STJ nega habeas-corpus para Valmir Monteiro

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Publicada em 20/03/2019 às 09:25:00

 

Gabriel Damásio
O ministro Rogério 
Schietti Cruz, do Su-
perior Tribunal de Justiça (STJ), negou pela segunda vez um pedido de habeas-corpus impetrado pela defesa do prefeito afastado de Lagarto, Valmir Monteiro, preso desde o dia 22 de fevereiro e principal investigado da 'Operação Leak', do Ministério Público Estadual (MPE). A decisão, tomada nesta segunda-feira, deve ser publicada hoje pelo Diário da Justiça e se estende ao genro de Valmir, Igor Ribeiro Aragão, que também foi preso na operação. Os dois permanecem detidos em seus respectivos presídios - Valmir está no Presídio Militar (Presmil), na capital.
Segundo o STJ, a negativa do pedido de liberdade se deu depois que o Ministério Público apresentou o recebimento dos memoriais do processo da 'Operação Leak', na qual Valmir e Igor são acusados por desvios de recursos e lavagem de dinheiro na gestão do Matadouro Municipal de Lagarto. O MP ainda argumenta que há suspeitas de destruição de provas relacionadas à investigação e denunciou recentemente a concessão de possíveis regalias que estariam sendo concedidas ao prefeito afastado no Presmil, onde ele foi encontrado jogando cartas na biblioteca da unidade.
Schietti ainda requisitou requisição de informações e pediu vista ao Ministério Público Federal. A defesa de Valmir avalia a entrada de outro recurso para tentar revogar a prisão dele e dos outros envolvidos. O primeiro pedido feito pela defesa do prefeito foi negado no dia 1º de março pelo mesmo ministro.

O ministro Rogério  Schietti Cruz, do Su- perior Tribunal de Justiça (STJ), negou pela segunda vez um pedido de habeas-corpus impetrado pela defesa do prefeito afastado de Lagarto, Valmir Monteiro, preso desde o dia 22 de fevereiro e principal investigado da 'Operação Leak', do Ministério Público Estadual (MPE). A decisão, tomada nesta segunda-feira, deve ser publicada hoje pelo Diário da Justiça e se estende ao genro de Valmir, Igor Ribeiro Aragão, que também foi preso na operação. Os dois permanecem detidos em seus respectivos presídios - Valmir está no Presídio Militar (Presmil), na capital.
Segundo o STJ, a negativa do pedido de liberdade se deu depois que o Ministério Público apresentou o recebimento dos memoriais do processo da 'Operação Leak', na qual Valmir e Igor são acusados por desvios de recursos e lavagem de dinheiro na gestão do Matadouro Municipal de Lagarto. O MP ainda argumenta que há suspeitas de destruição de provas relacionadas à investigação e denunciou recentemente a concessão de possíveis regalias que estariam sendo concedidas ao prefeito afastado no Presmil, onde ele foi encontrado jogando cartas na biblioteca da unidade.
Schietti ainda requisitou requisição de informações e pediu vista ao Ministério Público Federal. A defesa de Valmir avalia a entrada de outro recurso para tentar revogar a prisão dele e dos outros envolvidos. O primeiro pedido feito pela defesa do prefeito foi negado no dia 1º de março pelo mesmo ministro.