Defesa Civil mantém alerta sobre riscos em função das chuvas e ventos

Geral


  • Técnicos da Defesa Civil vistoriam apartamento no 17 de Março

  • CASAS E PRÉDIOS FORAM DESTELHADOS PELOS VENTOS

 

Milton Alves Júnior
Mais de dez árvores 
desabaram nas 
últimas 72 horas, e ao menos 50 necessitaram de poda emergencial. Esse é o balanço parcial apresentado pela Defesa Civil Municipal após o início do mal tempo que predominou em Aracaju e nos demais bairros da Região Metropolitana. Apresentando maior vulnerabilidade, 14 prédios erguidos no bairro Santa Maria, zona Sul da capital sergipana, tiveram a respectiva área externa interditada em virtude da queda sequencial de telhas durante o registro de rajadas de ventos com até 50 km/h. Além do condomínio, três casas também com risco de colapso foram temporariamente interditadas.
Algumas dessas medidas preventivas foram aplicadas ainda na noite de quinta-feira, 21, e devem permanecer por tempo ilimitado, ou até que os serviços de manutenção sejam concluídos e uma nova inspeção aprove a regularidade estrutural. Moradores pediram apoio da Prefeitura de Aracaju e já na manhã de ontem grupos de operários foram encaminhados ao local para tentar reparar a destruição provocada pela corrente de ar. De acordo com o major Sílvio Prado, coordenador geral da Defesa Civil de Aracaju, apesar da insatisfação apresentada por alguns condôminos, o bloqueio se fez necessário justamente para manterá integridade física dos moradores, funcionários e visitantes do condomínio.
"Recebemos pedido de vistoria por parte de alguns moradores e quando nossas equipes chegaram ao local se depararam com os riscos. Para se ter uma ideia, ao menos 120 apartamentos nos 30 prédios afetados e a parte externa de 14 prédios está isolada pelo risco de queda do telhado. Essa medida se faz necessária e visa cessar qualquer possibilidade de dano maior às pessoas." O serviço de manutenção foi realizado, através da Empresa Municipal de Obras e Urbanismo (Emurb). Diante da representatividade da destruição provocada pela natureza, todo o serviço ser concluído entre 15 e 30 dias. O Centro de Meteorologia de Sergipe indicou que as chuvas atingiram um índice pluviométrico de 60 milímetros.
Para este final de semana as chuvas devem alcançar até 8 milímetros na capital. No interior a região do Baixo São Francisco e Alto Sertão foram as que receberam maior número de chuvas com a média de 100mm. O Centro Agreste recebeu uma média de 80mm, centro Sul e Sul 50mm a 60mm, Capital, Grande Aracaju e Regiões dos Vales Cotinguiba e Riachuelo apontam 50mm. A Defesa Civil pede que se porventura a população se deparar com rachaduras, inclinação de árvores e postes, movimentação de massas (nos morros), é preciso que se entre em contato com a Defesa Civil, por meio do número emergencial 199. O serviço funciona 24h por dia, todos os dias da semana.
"Nosso trabalho apesar de ser realizado por órgãos diferentes, ele acaba sendo integrado. Defesa Civil Estadual, Municipal, Corpo de Bombeiros e a Emsurb com um só foco que é evitar acidentes. Estamos em estado de alerta e em caso de riscos podem nos acionar o mais rápido possível", concluiu Silvio Prado.

Milton Alves Júnior

Mais de dez árvores  desabaram nas  últimas 72 horas, e ao menos 50 necessitaram de poda emergencial. Esse é o balanço parcial apresentado pela Defesa Civil Municipal após o início do mal tempo que predominou em Aracaju e nos demais bairros da Região Metropolitana. Apresentando maior vulnerabilidade, 14 prédios erguidos no bairro Santa Maria, zona Sul da capital sergipana, tiveram a respectiva área externa interditada em virtude da queda sequencial de telhas durante o registro de rajadas de ventos com até 50 km/h. Além do condomínio, três casas também com risco de colapso foram temporariamente interditadas.
Algumas dessas medidas preventivas foram aplicadas ainda na noite de quinta-feira, 21, e devem permanecer por tempo ilimitado, ou até que os serviços de manutenção sejam concluídos e uma nova inspeção aprove a regularidade estrutural. Moradores pediram apoio da Prefeitura de Aracaju e já na manhã de ontem grupos de operários foram encaminhados ao local para tentar reparar a destruição provocada pela corrente de ar. De acordo com o major Sílvio Prado, coordenador geral da Defesa Civil de Aracaju, apesar da insatisfação apresentada por alguns condôminos, o bloqueio se fez necessário justamente para manterá integridade física dos moradores, funcionários e visitantes do condomínio.
"Recebemos pedido de vistoria por parte de alguns moradores e quando nossas equipes chegaram ao local se depararam com os riscos. Para se ter uma ideia, ao menos 120 apartamentos nos 30 prédios afetados e a parte externa de 14 prédios está isolada pelo risco de queda do telhado. Essa medida se faz necessária e visa cessar qualquer possibilidade de dano maior às pessoas." O serviço de manutenção foi realizado, através da Empresa Municipal de Obras e Urbanismo (Emurb). Diante da representatividade da destruição provocada pela natureza, todo o serviço ser concluído entre 15 e 30 dias. O Centro de Meteorologia de Sergipe indicou que as chuvas atingiram um índice pluviométrico de 60 milímetros.
Para este final de semana as chuvas devem alcançar até 8 milímetros na capital. No interior a região do Baixo São Francisco e Alto Sertão foram as que receberam maior número de chuvas com a média de 100mm. O Centro Agreste recebeu uma média de 80mm, centro Sul e Sul 50mm a 60mm, Capital, Grande Aracaju e Regiões dos Vales Cotinguiba e Riachuelo apontam 50mm. A Defesa Civil pede que se porventura a população se deparar com rachaduras, inclinação de árvores e postes, movimentação de massas (nos morros), é preciso que se entre em contato com a Defesa Civil, por meio do número emergencial 199. O serviço funciona 24h por dia, todos os dias da semana.
"Nosso trabalho apesar de ser realizado por órgãos diferentes, ele acaba sendo integrado. Defesa Civil Estadual, Municipal, Corpo de Bombeiros e a Emsurb com um só foco que é evitar acidentes. Estamos em estado de alerta e em caso de riscos podem nos acionar o mais rápido possível", concluiu Silvio Prado.

 


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