JB alfineta Heleno

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O senador eleito Rogério Carvalho (PT) já retornou ao Estado e ontem se reuniu com o prefeito de São Cristóvão. E registrou nas redes sociais: \"Esse prefeito aqui tem minha admiração! @marcossantanasc trabalha pelo povo e isso me fez ir à São Cristóv
O senador eleito Rogério Carvalho (PT) já retornou ao Estado e ontem se reuniu com o prefeito de São Cristóvão. E registrou nas redes sociais: \"Esse prefeito aqui tem minha admiração! @marcossantanasc trabalha pelo povo e isso me fez ir à São Cristóv

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Publicada em 17/01/2019 às 07:09:00

 

As constantes declarações do ex-de-
putado federal e ex-prefeito de Ca-
nindé do São Francisco, Heleno Silva (PRB), de que se arrependeu de ter deixado o seu agrupamento político e ido para a oposição para concorrer ao Senado em 2018, de reconhecer publicamente que errou e já no segundo turno das eleições apoiou Belivaldo Chagas (PSD) levou o ex-governador Jackson Barreto (MDB) a se posicionar sobre isso.
À coluna ontem JB taxou Heleno de ser um "tremendo cara de pau" por falar em arrependimento e citar texto da bíblia que diz "bem aventurado os que se arrependem". "Heleno e Jony [deputado federal Jony Marcos] inauguraram em Sergipe um processo que nunca tinha acontecido: ser aliado de um governo, participar dele com posições e na véspera de uma eleição sai como se não tivesse havido uma aliança", afirma.
"Nunca vi na história de Sergipe e do país algo igual. Veja a aliança do governador Rui Costa (PT) na Bahia e do senador Renan Calheiros (MDB) em Alagoas. Ela vem de anos. Em 2018 compuseram a chapa havendo um respeito entre os políticos aliados", declarou, ressaltando que o PRB foi um partido prestigiado no seu governo e ele [JB] foi a "vítima maior" do partido.
Para o ex-governador é "imperdoável" o comportamento político de Heleno e Jony. "Não se pode mais ter confiança nem credibilidade neles. Iniciaram um estilo, uma coisa vergonhosa em Sergipe de participarem de um projeto político e depois mudarem de posição, traírem o governo em cima das eleições. Quem pode confiar mais neles? Quem está preocupado com o arrependimento deles?", alfinetou.
Prossegue Jackson com a crítica: "Qual é o grupo político que vai confiar em Jony e Heleno? Como homens de formação religiosa o exemplo que deram foi de falta de compostura, de respeito. Homens públicos fazem entendimentos, se respeitam, cumprem acordos, respeitam a sociedade e a opinião pública. Não participam o tempo todo de um projeto e na eleição rompe e vai para o outro lado".  
Finaliza JB em desabafo: "Agora Heleno perde a eleição e vive dizendo que está arrependido. Deve tá querendo ser lembrado pelo governo. Era melhor tá calado...". 

As constantes declarações do ex-de- putado federal e ex-prefeito de Ca- nindé do São Francisco, Heleno Silva (PRB), de que se arrependeu de ter deixado o seu agrupamento político e ido para a oposição para concorrer ao Senado em 2018, de reconhecer publicamente que errou e já no segundo turno das eleições apoiou Belivaldo Chagas (PSD) levou o ex-governador Jackson Barreto (MDB) a se posicionar sobre isso.
À coluna ontem JB taxou Heleno de ser um "tremendo cara de pau" por falar em arrependimento e citar texto da bíblia que diz "bem aventurado os que se arrependem". "Heleno e Jony [deputado federal Jony Marcos] inauguraram em Sergipe um processo que nunca tinha acontecido: ser aliado de um governo, participar dele com posições e na véspera de uma eleição sai como se não tivesse havido uma aliança", afirma.
"Nunca vi na história de Sergipe e do país algo igual. Veja a aliança do governador Rui Costa (PT) na Bahia e do senador Renan Calheiros (MDB) em Alagoas. Ela vem de anos. Em 2018 compuseram a chapa havendo um respeito entre os políticos aliados", declarou, ressaltando que o PRB foi um partido prestigiado no seu governo e ele [JB] foi a "vítima maior" do partido.
Para o ex-governador é "imperdoável" o comportamento político de Heleno e Jony. "Não se pode mais ter confiança nem credibilidade neles. Iniciaram um estilo, uma coisa vergonhosa em Sergipe de participarem de um projeto político e depois mudarem de posição, traírem o governo em cima das eleições. Quem pode confiar mais neles? Quem está preocupado com o arrependimento deles?", alfinetou.
Prossegue Jackson com a crítica: "Qual é o grupo político que vai confiar em Jony e Heleno? Como homens de formação religiosa o exemplo que deram foi de falta de compostura, de respeito. Homens públicos fazem entendimentos, se respeitam, cumprem acordos, respeitam a sociedade e a opinião pública. Não participam o tempo todo de um projeto e na eleição rompe e vai para o outro lado".  
Finaliza JB em desabafo: "Agora Heleno perde a eleição e vive dizendo que está arrependido. Deve tá querendo ser lembrado pelo governo. Era melhor tá calado...". 

Desabafo

Em uma roda de amigos, durante solenidade de posse de Alexandre Figueiredo na Secretaria da Transparência e Controle, realizada anteontem no auditório da Adema, o ex-governador Jackson Barreto (MDB) demonstrou sua mágoa não somente com Heleno Silva e Jony Marcos, mas, também, com o deputado federal eleito Fábio Henrique (PDT), que também deixou o governo na véspera das eleições para se aliar a oposição.  "Para não deixar Fábio Henrique morrer na política e voltar para a pista [policia rodoviária] quando deixou a Prefeitura de Socorro eu trouxe ele para o governo e depois me apunhalou pelas costas", chegou a declarar.

Fake News

De Jackson Barreto sobre as especulações de que pode ser candidato a prefeito da Barra dos Coqueiros em 2020: "É Fake News. Não sou candidato a nada".

Comando do MDB

À coluna ontem, Jackson Barreto disse que está estudando a possibilidade de ser o presidente estadual do MDB em substituição ao ex-prefeito João Augusto Gama. Confessa que essa reflexão maior tem a ver com o fato de que tudo hoje é denúncia e processo, mesmo sem má fé.

Fundação do MDB

Enquanto JB ainda analisa a possibilidade de assumir a presidência do MDB em Sergipe, o ex-secretário Benedito Figueiredo não tem dúvidas que quer estar no comando do partido. Tem declarado que deseja continuar presidindo a Fundação Ulisses Guimarães.

Só faltam quatro 

Com a posse ontem da médica Lêda Couto na Secretaria de Inclusão, Assistência Social e Trabalho e de Alexandre Figueiredo anteontem na Secretaria da Transparência e Controle, o governador Belivaldo Chagas só falta bater o martelo com a definição dos nomes de quatro das 14 secretarias existentes no primeiro escalão do governo. São elas: Turismo (SETUR); Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (SEAG); Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (SEDETEC); e a nova Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS).

Especulação 1

Como a coluna já divulgou a Secretaria de Turismo deve ficar com o PT, com indicação do presidente estadual do partido, o senador eleito Rogério Carvalho; e a da Agricultura vai permanecer com o PT da tendência do deputado federal reeleito João Daniel, podendo o nome para comandá-la ser o do diretor presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza. 

Especulação 2

Já a Secretaria de Desenvolvimento Econômico permanecerá com indicação do deputado federal eleito Laércio Oliveira (PP); e a de Desenvolvimento Urbano deve ficar com o MDB, podendo assumir o comando o diretor de Espaços Públicos e Abastecimento da Emsurb, Ubiracir Rabelo de Lima, que vem a ser sobrinho de Jackson Barreto e do deputado estadual reeleito Garibalde Mendonça (MDB).

Líder novato 1

Com os três deputados estaduais reeleitos do PSC descontentes com o tratamento do partido nas eleições 2018, que não destinou nenhum recurso do fundo partidário para a campanha, sobrou para o novato no parlamento, o deputado estadual eleito Ibrain Monteiro, ser o líder da sigla partidária  na Assembleia Legislativa. 

Líder novato 2

Pelo visto, essa legislatura que inicia dia 1º de fevereiro será marcada pelos novatos assumindo lideranças. O novato deputado federal eleito Major Vitor Hugo (PSL-GO), será o líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados e o estreante deputado estadual eleito Zezinho Sobral (Podemos) pode ser o líder do governo Belivaldo Chagas na Assembleia mediante Francisco Gualberto (PT) ter alegado questões pessoais para não permanecer como líder.  

É fogo 

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o presidente Jair Bolsonaro recebeu da Câmara R$ 33,7 mil de auxílio-mudança, salário extra pago pelo Congresso no início e no fim de cada legislatura para os parlamentares bancarem despesas com a transferência de cidade. O dinheiro caiu na conta de Bolsonaro em 28 de dezembro, três dias antes de ele assumir a Presidência. Com isso, naquele mês, embora não tenha ido uma vez sequer à Câmara, ele recebeu R$ 84,3 mil brutos, somada a parcela do 13º salário.

Veja essa ...

Do ex-deputado estadual Reinaldo Moura, pai do deputado federal André Moura (PSC), alfinetando indiretamente o deputado estadual reeleito Capitão Samuel que declarou que deixará o PSC e se filiará ao PSL com mais dois deputados estaduais e um deputado federal: "A quem interessar possa estou lendo que um ilustre parlamentar está anunciado que vai deixar um determinado partido. Primeiro: fala, fala e ainda não falou nada. Segundo: se oferece, se oferece e ninguém ainda quis ele. Terceiro: chora, chora, mas teve a barriga cheia. Quarto: a legenda dele não é 90. Quinto: Se eu fosse presidente do partido não aceitava devolução Sexto: não me pergunte que não digo o nome Sétimo: Só se você for muito "inocente" prá não saber quem é. Oitavo: Como sempre falo por mim".

...e essa...

De Capitão Samuel em resposta indireta às críticas de Reinaldo Moura: "Trabalhei em três eleições por um parlamentar, não me arrependo. Infelizmente a ingratidão paternal é comum, arrogância de se achar rei do mundo, menos do voto do povo. Resultados 2014 demonstram que a bateria mais famosa do Brasil não serve mais para os sergipanos, já está ultrapassada".

Curtas

Em nome do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luciano Bispo, o cerimonial da Alese já começou a emitir convite para sessão preparatória destinada à posse dos 24 deputados estaduais eleitos para a 19ª Legislatura. Ela iniciará às 15h do dia 1º de fevereiro, no plenário da Casa.

Logo após a posse dos parlamentares ocorrerá a segunda sessão preparatória para eleição dos membros da Mesa Diretora da Alese para o biênio 2019/2020, em votação nominal.

Eleita e empossada a nova Mesa Diretora, o novo presidente convocará os deputados para o início dos trabalhos legislativos em 15 de fevereiro. Luciano Bispo é o nome de consenso dos deputados para permanecer presidente da Alese nos próximos dois anos.

Gilmar Carvalho é um dos deputados simpático a Bispo. "Luciano Bispo ajudou muito a melhorar a imagem da Alese. Não houve nenhum escândalo na gestão de Luciano e, nenhum deputado, pode afirmar que Luciano não agiu de forma democrática. Ele consulta todos os deputados sobre tudo. Está pagando por um possível erro antes da Assembleia", defendeu.

Caso não consiga reverter decisão do TSE de cassação do mandato até 31 de janeiro, estarão trabalhando seus nomes para presidente da Assembleia os deputados estaduais reeleitos Garibalde Mendonça (MDB), Jeferson Andrade (PSD) e Zezinho Guimarães (MDB).