MP pede afastamento de Cabo Amintas da CMA até 2020

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Publicada em 10/05/2019 às 23:04:00

 

O Ministério Público Estadual (MPSE) apresentou um pedido para que a Justiça determine o afastamento do vereador Cabo Amintas (PTB) de seu mandato na Câmara Municipal de Aracaju (CMA). Ele faz parte da ação penal que denunciou o parlamentar por suposto crime de corrupção passiva e que já resultou na aplicação de medidas cautelares como a proibição do uso da tribuna da Casa e de entrevistas para abordar a denúncia da chamada 'Máfia dos Shows'. A informação foi antecipada ontem pela rádio Fan FM. 
Procurado, o MPSE informou que esse pedido de afastamento já tinha sido apresentado pela Promotoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público, junto com as outras medidas cautelares, mas acabou rejeitado pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Aracaju. Conforme a petição, o vereador deveria ter suas funções públicas suspensas até 31 de dezembro de 2020 ou até a conclusão da ação penal em curso. O argumento é de que a medida é necessária porque, segundo os promotores do caso, "a prática delitiva do parlamentar coloca em risco a lisura da administração pública".
Cabo Amintas é acusado de ter cobrado um pagamento de R$ 300 mil ao presidente da CMA, Nitinho Vitale, ao presidente da Emsurb, Luiz Roberto de Santana, e ao empresário Téo Santana, irmão de Luiz. Segundo o MP, a quantia seria para que Amintas, valendo-se de sua função pública, não denunciasse um suposto esquema de fraudes na contratação de shows musicais e eventos por prefeituras. Amintas nega a acusação e afirma que está sendo retaliado pelos adversários por causa de sua atuação combativa na política. 

O Ministério Público Estadual (MPSE) apresentou um pedido para que a Justiça determine o afastamento do vereador Cabo Amintas (PTB) de seu mandato na Câmara Municipal de Aracaju (CMA). Ele faz parte da ação penal que denunciou o parlamentar por suposto crime de corrupção passiva e que já resultou na aplicação de medidas cautelares como a proibição do uso da tribuna da Casa e de entrevistas para abordar a denúncia da chamada 'Máfia dos Shows'. A informação foi antecipada ontem pela rádio Fan FM. 
Procurado, o MPSE informou que esse pedido de afastamento já tinha sido apresentado pela Promotoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público, junto com as outras medidas cautelares, mas acabou rejeitado pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Aracaju. Conforme a petição, o vereador deveria ter suas funções públicas suspensas até 31 de dezembro de 2020 ou até a conclusão da ação penal em curso. O argumento é de que a medida é necessária porque, segundo os promotores do caso, "a prática delitiva do parlamentar coloca em risco a lisura da administração pública".
Cabo Amintas é acusado de ter cobrado um pagamento de R$ 300 mil ao presidente da CMA, Nitinho Vitale, ao presidente da Emsurb, Luiz Roberto de Santana, e ao empresário Téo Santana, irmão de Luiz. Segundo o MP, a quantia seria para que Amintas, valendo-se de sua função pública, não denunciasse um suposto esquema de fraudes na contratação de shows musicais e eventos por prefeituras. Amintas nega a acusação e afirma que está sendo retaliado pelos adversários por causa de sua atuação combativa na política.