Bombeiro sergipano integra tropa enviada a Moçambique

Cidades

 

O subtenente sergipano Rinaldo Freire é um dos 20 bombeiros brasileiros enviados no último final de semana para Moçambique, país africano que sofre as consequências do ciclone Idai, que tocou o solo no último dia 14 de março. Os militares, que integram a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), embarcaram neste domingo junto com as equipes locais para ajudar nos auxílios às vitimas. 
Em sua primeira atuação internacional, a FNSP tem um efetivo composto por 20 especialistas em busca e salvamento. Eles transportaram botes e outros equipamentos adaptados ao tipo de resgate, atuando na cidade de Beira. A capital do estado de Sofala, uma das mais populosas do país e foi uma das localidades mais afetadas pelos fortes ventos, chuvas e inundações causadas pela passagem do ciclone. Estima-se que, só em Moçambique, 1,8 milhão de pessoas tenham sido prejudicadas e precisem de alguma forma de ajuda.
A autorização para a ida de membros da equipe de busca e salvamento foi publicada em portaria assinada pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e publicada na ultima sexta-feira (29) no Diário Oficial da União. Inicialmente, a permanência dos profissionais será de 30 dias, podendo ser prorrogado diante das necessidades locais, caso contrário, o efetivo retornará ao Brasil. Os militares também atuaram recentemente nos resgates de corpos de vítimas do rompimento de uma barragem de rejeitos da Vale em Brumadinho (MG), que deixou cerca de 300 mortos e desaparecidos.
 O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde também vai doar medicamentos e insumos estratégicos para Moçambique. Ao todo, serão enviados seis kits, totalizando 870 quilos, quantitativo suficiente para atender até 3 mil pessoas por um período entre três meses.

O subtenente sergipano Rinaldo Freire é um dos 20 bombeiros brasileiros enviados no último final de semana para Moçambique, país africano que sofre as consequências do ciclone Idai, que tocou o solo no último dia 14 de março. Os militares, que integram a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), embarcaram neste domingo junto com as equipes locais para ajudar nos auxílios às vitimas. 
Em sua primeira atuação internacional, a FNSP tem um efetivo composto por 20 especialistas em busca e salvamento. Eles transportaram botes e outros equipamentos adaptados ao tipo de resgate, atuando na cidade de Beira. A capital do estado de Sofala, uma das mais populosas do país e foi uma das localidades mais afetadas pelos fortes ventos, chuvas e inundações causadas pela passagem do ciclone. Estima-se que, só em Moçambique, 1,8 milhão de pessoas tenham sido prejudicadas e precisem de alguma forma de ajuda.
A autorização para a ida de membros da equipe de busca e salvamento foi publicada em portaria assinada pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e publicada na ultima sexta-feira (29) no Diário Oficial da União. Inicialmente, a permanência dos profissionais será de 30 dias, podendo ser prorrogado diante das necessidades locais, caso contrário, o efetivo retornará ao Brasil. Os militares também atuaram recentemente nos resgates de corpos de vítimas do rompimento de uma barragem de rejeitos da Vale em Brumadinho (MG), que deixou cerca de 300 mortos e desaparecidos.
 O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde também vai doar medicamentos e insumos estratégicos para Moçambique. Ao todo, serão enviados seis kits, totalizando 870 quilos, quantitativo suficiente para atender até 3 mil pessoas por um período entre três meses.

 


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