Protesto de movimentos sociais lembra morte de Marielle

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Movimentos sociais protestam em homenagem a Marielle
Movimentos sociais protestam em homenagem a Marielle

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Publicada em 15/03/2019 às 06:22:00

 

Integrantes de movimentos sociais, sindicais e feministas fizeram uma manifestação ontem à tarde na Praça Olímpio Campos, no centro, em frente à Câmara Municipal de Aracaju. O ato foi para lembrar o dia da morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes, assassinados há um ano no Rio de Janeiro. Os ativistas fizeram um ato ecumênico, com um orações e cantos conduzidos pelo padre católico Isaías Nascimento, da Diocese de Propriá, e pela ialorixá Anaíres Lima, coordenadora estadual do Movimento Negro Unificado (MNU). Após o ato, os manifestantes saíram em passeata pelas ruas do Centro Comercial, até chegarem à Praça Fausto Cardoso.
Durante o protesto, os discursos e cartazes cobravam mais profundidade nas investigações do crime, de modo a se descobrir quem foram os mandantes do assassinato da vereadora, que se destacava como ativista dos direitos humanos e da população negra do Rio. A pergunta mais frequente eras "Quem mandou matar Marielle e Anderson?". Anteontem, a polícia fluminense prendeu um policial militar e um sargento reformado da PM, acusados de terem atirado contra o carro de Marielle no momento em que ela saía de uma palestra. 

Integrantes de movimentos sociais, sindicais e feministas fizeram uma manifestação ontem à tarde na Praça Olímpio Campos, no centro, em frente à Câmara Municipal de Aracaju. O ato foi para lembrar o dia da morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista Anderson Gomes, assassinados há um ano no Rio de Janeiro. Os ativistas fizeram um ato ecumênico, com um orações e cantos conduzidos pelo padre católico Isaías Nascimento, da Diocese de Propriá, e pela ialorixá Anaíres Lima, coordenadora estadual do Movimento Negro Unificado (MNU). Após o ato, os manifestantes saíram em passeata pelas ruas do Centro Comercial, até chegarem à Praça Fausto Cardoso.
Durante o protesto, os discursos e cartazes cobravam mais profundidade nas investigações do crime, de modo a se descobrir quem foram os mandantes do assassinato da vereadora, que se destacava como ativista dos direitos humanos e da população negra do Rio. A pergunta mais frequente eras "Quem mandou matar Marielle e Anderson?". Anteontem, a polícia fluminense prendeu um policial militar e um sargento reformado da PM, acusados de terem atirado contra o carro de Marielle no momento em que ela saía de uma palestra.