Empresas de ônibus entram com ação contra \'Uber Juntos\'

Cidades

 

Empresas de ônibus coletivo atuantes em 15 capitais brasileiras, incluindo Aracaju, estão acionando o poder público judiciário na perspectiva de inibir a atuação do Uber Juntos, modalidade do aplicativo que permite a usuários que percorrem trajetos parecidos compartilharem a mesma corrida. Conforme esclarecimentos apresentados pelos grupos empresariais, esse tipo de transporte é considerado irregular, e, consequentemente, resulta em danos financeiros para as empresas em virtude da perda gradual de passageiros. Além de Aracaju, também compõe a lista dos críticos as cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Maceió (AL).
Sobre as perdas reais no faturamento das empresas, a diretoria executiva da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estima que no primeiro momento a fuga de demanda pode girar em torno de 5% e 7%. Em Aracaju e Maceió a informação repassada pela NTU é que o sistema de transporte alternativo ainda não foi implantado, mas está em fase final do projeto operacional e pode ser instalado em menos de dois meses. Sobre a modalidade em discussão, a Associação das Empresas de Transporte alegam que o Uber Juntos se torna clandestino a partir do momento em que o sistema não se enquadra às mesmas regras que os ônibus coletivos.
Sobre o assunto, na tarde de ontem a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp) informou que nesta quarta-feira, 23, se pronunciará oficialmente.
O que diz o Uber - Por meio de nota oficial a empresa se defende dizendo a modalidade 'Uber Juntos' sequer se assemelha ao serviço de transporte público coletivo, mas, sim, em um sistema que combina viagens individuais com trajetos convergentes para compartilhar o mesmo veículo". A companhia afirma, em nota, que o serviço foi criado para "colocar mais pessoas em menos carros, e que, complementa o transporte público, ampliando o acesso dos usuários à rede pública principalmente na região central. A empresa optou por não se manifestar sobre o processo em andamento para a implantação do sistema em Aracaju e Maceió. (Milton Alves Júnior)

Empresas de ônibus coletivo atuantes em 15 capitais brasileiras, incluindo Aracaju, estão acionando o poder público judiciário na perspectiva de inibir a atuação do Uber Juntos, modalidade do aplicativo que permite a usuários que percorrem trajetos parecidos compartilharem a mesma corrida. Conforme esclarecimentos apresentados pelos grupos empresariais, esse tipo de transporte é considerado irregular, e, consequentemente, resulta em danos financeiros para as empresas em virtude da perda gradual de passageiros. Além de Aracaju, também compõe a lista dos críticos as cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Maceió (AL).
Sobre as perdas reais no faturamento das empresas, a diretoria executiva da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estima que no primeiro momento a fuga de demanda pode girar em torno de 5% e 7%. Em Aracaju e Maceió a informação repassada pela NTU é que o sistema de transporte alternativo ainda não foi implantado, mas está em fase final do projeto operacional e pode ser instalado em menos de dois meses. Sobre a modalidade em discussão, a Associação das Empresas de Transporte alegam que o Uber Juntos se torna clandestino a partir do momento em que o sistema não se enquadra às mesmas regras que os ônibus coletivos.
Sobre o assunto, na tarde de ontem a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município de Aracaju (Setransp) informou que nesta quarta-feira, 23, se pronunciará oficialmente.

O que diz o Uber - Por meio de nota oficial a empresa se defende dizendo a modalidade 'Uber Juntos' sequer se assemelha ao serviço de transporte público coletivo, mas, sim, em um sistema que combina viagens individuais com trajetos convergentes para compartilhar o mesmo veículo". A companhia afirma, em nota, que o serviço foi criado para "colocar mais pessoas em menos carros, e que, complementa o transporte público, ampliando o acesso dos usuários à rede pública principalmente na região central. A empresa optou por não se manifestar sobre o processo em andamento para a implantação do sistema em Aracaju e Maceió. (Milton Alves Júnior)


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