Petrobras já tem três propostas pela Fafen

Geral


  • Os participantes da reunião na sede da Petrobras

  • O GOVERNADOR BELIVALDO CHAGAS LIDEROU AUTORIDADES SERGIPANAS DURANTE AUDIÊNCIA COM A DIRETORIA DA PETROBRAS NO RIO DE JANEIRO. EMPRESA RECEBE PROPOSTAS PARA ARRENDAMENTO DA FAFEN

 

O governador Beli-
valdo Chagas vol-
tou a debater a importância do funcionamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) para a economia sergipana. Nesta sexta-feira (22), em reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, na sede da empresa no Rio de Janeiro, o governador questionou quais são as medidas efetivas que o Estado tem que tomar para poder contribuir com a continuidade da operação da Fafen em Sergipe. 
A reunião foi acompanhada pelo secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix, o senador por Sergipe, Alessandro Vieira, o deputado federal Laércio Oliveira, o deputado estadual José Sobral, o ex-governador Albano Franco e os secretários de estado José Augusto (Desenvolvimento Econômico) e José Sales Neto (Comunicação).
Roberto Castello explicou que para a estatal de petróleo a Fafen é estruturalmente inviável devido ao preço do gás. De acordo com ele, a Unidade registra um prejuízo anual de R$ 250 milhões. Em hibernação, esse valor é de R$ 10 milhões mensais. 
A decisão inicial da Petrobras era vender, porém não foi encontrado comprador. Agora, a empresa oferta arredamento e já há três empresas interessadas. A informação é que o governo pode contribuir tornando o negócio mais atrativo. 
O governador afirmou que trabalhará para viabilizar o sucesso do arrendamento, haja vista a necessidade de se manter a Fafen em operação não só pela dependência nacional de fertilizantes, mas pela manutenção de empregos, da cadeia produtiva e da arrecadação de ICMS para o Estado.
"O governo fará o que for preciso para evitar o fechamento da Fafen. Temos uma cadeira produtiva na região que gera emprego, renda e impostos. São mais de 5 mil empregos indiretos! Além disso, o fechamento da Unidade tornará o Brasil totalmente dependente da importação de fertilizantes ", disse, informando que próximo dia 09, estará com o governador da Bahia, Rui Costa, discutindo o tema no Ministério de Minas e Energias.
Laércio Oliveira falou sobre a participação da Fafen na economia do estado e solicitou que a Petrobras reveja o fechamento até o arrendamento. Com fábricas em Sergipe, em Laranjeiras, e na Bahia, em Camaçari, a Fafen tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores e gerar mais de 5 mil empregos indiretos.  Em hibernação desde janeiro, as unidades eram responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do País, que importa 70% dela a fim de abastecer a produção nacional de alimentos.
O senador Alessandro Vieira propôs que o governo Federal assuma a Fafen enquanto a Petrobras negocia com investidores, evitando, assim, a hibernação.
Para o ex-governador Albano Franco a concretização desse processo de arrendamento é de fundamental importância para a economia sergipana, pela importância da FAFEN como empresa-mãe do Polo de Fertilizantes de Sergipe, entre outros efeitos diretos e indiretos da empresa na economia do Estado.

O governador Beli- valdo Chagas vol- tou a debater a importância do funcionamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) para a economia sergipana. Nesta sexta-feira (22), em reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, na sede da empresa no Rio de Janeiro, o governador questionou quais são as medidas efetivas que o Estado tem que tomar para poder contribuir com a continuidade da operação da Fafen em Sergipe. 
A reunião foi acompanhada pelo secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix, o senador por Sergipe, Alessandro Vieira, o deputado federal Laércio Oliveira, o deputado estadual José Sobral, o ex-governador Albano Franco e os secretários de estado José Augusto (Desenvolvimento Econômico) e José Sales Neto (Comunicação).
Roberto Castello explicou que para a estatal de petróleo a Fafen é estruturalmente inviável devido ao preço do gás. De acordo com ele, a Unidade registra um prejuízo anual de R$ 250 milhões. Em hibernação, esse valor é de R$ 10 milhões mensais. 
A decisão inicial da Petrobras era vender, porém não foi encontrado comprador. Agora, a empresa oferta arredamento e já há três empresas interessadas. A informação é que o governo pode contribuir tornando o negócio mais atrativo. 
O governador afirmou que trabalhará para viabilizar o sucesso do arrendamento, haja vista a necessidade de se manter a Fafen em operação não só pela dependência nacional de fertilizantes, mas pela manutenção de empregos, da cadeia produtiva e da arrecadação de ICMS para o Estado.
"O governo fará o que for preciso para evitar o fechamento da Fafen. Temos uma cadeira produtiva na região que gera emprego, renda e impostos. São mais de 5 mil empregos indiretos! Além disso, o fechamento da Unidade tornará o Brasil totalmente dependente da importação de fertilizantes ", disse, informando que próximo dia 09, estará com o governador da Bahia, Rui Costa, discutindo o tema no Ministério de Minas e Energias.
Laércio Oliveira falou sobre a participação da Fafen na economia do estado e solicitou que a Petrobras reveja o fechamento até o arrendamento. Com fábricas em Sergipe, em Laranjeiras, e na Bahia, em Camaçari, a Fafen tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores e gerar mais de 5 mil empregos indiretos.  Em hibernação desde janeiro, as unidades eram responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do País, que importa 70% dela a fim de abastecer a produção nacional de alimentos.
O senador Alessandro Vieira propôs que o governo Federal assuma a Fafen enquanto a Petrobras negocia com investidores, evitando, assim, a hibernação.
Para o ex-governador Albano Franco a concretização desse processo de arrendamento é de fundamental importância para a economia sergipana, pela importância da FAFEN como empresa-mãe do Polo de Fertilizantes de Sergipe, entre outros efeitos diretos e indiretos da empresa na economia do Estado.

 


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