Projeto que regulamenta as queijarias artesanais de Sergipe é aprovado na Assembleia

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Publicada em 18/04/2019 às 11:52:00

 

O Projeto de Lei que regulamenta a produção e a comercialização dos queijos artesanais (tradicional e inovação) em Sergipe foi aprovado em terceira votação na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 17. O texto, de autoria conjunta do deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) com técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (EMDAGRO), do Sebrae, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e de queijeiros sergipanos, entre eles Arivaldo Barreto, estudioso do tema e produtor reconhecido nacionalmente, vem para valorizar e fortalecer a pecuária, a cultura e a gastronomia sergipana.
"Essa é a vitória do povo de Sergipe, do pequeno produtor, da nossa cultura popular. Com a regulamentação das queijarias artesanais do nosso estado, será possível fortalecer e expandir o mercado sergipano para que o produtor tenha o trabalho reconhecido, livre da burocracia e dos entraves. O queijo é um dos símbolos da nossa identidade. A produção artesanal e tradicional será reconhecida e protegida", comemorou Zezinho Sobral.
Na opinião do parlamentar, este PL vem fortalecer a atividade, possibilitando a expansão da atividade da pecuária leiteira, agregando valor à produção que pode ser orientada pela cultura regional, pelo emprego de técnicas tradicionais ou mesmo por inovadoras e criativas, que possam garantir ao produto a aparência e o sabor específico do tipo de queijo artesanal. Este projeto é importante e essencial para que o produtor tenha sua identidade fortalecida, obedecendo ao Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Queijo (RTIQ), que é o reconhecimento dos métodos de fabricação do queijo", complementou Zezinho Sobral, reforçando que o Projeto de Lei contou com uma emenda da deputada Janier Mota, que aumenta de seis meses para um ano o período de regularização das queijarias já existentes nas novas regulamentações.
"O Projeto é muito amplo e especifica, também, os tipos de queijos artesanais (tradicional e inovação). Ele tem o escopo de regulamentar a fiscalização da produção de queijos artesanais, de maneira a permitir a ampliação da oferta e a comercialização fora de Sergipe, obedecendo todas as regras. Isso fortalece o mercado, incentiva a produção, agrega renda para os pequenos produtores, detalha processos, técnicas, tipos de queijos e demais derivados do leite produzidos artesanalmente, além de estabelecer critérios que asseguram a qualidade e inocuidade dos produtos", reforçou Zezinho Sobral.
Para o produtor Arivaldo Barreto, a aprovação do Projeto de Lei que regulamenta as queijarias artesanais de Sergipe é uma vitória da pecuária e da cultura popular sergipana. "O queijo artesanal de Sergipe é diferenciado. É um grande passo para o desenvolvimento da atividade e um marco para a proteção do queijo artesanal. Ele reconhece os queijos tradicionais como parte da cultura, já que o nosso queijo está diretamente ligado à gastronomia local. Os queijeiros poderão usar, ainda, mais a criatividade. São produtos concebidos com métodos artesanais. Estamos felizes com o resultado e agradecidos ao deputado Zezinho Sobral por compreender a nossa ideia e levar para a pauta na Assembleia", comemorou o produtor Arivaldo Barreto.

O Projeto de Lei que regulamenta a produção e a comercialização dos queijos artesanais (tradicional e inovação) em Sergipe foi aprovado em terceira votação na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 17. O texto, de autoria conjunta do deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) com técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (EMDAGRO), do Sebrae, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e de queijeiros sergipanos, entre eles Arivaldo Barreto, estudioso do tema e produtor reconhecido nacionalmente, vem para valorizar e fortalecer a pecuária, a cultura e a gastronomia sergipana.
"Essa é a vitória do povo de Sergipe, do pequeno produtor, da nossa cultura popular. Com a regulamentação das queijarias artesanais do nosso estado, será possível fortalecer e expandir o mercado sergipano para que o produtor tenha o trabalho reconhecido, livre da burocracia e dos entraves. O queijo é um dos símbolos da nossa identidade. A produção artesanal e tradicional será reconhecida e protegida", comemorou Zezinho Sobral.
Na opinião do parlamentar, este PL vem fortalecer a atividade, possibilitando a expansão da atividade da pecuária leiteira, agregando valor à produção que pode ser orientada pela cultura regional, pelo emprego de técnicas tradicionais ou mesmo por inovadoras e criativas, que possam garantir ao produto a aparência e o sabor específico do tipo de queijo artesanal. Este projeto é importante e essencial para que o produtor tenha sua identidade fortalecida, obedecendo ao Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Queijo (RTIQ), que é o reconhecimento dos métodos de fabricação do queijo", complementou Zezinho Sobral, reforçando que o Projeto de Lei contou com uma emenda da deputada Janier Mota, que aumenta de seis meses para um ano o período de regularização das queijarias já existentes nas novas regulamentações.
"O Projeto é muito amplo e especifica, também, os tipos de queijos artesanais (tradicional e inovação). Ele tem o escopo de regulamentar a fiscalização da produção de queijos artesanais, de maneira a permitir a ampliação da oferta e a comercialização fora de Sergipe, obedecendo todas as regras. Isso fortalece o mercado, incentiva a produção, agrega renda para os pequenos produtores, detalha processos, técnicas, tipos de queijos e demais derivados do leite produzidos artesanalmente, além de estabelecer critérios que asseguram a qualidade e inocuidade dos produtos", reforçou Zezinho Sobral.
Para o produtor Arivaldo Barreto, a aprovação do Projeto de Lei que regulamenta as queijarias artesanais de Sergipe é uma vitória da pecuária e da cultura popular sergipana. "O queijo artesanal de Sergipe é diferenciado. É um grande passo para o desenvolvimento da atividade e um marco para a proteção do queijo artesanal. Ele reconhece os queijos tradicionais como parte da cultura, já que o nosso queijo está diretamente ligado à gastronomia local. Os queijeiros poderão usar, ainda, mais a criatividade. São produtos concebidos com métodos artesanais. Estamos felizes com o resultado e agradecidos ao deputado Zezinho Sobral por compreender a nossa ideia e levar para a pauta na Assembleia", comemorou o produtor Arivaldo Barreto.