Eleições na Assembleia

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Depois do deputado federal reeleito Fábio Mitidieri (PSD), o ex-deputado federal Heleno Silva (PRB), que concorreu ao Senado na eleição passada na oposição e pela coligação do candidato a governador Eduardo Amorim (PSDB), conversou ontem à tarde com o sen
Depois do deputado federal reeleito Fábio Mitidieri (PSD), o ex-deputado federal Heleno Silva (PRB), que concorreu ao Senado na eleição passada na oposição e pela coligação do candidato a governador Eduardo Amorim (PSDB), conversou ontem à tarde com o sen

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Publicada em 30/01/2019 às 06:02:00

 

Ainda em 2018 demonstravam preten-
são de disputar a presidência da Assem-
bleia Legislativa no biênio 2019/2020 três aliados do governador reeleito Belivaldo Chagas (PSD): o atual presidente Luciano Bispo (MDB), o vice-presidente Garibalde Mendonça (MDB) e o 1º secretário Jeferson Andrade (PSD).
Para evitar desentendimento entre aliados Belivaldo sentou com eles e conseguiu um consenso em torno do nome de Luciano Bispo para presidente. Só que logo depois desse entendimento político, já em dezembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a cassação do novo mandato de Bispo por improbidade administrativa, o que levou a diplomação do suplente Robson Viana (PSD ).
Essa decisão do TSE levou a estaca zero o consenso para presidente da Alese. Jeferson Andrade e Garibalde Mendonça conversaram sobre a possibilidade de uma nova composição, no caso do impedimento de Luciano em ser empossado deputado em 1º de fevereiro, e entrou na disputa o também aliado do governo Zezinho Guimarães (MDB).
Em busca de votos e por ser mais velho que Jeferson e Garibalde, o deputado Zezinho começou a trabalhar para ter os 12 votos necessários para se eleger presidente. Atuou não só junto à bancada governista, como aos deputados eleitos e reeleitos da oposição e tidos como independentes. 
É que por ser o mais velho só precisaria dos 12 votos em caso de empate ao invés dos 13 da maioria para ganhar a eleição, conforme regimento interno da Casa. Alguns dias depois de ter entrado em campanha, Zezinho já dizia que só faltava um voto. Depois passou a declarar que já tinha os votos necessários para ser eleito presidente.
Dentro desse clima de disputa acirrada Luciano Bispo conseguiu, a uma semana da posse e eleição da Mesa, liminar junto a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, permitindo ser empossado deputado e disputar a presidência da Assembleia.
 Com isso, Bispo voltou ao jogo. Manteve sua candidatura a presidente da Alese só que tendo como vice Francisco Gualberto (PT) e como 1º secretário Jeferson. Gualberto assegurou a vaga de vice no lugar de Garibalde após comunicar ao governador Belivaldo Chagas (PSD) que não teria mais condições de continuar seu líder na Assembleia por questões pessoais e manifestar sua intenção do cargo por ser o único na Mesa que permitiria que pudesse conti nuar usando a tribuna da Alese e ajudar ao governo.
Zezinho Guimarães não aceitou de "guela a baixo" a definição desses nomes na chapa. Já disse que não acataria "chapa pronta" nas eleições que definiria a mesa diretora da Assembleia, que não admitiria a manutenção das mesmas pessoas na sua formação e defende que outros deputados possam também disputar os cargos.
Só que agora Zezinho pode perder força no apoio dos colegas pela presença de Luciano na disputa por ser uma pessoa "querida" dos deputados tanto da oposição quanto da situação, em razão de tratar bem a todos e manter aberta as portas do seu gabinete.
O que está pegando agora para Luciano ser o candidato de consenso, pela base aliada, é a indicação de Francisco Gualberto como vice, por ser do PT, que é um partido que já tem a vice-governadora, um senador e vários cargos no governo; e a de Jeferson Andrade como 1º secretário, por ser filho do presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Ulices Andrade, que acham que interfere nas decisões da Alese, onde já foi deputado e presidente. 
Já pela oposição o que está pegando para Luciano Bispo ser o candidato de consenso é o sentimento de "chapa pronta" com apoio do Poder Executivo e sem a participação direta dos 23 deputados eleitos e reeleitos.
Agora é aguardar o desenrolar dos acontecimentos nessas 48 horas, pois ainda tem muita água para rolar por debaixo da ponte...

Ainda em 2018 demonstravam preten- são de disputar a presidência da Assem- bleia Legislativa no biênio 2019/2020 três aliados do governador reeleito Belivaldo Chagas (PSD): o atual presidente Luciano Bispo (MDB), o vice-presidente Garibalde Mendonça (MDB) e o 1º secretário Jeferson Andrade (PSD).
Para evitar desentendimento entre aliados Belivaldo sentou com eles e conseguiu um consenso em torno do nome de Luciano Bispo para presidente. Só que logo depois desse entendimento político, já em dezembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a cassação do novo mandato de Bispo por improbidade administrativa, o que levou a diplomação do suplente Robson Viana (PSD ).
Essa decisão do TSE levou a estaca zero o consenso para presidente da Alese. Jeferson Andrade e Garibalde Mendonça conversaram sobre a possibilidade de uma nova composição, no caso do impedimento de Luciano em ser empossado deputado em 1º de fevereiro, e entrou na disputa o também aliado do governo Zezinho Guimarães (MDB).
Em busca de votos e por ser mais velho que Jeferson e Garibalde, o deputado Zezinho começou a trabalhar para ter os 12 votos necessários para se eleger presidente. Atuou não só junto à bancada governista, como aos deputados eleitos e reeleitos da oposição e tidos como independentes. 
É que por ser o mais velho só precisaria dos 12 votos em caso de empate ao invés dos 13 da maioria para ganhar a eleição, conforme regimento interno da Casa. Alguns dias depois de ter entrado em campanha, Zezinho já dizia que só faltava um voto. Depois passou a declarar que já tinha os votos necessários para ser eleito presidente.
Dentro desse clima de disputa acirrada Luciano Bispo conseguiu, a uma semana da posse e eleição da Mesa, liminar junto a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, permitindo ser empossado deputado e disputar a presidência da Assembleia.
 Com isso, Bispo voltou ao jogo. Manteve sua candidatura a presidente da Alese só que tendo como vice Francisco Gualberto (PT) e como 1º secretário Jeferson. Gualberto assegurou a vaga de vice no lugar de Garibalde após comunicar ao governador Belivaldo Chagas (PSD) que não teria mais condições de continuar seu líder na Assembleia por questões pessoais e manifestar sua intenção do cargo por ser o único na Mesa que permitiria que pudesse conti nuar usando a tribuna da Alese e ajudar ao governo.
Zezinho Guimarães não aceitou de "guela a baixo" a definição desses nomes na chapa. Já disse que não acataria "chapa pronta" nas eleições que definiria a mesa diretora da Assembleia, que não admitiria a manutenção das mesmas pessoas na sua formação e defende que outros deputados possam também disputar os cargos.
Só que agora Zezinho pode perder força no apoio dos colegas pela presença de Luciano na disputa por ser uma pessoa "querida" dos deputados tanto da oposição quanto da situação, em razão de tratar bem a todos e manter aberta as portas do seu gabinete.
O que está pegando agora para Luciano ser o candidato de consenso, pela base aliada, é a indicação de Francisco Gualberto como vice, por ser do PT, que é um partido que já tem a vice-governadora, um senador e vários cargos no governo; e a de Jeferson Andrade como 1º secretário, por ser filho do presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Ulices Andrade, que acham que interfere nas decisões da Alese, onde já foi deputado e presidente. 
Já pela oposição o que está pegando para Luciano Bispo ser o candidato de consenso é o sentimento de "chapa pronta" com apoio do Poder Executivo e sem a participação direta dos 23 deputados eleitos e reeleitos.
Agora é aguardar o desenrolar dos acontecimentos nessas 48 horas, pois ainda tem muita água para rolar por debaixo da ponte...

Reviravolta 

Em um embate dos deputados Luciano Bispo (MDB) e Zezinho Guimarães (MDB) pela presidência da Assembleia Legislativa no biênio 2019/2020, Zezinho perderá a vantagem do empate por não ser o candidato mais velho. O parlamentar tinha essa vantagem do mais velho em uma eventual disputa com Garibalde Mendonça (MDB) ou Jeferson Andrade (PSD). Agora, com Luciano candidato, é Bispo quem tem a vantagem do empate por ter a prerrogativa de ser o candidato com mais idade conforme regimento interno da Casa.

Não aceitou 1

Luciano conversou ontem, individualmente, com os deputados em busca de apoio e composição da chapa. Com a definição do nome de Francisco Gualberto (PT) como vice-presidente e a permanência de Jeferson Andrade como 1º secretário na chapa, Bispo ofereceu a 2º secretaria ao atual vice-presidente Garibalde Mendonça (MDB), que não aceitou.  

Não aceitou 2

Segundo Garibalde, não tinha como aceitar o convite se Luciano e Jeferson estão ocupando os mesmos cargos na nova chapa e só ele teria que deixar a vice-presidência para ser 2º secretário. "Como fui leal e solidário a Luciano, quando não havia uma decisão judicial favorável a ele, esperava que sendo empossado deputado e podendo disputar a presidência fosse mantida a mesma chapa", avalia.

Voz da experiência

Para o parlamentar, muita coisa vai rolar até às 15h da próxima sexta-feira, 1º de fevereiro, quando ocorrerá a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. "Muitas conversas vão ocorrer. Já vi chapas serem formadas 30 minutos antes da eleição", disse Garibalde que já tem cinco mandatos como deputado estadual.

Pela tangente

De Garibalde ao ser questionado pela coluna se poderá compor outra chapa ou apoiar um candidato que não seja Luciano: "Em toda minha vida sempre fui favorável ao consenso e sempre trabalhei por isso. Vamos esperar o desenrolar das coisas para ver como vai ficar".   

Otimistas

A coluna tem informações que a oposição está apostando na chateação de aliados do governo com a presença do PT na vice-presidência e de Jeferson Andrade na 1º secretaria para ganhar de Luciano Bispo, que enxergam como candidatos do governador Belivaldo Chagas (PSD). 

Mobilização

Ontem mesmo se reuniram às portas fechadas no gabinete de Georgeo Passos (PPS) o deputado eleito Rodrigo Valadares (PTB) e o deputado reeleito Capitão Samuel (PSC). Rodrigo é quem conversará com os deputados eleitos para construção de uma chapa de oposição. Já anteontem, durante café da manhã, o deputado Zezinho Guimarães (MDB) conversou com o deputado federal André Moura (PSC) e o ex-deputado estadual Zeca da Silva (PSC).   

Reunião petista 1

Durante reunião da Direção da Executiva Municipal do PT em Aracaju com lideranças petistas, realizada anteontem à noite, na sede do partido, ficou definida a criação de um Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) para as eleições 2020. Assim como a realização de atos para comemorar os 39 anos da legenda 

Reunião petista 2

Segundo o presidente municipal, Jefferson Lima, o PT está coeso para o seu fortalecimento com vistas ao pleito eleitoral de 2020. "O central é fortalecer o PT para as Eleições 2020, fomentando a reflexão sobre as questões municipais, estimulando a filiação de novos companheiros e de lideranças dos diversos bairros de Aracaju para que seja construída uma chapa forte com candidaturas à vereança que tenham identidade ética e social com o histórico de transformação do partido", explicou.

Aniversário do PT

Revelou Jeferson que para comemorar os 39 anos do PT, haverá um Ciclo de Debates que acontecerá entre os dias 8 e 11 de fevereiro. "A programação ainda não foi fechada completamente, mas será uma semana muito especial. A deputada federal do Rio de Janeiro Benedita da Silva confirmou presença no dia 11", disse.

Fundo partidário 1

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) de ontem a relação dos partidos políticos que atingiram a cláusula de desempenho e, portanto, terão direito ao recebimento de recursos do Fundo Partidário a partir do dia 1° de fevereiro deste ano. Do total de 35 partidos registrados no TSE, 21 terão acesso aos recursos do Fundo, cujo valor global para 2019 foi estabelecido em R$ 927.750.60 pela Lei Orçamentária Anual (LOA). 

Fundo partidário 2

As 21 agremiações que terão acesso aos recursos do Fundo, com os respectivos percentuais de votos válidos a serem utilizados para fins de cálculo do valor a ser recebido, são as seguintes: PSL, 12,81%; PT, 11,32%; PSDB 6,60%; PSD, 6,43%; PP, 6,12%; PSB, 6,02%; MDB, 6,08%; PR, 5,84%; PRB, 5,58%; DEM, 5,12%; PDT, 5,08%; PSOL, 3,11%; NOVO, 3,07%; PODE, 2,51%; PROS, 2,28%; PTB, 2,26%; SOLIDARIEDADE, 2,18%; AVANTE, 2,06%; PPS, 1,78%; PSC, 1, 97%; e PV 1,78%. 

Veja essa ...

O Brasil tem 35 partidos políticos e conta hoje com um total de 75 partidos em processo de formação, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso significa que essas legendas já obtiveram um mínimo de 101 fundadores e comunicaram ao TSE que estão devidamente registradas como pessoa jurídica no cartório de registro civil. 

Curtas

O governador Belivaldo Chagas ainda não teve qualquer conversa com os deputados da base aliada sobre a eleição da Mesa Diretora da Assembleia, em que Luciano Bispo já apresentou Francisco Gualberto como vice e Jeferson Andrade como 1º secretário.  

Belivaldo pode se envolver até essa sexta-feira, caso Luciano Bispo não consiga apagar o incêndio com relação a definição desses nomes e exclusão de Garibalde Mendonça da vice-presidência. 

Ontem, ao lado da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, o vice-presidente nacional do partido, Marcio Macedo, participou de uma reunião do Comitê Nacional #Lulalivre.

Foi inaugurado ontem em Umbaúba o Centro de Referência  de Assistência  Social  (Cras) "Astéria Fontes Góis ", com recursos obtidos pelo deputado federal André Moura (PSC-SE). A obra teve um custo aditivo de R$ 278.000,00.