O Brasil de hoje

Opinião


 

A esperança é sentimento difícil de 
cultivar no Brasil de hoje. Apesar 
das promessas de colocar o país de novo nos trilhos do progresso, o projeto político empossado em janeiro não se mostrou capaz de lidar com os desafios da economia e se recusa a descer do palanque. O resultado pode ser computado em quase 14 milhões de desempregados.
Os índices econômicos não cessam de render más notícias para os brasileiros. Segundo o IBGE, a taxa de desocupação no 1º trimestre de 2019 foi de 12,7%, 1,1 ponto percentual acima do trimestre anterior (11,6%) e apenas 0,4 ponto percentual abaixo do 1º trimestre de 2018 (13,1%). Trocando em miúdos, o desemprego não arrefece. Muito ao contrário.
Amapá (20,2%), Bahia (18,3%), e Acre (18,0%) registraram as maiores taxas de desocupação. Mas Sergipe não está em situação muito melhor, com mais de 15% da população economicamente ativa de braços cruzados.
Os números do IBGE não traduzem nenhuma novidade, só assustariam alguém que tivesse os últimos anos na órbita de Marte. A sensação de apatia no seio dos governos federal e também estadual é sentida na pele de toda a população, quem teme perder o emprego e quem entregou os pontos, depois de anos a fio sem a sonhada carteira assinada.
No andor da carruagem, preservados os direitos da população, periga o presidente não aprovar nem a reforma da previdência. É certo que a situação fiscal exige providências. Mas depois de ter sido ludibriada com as promessas mentirosas da reforma trabalhista, os trabalhadores têm motivo de sobra para se recusar a pagar o pato.

A esperança é sentimento difícil de  cultivar no Brasil de hoje. Apesar  das promessas de colocar o país de novo nos trilhos do progresso, o projeto político empossado em janeiro não se mostrou capaz de lidar com os desafios da economia e se recusa a descer do palanque. O resultado pode ser computado em quase 14 milhões de desempregados.
Os índices econômicos não cessam de render más notícias para os brasileiros. Segundo o IBGE, a taxa de desocupação no 1º trimestre de 2019 foi de 12,7%, 1,1 ponto percentual acima do trimestre anterior (11,6%) e apenas 0,4 ponto percentual abaixo do 1º trimestre de 2018 (13,1%). Trocando em miúdos, o desemprego não arrefece. Muito ao contrário.
Amapá (20,2%), Bahia (18,3%), e Acre (18,0%) registraram as maiores taxas de desocupação. Mas Sergipe não está em situação muito melhor, com mais de 15% da população economicamente ativa de braços cruzados.
Os números do IBGE não traduzem nenhuma novidade, só assustariam alguém que tivesse os últimos anos na órbita de Marte. A sensação de apatia no seio dos governos federal e também estadual é sentida na pele de toda a população, quem teme perder o emprego e quem entregou os pontos, depois de anos a fio sem a sonhada carteira assinada.
No andor da carruagem, preservados os direitos da população, periga o presidente não aprovar nem a reforma da previdência. É certo que a situação fiscal exige providências. Mas depois de ter sido ludibriada com as promessas mentirosas da reforma trabalhista, os trabalhadores têm motivo de sobra para se recusar a pagar o pato.

 


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