBT com o objetivo de ouvir delas como está sendo feita a prestação desse serviço pela nossa equipe, compreendendo a necessidade de ajustar o que podemos melhorar em nosso trabalho junto a esse público, principalmente nos plantões da noite e finais de semana", explicou.
O convidado Cauã Cinttra, representante da Astra LGBT em Sergipe e coordenador nacional dos homens trans da Rede Trans Brasil, destacou que "atualmente, com uma emenda parlamentar que é projeto sócio-jurídico, a gente tem dentro da instituição uma assistente social e um advogado para os atendimentos. Tem muito LGBT que não tem coragem de ir até uma delegacia, mesmo tendo o DAGV para casos mais graves. A gente tem percebido que eles se sentem mais à vontade de chegar até a instituição do que chegar diretamente no serviço, então atuamos nessa parte de acompanhamento, fazendo registro, fazendo uma ponte entre pessoa e a Polícia", destacou.
A Dachri atua com o plantão 24 horas para melhor atender as necessidades de pessoas e entidades na luta contra a LGBTfobia. É justamente nesse acolhimento diferenciado dos policiais civis e assistentes sociais que os casos são direcionados da melhor forma possível.