Reação contra o PT

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O novo secretário da Casa Civil, José Carlos Felizola, já começou a atuar no novo cargo. Ontem recebeu uma comissão de representantes de profissionais de Administração, Contabilidade e Economia, que reivindica reajuste do piso dos servidores públicos esta
O novo secretário da Casa Civil, José Carlos Felizola, já começou a atuar no novo cargo. Ontem recebeu uma comissão de representantes de profissionais de Administração, Contabilidade e Economia, que reivindica reajuste do piso dos servidores públicos esta

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Publicada em 06/11/2018 às 05:14:00

 

Nas várias entrevistas concedidas à im-
prensa pelos petistas Rogério Carvalho, 
Márcio Macedo e Silvio Santos depois do segundo turno das eleições eles declararam que o partido foi decisivo para a vitória de Belivaldo Chagas (PSD) e Eliane Aquino (PT), e saiu fortalecido do pleito em Sergipe com a eleição de um senador, um deputado federal e dois deputados estaduais, além da vice-governadora.
Foi destacado que a militância do PT foi para as ruas apoiar a reeleição de Belivaldo e que a vinda do então presidenciável Fernando Haddad (PT) a Sergipe na campanha eleitoral impulsionou o crescimento do governador, que chegou a ter uma votação no estado próxima a Haddad, que ganhou em todos os municípios de Sergipe no segundo turno.
O vice-presidente nacional do PT, Marcio Macedo, por exemplo, chegou a declarar na semana passada que o partido foi decisivo para a vitória de Belivaldo, está unido, deve ser respeitado pela sua força e história de luta, e quer estar dentro das discussões. "Estamos em um bloco político e queremos ser reconhecidos e ajudar o Estado, Belivaldo e Eliane com ações que atendam a população", afirmou.
Essas declarações de petistas já vêm incomodando aliados de Belivaldo, que estão entendendo que o PT quer se valorizar para barganhar um maior número de cargos no novo governo. Inclusive, as que já falam nas eleições de 2020 e 2022 com petistas sendo protagonistas.
Em conversa com a coluna, uma liderança do agrupamento político do governador disse que não vai aceitar essa "super valorização do PT" para querer maior participação no governo e tem a certeza que os outros aliados também não vão engolir.
Para ele, todos aqueles que estiveram ao lado de Belivaldo desde o primeiro momento têm participação na sua vitória, inclusive o próprio candidato a governador, que passou para a população a sua capacidade de bom gestor e confiança de que pode melhorar Sergipe e o governo.
"Quem pensa que Belivaldo vai ceder à pressão está enganado. O Galeguinho tem pescoço grosso, quem acha que vai montar no seu pescoço está enganado", declarou o aliado.
Trocando em miúdos, o governador reeleito deverá ter problemas na composição do seu governo a partir de 2019 pela disputa de maior espaço entre os aliados.
Vai ter de ter pescoço grosso mesmo...

Nas várias entrevistas concedidas à im- prensa pelos petistas Rogério Carvalho,  Márcio Macedo e Silvio Santos depois do segundo turno das eleições eles declararam que o partido foi decisivo para a vitória de Belivaldo Chagas (PSD) e Eliane Aquino (PT), e saiu fortalecido do pleito em Sergipe com a eleição de um senador, um deputado federal e dois deputados estaduais, além da vice-governadora.
Foi destacado que a militância do PT foi para as ruas apoiar a reeleição de Belivaldo e que a vinda do então presidenciável Fernando Haddad (PT) a Sergipe na campanha eleitoral impulsionou o crescimento do governador, que chegou a ter uma votação no estado próxima a Haddad, que ganhou em todos os municípios de Sergipe no segundo turno.
O vice-presidente nacional do PT, Marcio Macedo, por exemplo, chegou a declarar na semana passada que o partido foi decisivo para a vitória de Belivaldo, está unido, deve ser respeitado pela sua força e história de luta, e quer estar dentro das discussões. "Estamos em um bloco político e queremos ser reconhecidos e ajudar o Estado, Belivaldo e Eliane com ações que atendam a população", afirmou.
Essas declarações de petistas já vêm incomodando aliados de Belivaldo, que estão entendendo que o PT quer se valorizar para barganhar um maior número de cargos no novo governo. Inclusive, as que já falam nas eleições de 2020 e 2022 com petistas sendo protagonistas.
Em conversa com a coluna, uma liderança do agrupamento político do governador disse que não vai aceitar essa "super valorização do PT" para querer maior participação no governo e tem a certeza que os outros aliados também não vão engolir.
Para ele, todos aqueles que estiveram ao lado de Belivaldo desde o primeiro momento têm participação na sua vitória, inclusive o próprio candidato a governador, que passou para a população a sua capacidade de bom gestor e confiança de que pode melhorar Sergipe e o governo.
"Quem pensa que Belivaldo vai ceder à pressão está enganado. O Galeguinho tem pescoço grosso, quem acha que vai montar no seu pescoço está enganado", declarou o aliado.
Trocando em miúdos, o governador reeleito deverá ter problemas na composição do seu governo a partir de 2019 pela disputa de maior espaço entre os aliados.
Vai ter de ter pescoço grosso mesmo...

Formando o time 1

O governador reeleito Belivaldo Chagas (PSD) pretende montar sua equipe de governo ainda este ano, para iniciar o novo governo em 2019 já com o time aquecido e em campo. Ele já começou a fazer isso com a nomeação ontem do advogado José Carlos Felizola para a Casa Civil.

Formando o time 2

Felizola, que é da cota pessoal do governador, foi coordenador da sua campanha e Secretário de Inclusão Social. O advogado é genro de Belivaldo e a pessoa da sua mais estreita confiança.

Formando o time 3

Belivaldo começa a escalar seu novo governo e só deve finalizar a equipe do primeiro e segundo escalão após a aprovação da reforma administrativa que vai fazer para enxugamento da máquina pública. Ela deve ser concluída até o final deste mês para que possa ser encaminhada à Assembleia Legislativa para análise e votação antes do início do recesso parlamentar do final do ano, que acontece em dezembro.

Fim das pensões 1

Os ex-governadores Antônio Carlos Valadares (PSB), Albano Franco (PSDB) e João Alves Filho (DEM) vão deixar de receber pensão como ex-governador, correspondente a cerca de R$ 31 mil. É que já foi transitada e julgada no Supremo Tribunal Federal (STF) a ação de inconstitucionalidade ao pagamento dessas pensões a ex-governadores do país.  

Fim das pensões 2

Até o final do ano os três ex-governadores não mais receberão esse dinheiro dos cofres públicos, que acaba sendo imoral pelo fato de uma pessoa trabalhar apenas quatro anos e ter direito a receber o mesmo valor do governador do momento para o resto da vida.

Não recebe

Mesmo tendo saído do governo em abril deste ano, Jackson Barreto (MDB) não chegou a dar entrada no procedimento para recebimento de pensão como ex-governador. Por isso, não será afetado pelo corte.

Reforma

O prefeito Edvaldo Nogueira anunciou que até o dia 15 de dezembro fará uma ampla reforma do seu secretariado. Atualmente sete cargos estão sendo ocupados por secretários interinos - Casa Civil, SMTT, Desenvolvimento Econômico, Ação Social, Procuradoria e Controladoria. Ele ainda está analisando os nomes e alguns serão efetivados.

Eleições

Edvaldo Nogueira afirmou, que "não está preocupado" com as próximas eleições. "A campanha acabou tem só sete dias, mas já teve gente falando da próxima eleição. Para quê? É um desserviço à cidade, ao Estado e ao País", declarou o gestor municipal. Quem se pronunciou sobre as eleições foi o senador eleito Rogério Carvalho (PT), presidente estadual do partido. Ele não ficou satisfeito com a participação do prefeito em sua campanha.

Trabalho

Segundo Edvaldo, "a hora é de arregaçar as mangas, trabalhar e mostrar resultados". "Rezo e torço pelo sucesso do nosso governador, como espero que o presidente eleito apresente soluções para o país", frisou. O prefeito disse ainda que não irá misturar política com a administração municipal. "Quem vier falar comigo sobre política antes de junho de 2020 vai encontrar a porta fechada. Estou preocupado com a cidade, com a minha gente", reforçou.

Desceu do palanque

Edvaldo lembrou que, um dia após o segundo turno, viajou à capital federal em busca de recursos para a cidade. "Conseguimos R$ 20 milhões para a Saúde através da emenda da bancada de Sergipe", destacou. "Eu já desci do palanque. Não tem palanque mais. É hora pensar nas pessoas, pensar em Aracaju", frisou.

Sem discussões

Em seu Twitter, o gestor também se pronunciou sobre o assunto. "Como eu já declarei em algumas entrevistas na semana passada, a eleição passou e eu já desci do palanque. Não tem mais discussão sobre eleição comigo neste momento. Meu foco está todo em trabalhar por Aracaju e cumprir com aquilo que me comprometi! Claro que vou me preparar para o futuro, mas não vai ser agora. Não estou preocupado com eleição neste momento", publicou.

Ônibus

O prefeito disse que não sabe quando será concedido o reajuste nas tarifas de ônibus, solicitado pelo Setransp. As empresas querem que a tarifa passe para R$ 4,44. Segundo Edvaldo, o assunto ainda está sendo analisado pelo comitê gestor da SMTT, mas admite que deve ser concedido um reajuste. O último aumento na tarifa ocorreu em agosto do ano passado.

Em Brasília 1

Com a nomeação do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil, como ministro extraordinário do governo de Transição assumirá sua cadeira na Câmara dos Deputados o ex-atacante do Fluminense, Washington Coração Valente, que mora em Aracaju e foi técnico do Itabaiana. Washington, que está implantando um negócio em Aracaju (Churrascaria no Jardins) será deputado por três meses.

Em Brasília 2

Washington deve assumir hoje a vaga aberta com a saída de Onyx. Ontem ele esteve na Câmara, quando se encontrou com o deputado gaúcho e tratou de assuntos burocráticos para a posse.

Em Brasília 3

Depois do encontro com Onyx, Washington disse que tem "linha de pensamento" parecida com a de Jair Bolsonaro, mesmo integrando o PDT, partido que deve fazer oposição ao novo presidente a partir do próximo ano. "Eu tenho a minha linha de pensamento e acho que é muito da linha daquilo que vai ser traçado para o próximo governo", declarou o ex-jogador, que já foi vereador em Caxias e secretário municipal.

Veja essa ...

Segundo o Jornal O Estado de S. Paulo, pelo menos 96 dos 513 deputados eleitos para a próxima legislatura devem, juntos, mais de R$ 158,4 milhões à União, revela o jornal O Estado de S. Paulo. Os valores inscritos na dívida ativa se referem a tributos não pagos, conforme levantamento feito na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Curtas

O deputado estadual reeleito Gilmar Carvalho (PSC) já teve alto hospitalar e reassume o programa Cidade Alerta, na TV Atalaia, nessa quarta-feira. Ele estava internado com infecção urinária. Na Assembleia, terá posição independente do seu agrupamento político.

Os 27 nomes que farão parte do grupo de transição do atual governo, de Michel Temer, para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, foram divulgadas ontem em edição extraordinária do Diário Oficial. Como não poderia ser diferente, a lista não traz o nome de nenhuma mulher. 

Segundo o Congresso em Foco, um integrante da equipe de transição anunciada por Bolsonaro já foi acusado três vezes e preso com base na Lei Maria da Penha, após denúncia de agressão à ex-esposa e a uma irmã. É o deputado eleito Julian Lemos (PSL-PB).

Apresentado por Bolsonaro como seu "homem forte na Paraíba e "amigo de primeira hora", Julian foi um dos coordenadores no Nordeste da campanha presidencial do PSL. Ele também foi condenado a um ano de prisão em primeira instância, em 2011, por estelionato. Mas o caso prescreveu antes de ser analisado pela segunda instância.