Eleição na Alese

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O secretário de Estado da Administração (Sead), George Trindade, recebeu na manhã de ontem a visita, em seu gabinete, do superintendente Comercial do Banco do Brasil de Aracaju, Marcos Pimenta Lima. Acompanhado pela gerente de relacionamento Edênia Teodor
O secretário de Estado da Administração (Sead), George Trindade, recebeu na manhã de ontem a visita, em seu gabinete, do superintendente Comercial do Banco do Brasil de Aracaju, Marcos Pimenta Lima. Acompanhado pela gerente de relacionamento Edênia Teodor

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Publicada em 25/01/2019 às 05:50:00

 

Estamos a oito dias da posse dos deputa-
dos estaduais eleitos e, consequentemen-
te, da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2019/2020. Sabe-se que o governador Belivaldo Chagas (PSD) ainda não atuou na eleição junto aos aliados.
Até o momento o governador só teve uma conversa pelo consenso, ainda no ano passado, com os aliados com pretensões de disputar a presidência: Luciano Bispo (MDB), Garibalde Mendonça (MDB) e Jeferson Andrade (PSD). Ele conseguiu o entendimento em torno do nome de Luciano para ser o candidato, até pelo fato de vir fazendo uma gestão que agrada a todos os parlamentares.
O consenso em torno do nome de Bispo se tornou um problema a menos para Belivaldo, que iniciou seu novo governo em 1º de janeiro com um déficit de R$ 500 milhões nas contas do estado, com a preocupação de fechar o primeiro e segundo escalão, de pagar salário dos servidores públicos, aposentados e pensionistas, assim como pagar aos prestadores de serviços.    
Só que em dezembro do ano passado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a cassação do mandato de Luciano pela acusação de improbidade administrativa, quando prefeito de Itabaiana, e até o fechamento ontem desta coluna a presidente Rosa Weber ainda não tinha se pronunciado sobre novo recurso da defesa do presidente da Assembleia.
Belivaldo, que está aguardando posição da justiça, terá que cair em campo agora para tentar buscar um novo acordo entre os aliados e, consequentemente, evitar um racha na bancada. Isso porque a indefinição sobre a posse de Luciano a poucos dias da eleição da Mesa Diretora levou os deputados estaduais com pretensões de disputar a presidência e formação na Mesa a caírem em campo pelo apoio dos colegas.
O deputado Zezinho Guimarães (MDB) também entrou na disputa pelo comando da Assembleia e trabalha apoio não somente junto a bancada governista, mas, também, da oposição. Ele tem dito, agora, que já conseguiu os votos necessários para ser eleito presidente.
Belivaldo vai tentar um novo consenso em uma reunião com a bancada governista na próxima segunda-feira. Se até lá sair uma decisão judicial a favor de Luciano tentará fazer com que o acordo inicial seja mantido de Bispo ser o nome. Caso não seja favorável, deverá buscar um novo entendimento que não deverá ser fácil porque está grande a mobilização dos deputados postulantes a presidência pelo apoio dos colegas.
Não acontecendo um consenso entre os aliados na formação da nova Mesa Diretora, ele terá dois caminhos: lavar as mãos, como fez Pilatos, ou apoiar um dos candidatos aliados.
Agora é aguardar para ver...

Estamos a oito dias da posse dos deputa- dos estaduais eleitos e, consequentemen- te, da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2019/2020. Sabe-se que o governador Belivaldo Chagas (PSD) ainda não atuou na eleição junto aos aliados.
Até o momento o governador só teve uma conversa pelo consenso, ainda no ano passado, com os aliados com pretensões de disputar a presidência: Luciano Bispo (MDB), Garibalde Mendonça (MDB) e Jeferson Andrade (PSD). Ele conseguiu o entendimento em torno do nome de Luciano para ser o candidato, até pelo fato de vir fazendo uma gestão que agrada a todos os parlamentares.
O consenso em torno do nome de Bispo se tornou um problema a menos para Belivaldo, que iniciou seu novo governo em 1º de janeiro com um déficit de R$ 500 milhões nas contas do estado, com a preocupação de fechar o primeiro e segundo escalão, de pagar salário dos servidores públicos, aposentados e pensionistas, assim como pagar aos prestadores de serviços.    
Só que em dezembro do ano passado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a cassação do mandato de Luciano pela acusação de improbidade administrativa, quando prefeito de Itabaiana, e até o fechamento ontem desta coluna a presidente Rosa Weber ainda não tinha se pronunciado sobre novo recurso da defesa do presidente da Assembleia.
Belivaldo, que está aguardando posição da justiça, terá que cair em campo agora para tentar buscar um novo acordo entre os aliados e, consequentemente, evitar um racha na bancada. Isso porque a indefinição sobre a posse de Luciano a poucos dias da eleição da Mesa Diretora levou os deputados estaduais com pretensões de disputar a presidência e formação na Mesa a caírem em campo pelo apoio dos colegas.
O deputado Zezinho Guimarães (MDB) também entrou na disputa pelo comando da Assembleia e trabalha apoio não somente junto a bancada governista, mas, também, da oposição. Ele tem dito, agora, que já conseguiu os votos necessários para ser eleito presidente.
Belivaldo vai tentar um novo consenso em uma reunião com a bancada governista na próxima segunda-feira. Se até lá sair uma decisão judicial a favor de Luciano tentará fazer com que o acordo inicial seja mantido de Bispo ser o nome. Caso não seja favorável, deverá buscar um novo entendimento que não deverá ser fácil porque está grande a mobilização dos deputados postulantes a presidência pelo apoio dos colegas.
Não acontecendo um consenso entre os aliados na formação da nova Mesa Diretora, ele terá dois caminhos: lavar as mãos, como fez Pilatos, ou apoiar um dos candidatos aliados.
Agora é aguardar para ver...

Lenha na fogueira 1

Um aliado do governador Belivaldo Chagas (PSD) disse ontem à coluna que ele não foi habilidoso ao encaminhar para a presidência da Assembleia Legislativa, às vésperas da eleição da Mesa Diretora do biênio 2019/2020, ofício comunicando que a partir de fevereiro deste ano qualquer cessão de servidores do Executivo para o Legislativo somente será feita sem ônus para o órgão cedente, ou seja, só com ônus para a Alese. E ainda ter estabelecido que a Alese terá até o dia 30 de janeiro para comunicar o interesse na sessão com ônus somente para o Legislativo, sob pena de bloqueio dos vencimentos dos servidores.

Lenha na fogueira 2

Para o aliado, isso criará dificuldades na busca de um entendimento com a bancada. "Atos como este às vésperas de uma eleição da Mesa Diretora de uma nova legislatura na Alese só servem para inflamar ainda mais a base do governo, que já está na bronca. Acabou jogando lenha na fogueira, pois geralmente quem tem servidores em seus respectivos gabinetes nessas condições são justamente os deputados da base do governo", avalia, enfatizando que o governador poderia ter enviado o ofício somente no dia 2 de fevereiro, após a eleição.

Fim da picada

Nesse momento de crise econômica, de dificuldade para o Governo do Estado e grande massa dos servidores públicos do Poder Executivo que estão com salários defasados por não terem reajuste há cinco anos, vem causando indignação na sociedade a folha de pessoal do Tribunal de Contas do Estado que está circulando nas redes sociais, com salários de marajás pagos aos conselheiros do Estado e dezenas de funcionários daquela Corte. Os conselheiros receberam em janeiro entre R$ 52 mil e R$ 59 mil de salário, bem mais que vencimento de governador de Estado, que é de R$ 30 mil. Além disso, a folha mostra vários funcionários do TCE recebendo salários de mais de R$ 30 mil. 

Ainda o Hospital do Câncer 1

Como deputado federal e nos oito anos como senador, Eduardo Amorim (PSDB) sempre destinou recursos de emendas do Orçamento da União para construção do Hospital do Câncer em Sergipe e cobrou a execução da obra. Como não poderia ser diferente, ontem, em entrevista a Jovem Pan, criticou indiretamente o governador reeleito pelo não interesse na construção do hospital que segundo ele "nunca foi feito por falta de dinheiro, mas por falta de vontade de fazer".

Ainda o Hospital do Câncer 2

Questionou Eduardo: "Qual leito foi criado no terreno onde será construído o Hospital do Câncer? Não há coerência nisso.  E a ideia que se passa é que, mesmo aliados, ao reiniciarem a gestão com nomes diferentes eles se colocam como o novo. E lá se vão mais de 12 anos no poder".

Ainda o Hospital do Câncer 3

Admitiu que em 2018 decidiu disputar o governo para priorizar a saúde e, consequentemente, a construção do hospital. Foi quando afirmou: "Se eu quisesse disputar algo menos competitivo teria disputado o legislativo mais uma vez, mas eu fazia sempre uma reflexão: Quantas emendas mais eu teria que colocar para construir o Hospital do Câncer, por exemplo? Do que depende esse sonho? Só o executivo conseguiria fazer. Por isso tentei por dois momentos".

Na medicina e na política

Ressaltou ainda na entrevista que a partir de 1º de fevereiro, quando ficará sem mandato, continuará exercendo seu papel de oposição e questionando melhorias para Sergipe. "Quando a gente tem uma oposição fragilizada a gente tem um governo com tendências ditatórias, que faz o que quer, aumenta tributos, aumenta salários de quem quer e da forma que quer", disse Eduardo, enfatizando que voltará para a medicina.

Resposta ao senador 

De Belivaldo Chagas ao visitar ontem o Hospital Cirurgia para conhecer as futuras instalações do novo Centro de Imagens e Radioterapia da unidade: "Presenciamos, nos últimos anos, uma discussão no que diz respeito à possibilidade de construção do Hospital do Câncer de Sergipe. A gente precisa, cada vez mais, trabalhar de forma organizada, planejada, para que a gente possa, dentro da nossa realidade, proporcionar melhores serviços para a população. Com o centro finalizado aqui, e a partir do seu funcionamento, podemos unir esses serviços aos que já temos no Huse e, de forma modulada, passaremos a ampliar as ações de oncologia. O momento é de nos adequarmos à realidade".

PSL em Estância 1

O Diretório Municipal do PSL de Estância decidiu que o partido terá candidato a prefeito em 2020 e apresenta não só o nome do presidente municipal Dr. Wilton Barroso como um possível pré-candidato. A legenda também cita o empresário Igor Satler, o Igor da Ração; Martinho Barreto; e Dionísio Neto e ainda destaca, em nota, que tem um forte nome que será "uma verdadeira marretada que poderá provocar uma tremenda mudança no cenário político atual de Est&acir c;ncia".

PSL em Estância 2

O PSL do presidente Jair Bolsonaro, que também quer formar uma chapa boa de candidatos a vereador no município, não aceita a permanência no partido do presidente da Câmara de Vereadores, André Graça, pelo fato dele não ter apoiado os candidatos da legenda nas eleições 2018. Fala até em infidelidade partidária.

Emergência

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), publicou o Reconhecimento Federal de situação de emergência em 23 municípios dos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Com a medida, formalizada no Diário Oficial da União (DOU) de ontem, os entes já podem solicitar ajuda emergencial e recursos da União. De Sergipe foram reconhecidos em emergência em virtude da seca os municípios de Carira e Tobias Barreto.

Auxílio

Para receber auxílio da Defesa Civil Nacional, estados e/ou municípios precisam obter o reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública - deferido pelo Governo Federal após a análise do decreto estadual, que deve atender aos critérios exigidos pela Instrução Normativa MI nº 2/2016.

Seca

Em Sergipe já são 26 municípios em emergência em virtude da seca, atingindo cerca de 260 mil pessoas. Somadas a Operação Pipa Estadual e a realizada pelo Exército, são atendidos por caminhões-pipas os municípios de Monte Alegre, Frei Paulo, Porto da Folha, Poço Verde, Pinhão, Glória, Aparecida, Poço Redondo, Tobias Barreto, Carira e Gararu.

Veja essa ...

Na manhã de ontem a prefeita Carminha Mendonça (Itabaiana-PSC) participou da primeira sessão extraordinária da Câmara Municipal para acompanhar a apreciação e votação de projetos do Poder Executivo. Em represália, vereadores da base aliada do prefeito afastado Valmir de Francisquinho (PR) deixaram o plenário impedindo análise e votação de projetos de ajuda financeira a instituições filantrópicas como Parque dos Falcões, APAE e IFA, que presta Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) para pessoas portadoras de Transtornos Mentais. Além d e projeto que reajusta o piso salarial dos professores estabelecido na Lei Federal 11.738/08.

Curtas

O Diretório Municipal do PT de Aracaju vai se reunir na próxima segunda-feira, 28, visando discutir a organização do partido para as eleições 2020 e a reaproximação com os movimentos sociais.

O vereador Professor Bittencourt (PCdoB) pediu ontem a vice-governadora Eliane Aquino (PT) apoio pela permanência da Comissão da Verdade, que foi instalada em 2015 visando elucidar violações aos Direitos Humanos envolvendo sergipanos de 1946 a 1988 e garantir o direito à memória e à verdade histórica.

O deputado federal eleito do PSOL Jean Wyllys, representante do movimento LGBT na Câmara,  surpreendeu ao anunciar ontem que desistiu de assumir o seu terceiro mandato e vai deixar o país diante do número crescente de ameaças que recebe desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

Do vereador David Miranda (PSOL-RJ) - que assumirá a vaga de Wyllys  na Câmara, na condição de primeiro suplente, em resposta a uma tuitada  de Bolsonaro postada tão logo o deputado reeleito anunciou sua renúncia dizendo "Grande dia!: "Sai um LGBT, mas entra outro".