Temer \"sabe o que fazer\" sobre aumento para o STF, diz eleito

Nacional

 

Leandro Melito 
Agência Brasil 
 
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou ontem (13) que o presidente Michel Temer "sabe o que fazer" em relação ao reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e procuradora-geral da República. Anteriormente, Bolsonaro disse que se ele fosse o presidente da República, vetaria o reajuste.
Bolsonaro lembrou que Temer tem prazo para definir a questão e indicou que não fará qualquer tipo de apelo ao presidente Temer. "Ele sabe, é uma pessoa responsável, não precisa de apelo, ele sabe o que tem que fazer, se vai fazer, compete a ele", disse o presidente eleito, após visitar o Superior Tribunal Militar (STM).
Segundo ele, o tema é assunto de preocupação no governo eleito. "Está nas mãos do Michel Temer. É motivo de preocupação, já estamos com um déficit enorme pro ano que vem e é mais um problema que a gente vai ter."
O aumento foi aprovado no último dia 7 pelo Senado e reajusta de de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil, gerando efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário e abre caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.
Votação - Bolsonaro também afirmou ontemque pretende apresentar um projeto para "aperfeiçoar" o sistema de votação no país. Segundo ele, o assunto foi tratado durante o encontro que teve com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. O presidente eleito não deu detalhes sobre quais propostas quer apresentar.
"Eu tenho na minha cabeça uma proposta pra aperfeiçoar o sistema de votação mas falei que levaria ao conhecimento deles primeiro antes de apresentar", afirmou o presidente eleito durante coletiva de imprensa ao final de sua visita do Superior Tribunal Militar (STM) na tarde de hoje.
De acordo com Bolsonaro, o esforço é para evitar fraudes. "Eu falei que estou à disposição deles se eles quiserem aperfeiçoar o sistema de votação para que não haja a menor sombra de dúvida de possível fraude, que há uma desconfiança da população, estamos à disposição."

Leandro Melito Agência Brasil  O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou ontem (13) que o presidente Michel Temer "sabe o que fazer" em relação ao reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e procuradora-geral da República. Anteriormente, Bolsonaro disse que se ele fosse o presidente da República, vetaria o reajuste.
Bolsonaro lembrou que Temer tem prazo para definir a questão e indicou que não fará qualquer tipo de apelo ao presidente Temer. "Ele sabe, é uma pessoa responsável, não precisa de apelo, ele sabe o que tem que fazer, se vai fazer, compete a ele", disse o presidente eleito, após visitar o Superior Tribunal Militar (STM).
Segundo ele, o tema é assunto de preocupação no governo eleito. "Está nas mãos do Michel Temer. É motivo de preocupação, já estamos com um déficit enorme pro ano que vem e é mais um problema que a gente vai ter."
O aumento foi aprovado no último dia 7 pelo Senado e reajusta de de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil, gerando efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário e abre caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.

Votação - Bolsonaro também afirmou ontemque pretende apresentar um projeto para "aperfeiçoar" o sistema de votação no país. Segundo ele, o assunto foi tratado durante o encontro que teve com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. O presidente eleito não deu detalhes sobre quais propostas quer apresentar.
"Eu tenho na minha cabeça uma proposta pra aperfeiçoar o sistema de votação mas falei que levaria ao conhecimento deles primeiro antes de apresentar", afirmou o presidente eleito durante coletiva de imprensa ao final de sua visita do Superior Tribunal Militar (STM) na tarde de hoje.
De acordo com Bolsonaro, o esforço é para evitar fraudes. "Eu falei que estou à disposição deles se eles quiserem aperfeiçoar o sistema de votação para que não haja a menor sombra de dúvida de possível fraude, que há uma desconfiança da população, estamos à disposição."

 


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