Presos três acusados por morte de farmacêutico em Monte Alegre

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Os presos pelo assassinato do farmêutico em Monte Alegre
Os presos pelo assassinato do farmêutico em Monte Alegre

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Publicada em 01/03/2019 às 22:46:00

 

A Polícia Civil apresentou ontem o resultado das investigações sobre o assassinato do farmacêutico John Michel Brito de Almeida, encontrado morto em um lixão na cidade de Monte Alegre de Sergipe (Sertão), no dia 29 de novembro de 2018. Segundo as investigações da Coordenadoria da Polícia Civil no Interior (Copci), a vítima foi sequestrada, torturada e executada durante a madrugada em Poço Redondo. Três suspeitos do crime de envolvimento com o crime foram presos. Hionas Feitosa dos Santos e Bernardino Carvalho de Oliveira - apontado como mandante do crime - foram detidos no povoado Santa Rosa do Ermírio, em Poço Redondo. O terceiro envolvido, Edilson Marques da Silva, estava na cidade de Pinhais (PR) e foi encontrado com o auxílio da Polícia Civil paranaense. 
O delegado Fábio Pereira, da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci), que presidiu o inquérito, detalhou a motivação do crime e as circunstâncias em que ocorreram as prisões dos acusados. Segundo o delegado, as investigações iniciaram com a equipe da Delegacia Regional de Nossa Senhora da Glória, que foram encaminhadas para o local e colheram informações sobre os possíveis autores. Na ocasião, foram pleiteadas algumas medidas cautelares pelo Ministério Público, o que facilitou as investigações. A partir daí, a polícia conseguiu provar que os indivíduos estavam, de fato, no local e no momento em que a vítima foi sequestrada e no mesmo ponto em que o corpo foi desovado.
No decurso das investigações, o caso passou a ser acompanhado pela Copci. De acordo com levantamentos, existem provas técnicas que colocam os suspeitos na cena do crime, pois foi constatado que o principal envolvido no crime estava no mesmo bar que a vítima antes do sequestro. A polícia levantou que, em nenhum momento o autor dirigiu a palavra a Jhon, apenas no momento em que este saiu e logo foi seguido por ele.
A polícia afirma que o ciúme motivou o crime, já que, segundo investigações, Bernardino tinha uma ex-namorada, que conhecia o John Michel Brito de Almeida e também era frequentadora do mesmo bar em que a vítima foi sequestrada. Numa das ocasiões em que a mulher e John frequentaram o bar, eles foram à casa do farmacêutico, com algumas amigas e amigos, onde tiraram fotografias e compartilharam em redes sociais, suscitando a ira de Bernardino.
Nas ouvidas, os acusados negaram a participação no crime, montaram histórias que facilmente foram desmentidas por meio das provas resultadas das investigações. O trio infrator narra versões consideradas mentirosas e entra em contradição. Ainda segundo o delegado, no dia do crime, os infratores se reuniram para executar a ação, sequestraram, vendaram a vítima e subtraíram seus pertences, assassinando-a e jogando o seu corpo num lixão. No momento da prisão de Bernardino, também foram encontradas munições de calibre 12 e um rifle.
Fábio Pereira ressaltou que a elucidação do crime só foi possível graças ao empenho dos policiais envolvidos e ao atendimento célere pelo Ministério Público e Poder judiciário de Monte Alegre, que demandaram autorizações judiciais. A ação contou com o apoio do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).

A Polícia Civil apresentou ontem o resultado das investigações sobre o assassinato do farmacêutico John Michel Brito de Almeida, encontrado morto em um lixão na cidade de Monte Alegre de Sergipe (Sertão), no dia 29 de novembro de 2018. Segundo as investigações da Coordenadoria da Polícia Civil no Interior (Copci), a vítima foi sequestrada, torturada e executada durante a madrugada em Poço Redondo. Três suspeitos do crime de envolvimento com o crime foram presos. Hionas Feitosa dos Santos e Bernardino Carvalho de Oliveira - apontado como mandante do crime - foram detidos no povoado Santa Rosa do Ermírio, em Poço Redondo. O terceiro envolvido, Edilson Marques da Silva, estava na cidade de Pinhais (PR) e foi encontrado com o auxílio da Polícia Civil paranaense. 
O delegado Fábio Pereira, da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci), que presidiu o inquérito, detalhou a motivação do crime e as circunstâncias em que ocorreram as prisões dos acusados. Segundo o delegado, as investigações iniciaram com a equipe da Delegacia Regional de Nossa Senhora da Glória, que foram encaminhadas para o local e colheram informações sobre os possíveis autores. Na ocasião, foram pleiteadas algumas medidas cautelares pelo Ministério Público, o que facilitou as investigações. A partir daí, a polícia conseguiu provar que os indivíduos estavam, de fato, no local e no momento em que a vítima foi sequestrada e no mesmo ponto em que o corpo foi desovado.
No decurso das investigações, o caso passou a ser acompanhado pela Copci. De acordo com levantamentos, existem provas técnicas que colocam os suspeitos na cena do crime, pois foi constatado que o principal envolvido no crime estava no mesmo bar que a vítima antes do sequestro. A polícia levantou que, em nenhum momento o autor dirigiu a palavra a Jhon, apenas no momento em que este saiu e logo foi seguido por ele.
A polícia afirma que o ciúme motivou o crime, já que, segundo investigações, Bernardino tinha uma ex-namorada, que conhecia o John Michel Brito de Almeida e também era frequentadora do mesmo bar em que a vítima foi sequestrada. Numa das ocasiões em que a mulher e John frequentaram o bar, eles foram à casa do farmacêutico, com algumas amigas e amigos, onde tiraram fotografias e compartilharam em redes sociais, suscitando a ira de Bernardino.
Nas ouvidas, os acusados negaram a participação no crime, montaram histórias que facilmente foram desmentidas por meio das provas resultadas das investigações. O trio infrator narra versões consideradas mentirosas e entra em contradição. Ainda segundo o delegado, no dia do crime, os infratores se reuniram para executar a ação, sequestraram, vendaram a vítima e subtraíram seus pertences, assassinando-a e jogando o seu corpo num lixão. No momento da prisão de Bernardino, também foram encontradas munições de calibre 12 e um rifle.
Fábio Pereira ressaltou que a elucidação do crime só foi possível graças ao empenho dos policiais envolvidos e ao atendimento célere pelo Ministério Público e Poder judiciário de Monte Alegre, que demandaram autorizações judiciais. A ação contou com o apoio do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e da Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol).