Irmãos acusados de fraudar concurso estão em liberdade

Cidades

 

Os irmãos pernambucanos Hygor Ayslan Oliveira Lima e Aylton Hytalo Oliveira Lima, acusados de tentar fraudar a prova escrita do concurso da Polícia Militar, em 1º de julho deste ano, já foram soltos da prisão em novembro e respondem ao processo em liberdade. A informação foi confirmada ontem pelo advogado dos réus e pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejuc). A decisão de relaxar a prisão preventiva dos irmãos foi dada pela juíza Jumara Porto Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Aracaju, que alegou não haver mais fatos concretos que justificassem a manutenção dos réus na cadeia. 
Hygor e Aylton respondem em liberdade por fraude em certame público e cumprem medidas cautelares. Eles tinham sido presos em flagrante por agentes de inteligência da polícia, que monitoravam possíveis denúncias de fraude na aplicação da prova. Um dos suspeitos foi flagrado quando o celular tocou embaixo da carteira onde ele estava sentado. O outro, que tinha o braço esquerdo engessado, como se tivesse sofrido uma fratura, respondeu a todo o questionário e foi abordado depois de entregar a prova aos fiscais. Ele foi levado para fazer um exame de raio-X, que constatou não haver nenhuma fratura, mas sim um segundo aparelho celular que estava escondido dentro do gesso. O material foi retirado e ficou constatado que os celulares vibravam com sequencias de toques que indicavam a resposta correta de cada questão. 
Segundo a polícia, os irmãos já responderam por outra tentativa de fraude em concursos, no estado do Piauí, onde chegaram a ser presos. Eles também são investigados por provas que fizeram nos estados do Ceará e de São Paulo, onde chegaram a ser aprovados na PM local. Ambos confessaram que pagariam até R$ 20 mil pela aprovação.

Os irmãos pernambucanos Hygor Ayslan Oliveira Lima e Aylton Hytalo Oliveira Lima, acusados de tentar fraudar a prova escrita do concurso da Polícia Militar, em 1º de julho deste ano, já foram soltos da prisão em novembro e respondem ao processo em liberdade. A informação foi confirmada ontem pelo advogado dos réus e pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejuc). A decisão de relaxar a prisão preventiva dos irmãos foi dada pela juíza Jumara Porto Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Aracaju, que alegou não haver mais fatos concretos que justificassem a manutenção dos réus na cadeia. 
Hygor e Aylton respondem em liberdade por fraude em certame público e cumprem medidas cautelares. Eles tinham sido presos em flagrante por agentes de inteligência da polícia, que monitoravam possíveis denúncias de fraude na aplicação da prova. Um dos suspeitos foi flagrado quando o celular tocou embaixo da carteira onde ele estava sentado. O outro, que tinha o braço esquerdo engessado, como se tivesse sofrido uma fratura, respondeu a todo o questionário e foi abordado depois de entregar a prova aos fiscais. Ele foi levado para fazer um exame de raio-X, que constatou não haver nenhuma fratura, mas sim um segundo aparelho celular que estava escondido dentro do gesso. O material foi retirado e ficou constatado que os celulares vibravam com sequencias de toques que indicavam a resposta correta de cada questão. 
Segundo a polícia, os irmãos já responderam por outra tentativa de fraude em concursos, no estado do Piauí, onde chegaram a ser presos. Eles também são investigados por provas que fizeram nos estados do Ceará e de São Paulo, onde chegaram a ser aprovados na PM local. Ambos confessaram que pagariam até R$ 20 mil pela aprovação.

 


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