Gestante morre em maternidade e família alega erro médico

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Publicada em 13/05/2019 às 23:29:00

 

Um suposto erro mé-
dico pode ter sido a 
causa da morte da paciente Crislaine Caetano Azevedo, 24 anos, que estava grávida de quase nove meses e sofreu complicações em seu parto. Ela morreu por volta das 21h deste sábado na Maternidade São José, em Itabaiana (Agreste), para onde tinha sido transferida na manhã do mesmo dia. A jovem, que teve sua primeira filha, morava no povoado Estancinha, em Lagarto (Centro-Sul). A família da gestante afirma que o estado de saúde dela foi causado por uma possível negligência no atendimento, o que ainda será apurado pelas autoridades de saúde.
De acordo com o relato, Crislaine entrou em trabalho de parto por volta das 5h e foi levada inicialmente para a Maternidade Zacarias Júnior, em Lagarto, mas, ao chegar lá, foi informada de que não haveria plantão na unidade, pois não havia pediatras disponíveis para o plantão. Transferida, ela recebeu o atendimento e deu luz a uma menina, que passa bem. No entanto, houve complicações decorrentes do parto e, ao cair da noite, a paciente sofreu duas paradas cardíacas e não resistiu. 
Os familiares apontam para a possibilidade de erro médico ou negligência, pois segundo eles, Crislaine precisava passar por uma cirurgia cesariana e não estava em condições de dilatação para fazer o parto normal, mas houve uma longa espera para que o procedimento fosse executado. O corpo da jovem foi sepultado neste domingo em Lagarto. Tanto a Maternidade São José quanto a Zacarias Júnior são entidades filantrópicas e não são ligadas à rede estadual pública. 
A Vigilância Epidemiológica do Estado, ligada a Secretaria Estadual de Saúde, informou que o caso de Crislaine passará por uma investigação médica, de responsabilidade da Secretaria de Saúde de Lagarto - o protocolo para esses casos determina que mortes maternas são apuradas pelo município de origem da vítima. O objetivo é verificar as condições do atendimento prestado e, principalmente do acompanhamento pré-natal da gestante, a fim de identificar se ela já apresentava algum problema de saúde durante a gravidez. O pré-natal foi prestado em Lagarto, cuja Vigilância Epidemiológica local também deve requisitar informações à sua repartição correlata em Itabaiana. 

Um suposto erro mé- dico pode ter sido a  causa da morte da paciente Crislaine Caetano Azevedo, 24 anos, que estava grávida de quase nove meses e sofreu complicações em seu parto. Ela morreu por volta das 21h deste sábado na Maternidade São José, em Itabaiana (Agreste), para onde tinha sido transferida na manhã do mesmo dia. A jovem, que teve sua primeira filha, morava no povoado Estancinha, em Lagarto (Centro-Sul). A família da gestante afirma que o estado de saúde dela foi causado por uma possível negligência no atendimento, o que ainda será apurado pelas autoridades de saúde.
De acordo com o relato, Crislaine entrou em trabalho de parto por volta das 5h e foi levada inicialmente para a Maternidade Zacarias Júnior, em Lagarto, mas, ao chegar lá, foi informada de que não haveria plantão na unidade, pois não havia pediatras disponíveis para o plantão. Transferida, ela recebeu o atendimento e deu luz a uma menina, que passa bem. No entanto, houve complicações decorrentes do parto e, ao cair da noite, a paciente sofreu duas paradas cardíacas e não resistiu. 
Os familiares apontam para a possibilidade de erro médico ou negligência, pois segundo eles, Crislaine precisava passar por uma cirurgia cesariana e não estava em condições de dilatação para fazer o parto normal, mas houve uma longa espera para que o procedimento fosse executado. O corpo da jovem foi sepultado neste domingo em Lagarto. Tanto a Maternidade São José quanto a Zacarias Júnior são entidades filantrópicas e não são ligadas à rede estadual pública. 
A Vigilância Epidemiológica do Estado, ligada a Secretaria Estadual de Saúde, informou que o caso de Crislaine passará por uma investigação médica, de responsabilidade da Secretaria de Saúde de Lagarto - o protocolo para esses casos determina que mortes maternas são apuradas pelo município de origem da vítima. O objetivo é verificar as condições do atendimento prestado e, principalmente do acompanhamento pré-natal da gestante, a fim de identificar se ela já apresentava algum problema de saúde durante a gravidez. O pré-natal foi prestado em Lagarto, cuja Vigilância Epidemiológica local também deve requisitar informações à sua repartição correlata em Itabaiana.