Lula não foi a São Bernardo após decisão do STF, informa líder do PT

Nacional

 

Daniel Mello e Bruno Bocchini 
Agência Brasil  
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi a São Bernardo do Campo (SP) para encontrar a família ontem (30). No início da tarde, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, concedeu autorização para Lula deixar a prisão e se encontrar com parentes em razão do velório e enterro do corpo do irmão dele, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá. Ele morreu anteontem (29) devido a complicações de um câncer de pulmão.
Pela decisão de Toffoli, Lula poderia se encontrar exclusivamente com parentes em uma unidade militar e foi proibido de usar celulares ou dar declarações públicas e entrevistas à imprensa. A liminar foi proferida cerca de 30 minutos antes do sepultamento do corpo, que ocorreu por volta das 13h, no Cemitério Pauliceia, em São Bernardo do Campo (SP).
De acordo com a defesa de Lula, o encontro em uma unidade militar agravaria o sofrimento da família.
"Ocorre que a decisão proferida por Vossa Excelência chegou ao conhecimento do Peticionário quando seu irmão já havia sido sepultado. Diante disso e por entender que o encontro com seus familiares horas após o sepultamento de seu irmão em uma unidade militar, na forma consignada na decisão, terá o condão de agravar o sofrimento já bastante elevado de seus membros, o Peticionário informou à sua Defesa técnica que não tem o desejo de realizar o deslocamento nesta oportunidade", destaca o texto.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não foi a São Bernardo do Campo (SP) para encontrar a família ontem (30). No início da tarde, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, concedeu autorização para Lula deixar a prisão e se encontrar com parentes em razão do velório e enterro do corpo do irmão dele, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá. Ele morreu anteontem (29) devido a complicações de um câncer de pulmão.
Pela decisão de Toffoli, Lula poderia se encontrar exclusivamente com parentes em uma unidade militar e foi proibido de usar celulares ou dar declarações públicas e entrevistas à imprensa. A liminar foi proferida cerca de 30 minutos antes do sepultamento do corpo, que ocorreu por volta das 13h, no Cemitério Pauliceia, em São Bernardo do Campo (SP).
De acordo com a defesa de Lula, o encontro em uma unidade militar agravaria o sofrimento da família.
"Ocorre que a decisão proferida por Vossa Excelência chegou ao conhecimento do Peticionário quando seu irmão já havia sido sepultado. Diante disso e por entender que o encontro com seus familiares horas após o sepultamento de seu irmão em uma unidade militar, na forma consignada na decisão, terá o condão de agravar o sofrimento já bastante elevado de seus membros, o Peticionário informou à sua Defesa técnica que não tem o desejo de realizar o deslocamento nesta oportunidade", destaca o texto.

 


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