Marido é preso como suspeito por morte de jovem no Dom Pedro

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Publicada em 15/05/2019 às 00:54:00

 

A Polícia Civil prendeu ontem à tarde um suspeito pelo assassinato da consultora de vendas Ana Paula de Jesus dos Santos, 26 anos, morta a golpes de marreta na madrugada do último sábado, enquanto dormia em sua residência, no conjunto Dom Pedro, bairro José Conrado de Araújo (zona oeste). Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime pode ter sido cometido pelo marido da vítima, Vítor Aragão, que teve a prisão temporária de 30 dias decretada pelo Judiciário. Ele nega o crime e sustenta que a casa do casal foi invadida por assaltantes, mas esta versão já foi praticamente descartada pela polícia.
A delegada Luciana Pereira, responsável pelo caso, disse que os laudos periciais realizados pelo DHPP no local do crime não apontam para a presença de outras pessoas no quarto onde Ana Paula morreu, o que se deduziu também através de depoimentos prestados por testemunhas ao longo dos últimos dias. "Conforme as oitivas que coletamos, percebemos que não há ainda nenhuma prova de uma terceira pessoa no local onde houve a morte de Ana Paula, o que nos indica, a priori, que realmente só estavam no quarto a Ana Paula e o Vítor. Isso nos leva a crer que o autor da morte dela pode ter sido o Vítor",  disse Luciana.
A suspeita vinha sendo levantada por algumas fontes policiais já na manhã do sábado, pois eles relataram não ter encontrado indícios claros de uma invasão ou assalto à casa. Outra informação apurada nos depoimentos aponta para um possível feminicídio, já que o relacionamento dos dois estaria em crise. "Algumas testemunhas falam em depoimentos, inclusive a família dela própria, que Ana Paula já pensava em se separar do Vítor. Ele nega, diz que ambos tinham uma excelente relação, e que eles nunca conversaram sobre isso. Só que existem algumas contradições nos autos, que precisamos diligenciar um pouco mais para dirimir [as dúvidas]", afirma a delegada. 
Uma das contradições aponta que a vítima recebeu o golpe de marreta por um lado da cama onde Vítor estava deitado, diferente do que foi relatado no depoimento dele. (Gabriel Damásio)

A Polícia Civil prendeu ontem à tarde um suspeito pelo assassinato da consultora de vendas Ana Paula de Jesus dos Santos, 26 anos, morta a golpes de marreta na madrugada do último sábado, enquanto dormia em sua residência, no conjunto Dom Pedro, bairro José Conrado de Araújo (zona oeste). Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime pode ter sido cometido pelo marido da vítima, Vítor Aragão, que teve a prisão temporária de 30 dias decretada pelo Judiciário. Ele nega o crime e sustenta que a casa do casal foi invadida por assaltantes, mas esta versão já foi praticamente descartada pela polícia.
A delegada Luciana Pereira, responsável pelo caso, disse que os laudos periciais realizados pelo DHPP no local do crime não apontam para a presença de outras pessoas no quarto onde Ana Paula morreu, o que se deduziu também através de depoimentos prestados por testemunhas ao longo dos últimos dias. "Conforme as oitivas que coletamos, percebemos que não há ainda nenhuma prova de uma terceira pessoa no local onde houve a morte de Ana Paula, o que nos indica, a priori, que realmente só estavam no quarto a Ana Paula e o Vítor. Isso nos leva a crer que o autor da morte dela pode ter sido o Vítor",  disse Luciana.
A suspeita vinha sendo levantada por algumas fontes policiais já na manhã do sábado, pois eles relataram não ter encontrado indícios claros de uma invasão ou assalto à casa. Outra informação apurada nos depoimentos aponta para um possível feminicídio, já que o relacionamento dos dois estaria em crise. "Algumas testemunhas falam em depoimentos, inclusive a família dela própria, que Ana Paula já pensava em se separar do Vítor. Ele nega, diz que ambos tinham uma excelente relação, e que eles nunca conversaram sobre isso. Só que existem algumas contradições nos autos, que precisamos diligenciar um pouco mais para dirimir [as dúvidas]", afirma a delegada. 
Uma das contradições aponta que a vítima recebeu o golpe de marreta por um lado da cama onde Vítor estava deitado, diferente do que foi relatado no depoimento dele. (Gabriel Damásio)