STJ concede habeas-corpus e solta George Magalhães

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Publicada em 08/11/2018 às 05:34:00

 

Gabriel Damásio
O ministro Reynaldo Soa-
res da Fonseca, da 5ª Tur-
ma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu ontem um habeas-corpus para o radialista George Magalhães, que foi preso em 13 de setembro e responde a um processo por estupro e coação de testemunhas. O magistrado atendeu a um pedido impetrado pelos advogados de defesa, que alegaram não haver necessidade de mantê-lo detido. George permaneceu detido na Cadeia Pública Filadelfo Luiz da Costa, em Estância (Sul), cumprindo uma ordem de prisão preventiva, e, até o fechamento desta edição, não havia a previsão do horário em que ele deixaria o presídio. 
O advogado Getúlio Sobral Sales Neto, que acompanhou o caso em Brasília (DF), disse que estava aguardando a comunicação formal do STJ para o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e para a juíza de primeiro grau responsável pelo processo, através de um malote digital. "tão logo a comunicação, o George Magalhães será colocado em liberdade", disse Sobral. A defesa disse ainda que o radialista sempre esteve à disposição da polícia para prestar esclarecimentos e que não há provas concretas das acusações. 
A Polícia Civil indiciou George pelo estupro contra uma servente do condomínio onde ele mora, na Atalaia, e por ter oferecido dinheiro a um colega da vítima para que ele mudasse o seu depoimento. Esta denúncia foi o suficiente para que a prisão preventiva fosse decretada. No dia 2 de outubro, a defesa do radialista deu entrada com um pedido de habeas corpus, mas a decisão foi adiada para o dia 11 do mesmo mês sendo negado pelo TJ. George apresentava um programa jornalístico na rádio Fan FM, que ainda não decidiu a situação contratual e trabalhista dele. 

O ministro Reynaldo Soa- res da Fonseca, da 5ª Tur- ma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu ontem um habeas-corpus para o radialista George Magalhães, que foi preso em 13 de setembro e responde a um processo por estupro e coação de testemunhas. O magistrado atendeu a um pedido impetrado pelos advogados de defesa, que alegaram não haver necessidade de mantê-lo detido. George permaneceu detido na Cadeia Pública Filadelfo Luiz da Costa, em Estância (Sul), cumprindo uma ordem de prisão preventiva, e, até o fechamento desta edição, não havia a previsão do horário em que ele deixaria o presídio. 
O advogado Getúlio Sobral Sales Neto, que acompanhou o caso em Brasília (DF), disse que estava aguardando a comunicação formal do STJ para o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e para a juíza de primeiro grau responsável pelo processo, através de um malote digital. "tão logo a comunicação, o George Magalhães será colocado em liberdade", disse Sobral. A defesa disse ainda que o radialista sempre esteve à disposição da polícia para prestar esclarecimentos e que não há provas concretas das acusações. 
A Polícia Civil indiciou George pelo estupro contra uma servente do condomínio onde ele mora, na Atalaia, e por ter oferecido dinheiro a um colega da vítima para que ele mudasse o seu depoimento. Esta denúncia foi o suficiente para que a prisão preventiva fosse decretada. No dia 2 de outubro, a defesa do radialista deu entrada com um pedido de habeas corpus, mas a decisão foi adiada para o dia 11 do mesmo mês sendo negado pelo TJ. George apresentava um programa jornalístico na rádio Fan FM, que ainda não decidiu a situação contratual e trabalhista dele.