Bolsonaro indica que pode demitir Vélez do MEC

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Publicada em 06/04/2019 às 08:02:00

 

do Brasil 247
O presidente Jair Bol-
sonaro sinalizou 
que o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, poderá ser demitido no início da próxima semana. "Na segunda, vamos resolver a situação do MEC", afirmou Bolsonaro durante um café da manhã com jornalistas em Brasília nesta sexta-feira. "Está bastante claro que não está dando certo. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima. Vamos tirar a aliança da mão esquerda e pôr na direita, ou guardar na gaveta", completou.
Ao tomar conhecimento das declarações de Bolsonaro, durante um evento com empresários em Campos do Jordão (SP), Vélez reagiu: "Não vou entregar o cargo, não fui informado", afirmou. Ele negou ter sido procurado por Bolsonaro para tratar de sua eventual demissão. Questionado se considerava sua situação no MEC como insustentável, o ministro respondeu que "a única coisa insustentável é a morte."
A declaração sobre a "falta de gestão" se deve às constantes crises no MEC, que já resultaram em mais de 15 demissões, recuos frequentes e uma série de decisões polêmicas que desagradaram até mesmo os militares que integram o governo.
Há cerca de uma semana, Bolsonaro sinalizou que poderia promover mudanças a cúpula do MEC ao nomear para a secretário-executivo da pasta, segundo cargo mais importante na hierarquia do ministério, o tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira. Machado já ocupou o cargo de Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa e foi chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

O presidente Jair Bol- sonaro sinalizou  que o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, poderá ser demitido no início da próxima semana. "Na segunda, vamos resolver a situação do MEC", afirmou Bolsonaro durante um café da manhã com jornalistas em Brasília nesta sexta-feira. "Está bastante claro que não está dando certo. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima. Vamos tirar a aliança da mão esquerda e pôr na direita, ou guardar na gaveta", completou.
Ao tomar conhecimento das declarações de Bolsonaro, durante um evento com empresários em Campos do Jordão (SP), Vélez reagiu: "Não vou entregar o cargo, não fui informado", afirmou. Ele negou ter sido procurado por Bolsonaro para tratar de sua eventual demissão. Questionado se considerava sua situação no MEC como insustentável, o ministro respondeu que "a única coisa insustentável é a morte."
A declaração sobre a "falta de gestão" se deve às constantes crises no MEC, que já resultaram em mais de 15 demissões, recuos frequentes e uma série de decisões polêmicas que desagradaram até mesmo os militares que integram o governo.
Há cerca de uma semana, Bolsonaro sinalizou que poderia promover mudanças a cúpula do MEC ao nomear para a secretário-executivo da pasta, segundo cargo mais importante na hierarquia do ministério, o tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira. Machado já ocupou o cargo de Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa e foi chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.