Taxistas de São Cristóvão protestam contra apreensão de veículos

Cidades

 

Milton Alves Júnior
Em protesto contra 
ação da SMTT, taxis
tas cadastrados no município de São Cristóvão realizaram na manhã de ontem uma manifestação como forma de pressionar a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a minimizar as abordagens contra a classe trabalhadora. Durante o ato, os motoristas fecharam parte da Avenida Marechal Rondon, nas proximidades da rótula da Universidade Federal de Sergipe (UFS), e lamentaram que os agentes municipais continuam proibindo a entrar na capital para o embarque e desembarque de moradores de São Cristóvão, bem como autuando aqueles que são flagrados estacionando em pontos diversos da capital sergipana.
De acordo com o taxista Pedro Silva, é inadmissível que a administração municipal permaneça impedindo, por exemplo, que passageiros acolhidos no Conjunto Eduardo Gomes - e que precisam desembarcar na Avenida Barão de Maruim, sejam obrigados a descer apenas no centro da cidade, próximo à Rodoviária Velha. Apesar de estar no circuito do paradeiro central, nenhum motorista está autorizado para facilitar o dia-a-dia dos usuários do sistema. Diante do impasse, numa espécie de fogo cruzado, os manifestantes exigem que a Prefeitura de São Cristóvão adote medidas semelhantes à da Prefeitura de Aracaju e aplique punições contra taxistas aracajuanos.
Ao Jornal do Dia o taxista informou que a proposta do grupo não é gerar contratempo para nenhum motorista de táxi bandeirinha ou lotação, mas conquistar avanços coletivos que melhorem em especial a vida da população. "Essa ideia de punir também os colegas de farda de Aracaju trata-se de uma medida secundária, o que na realidade queremos é que tenhamos a possibilidade de parar por alguns segundos para que pessoas possam desembarcar, e não apenas no final de linha que é lá no centro. Esse desejo não é apenas da nossa categoria, mas também de moradores das duas cidades que atualmente enfrentam transtornos porque são obrigadas a percorrer distâncias grandiosas a pé", declarou.
Independentemente do apelo público a PMA disse que os condutores são classificados clandestinos pelo poder público e por este motivo precisam respeitar as normas vigentes. Ainda segundo o poder executivo municipal, os agentes de trânsito atuam com a finalidade de fiscalizar e combater a atuação clandestina destes condutores. Em virtude da manifestação a SMTT se comprometeu a enviar em breve uma resposta oficial sobre os procedimentos que estão sendo adotados para encontrar uma solução para este problema decorrente da falta de regulamentação da atividade. O grupo espera que haja em curto prazo uma posição favorável a ser articulada entre a gestão municipal de São Cristóvão e da capital.
"Estamos esperando esse avanço. Caso não ocorra, iremos continuar com as manifestações em vários pontos das duas cidades e das próximas vezes com grupos cada vez maiores. Essa falta de entendimento entre as prefeituras somente geram problemas para os moradores de São Cristóvão e Aracaju, como também para centenas de estudantes da Universidade Federal e comerciantes", lamentou o motorista Pedro Silva. Por mais de duas horas o fluxo de veículos na região ficou inviável. O ato contou com a participação de aproximadamente 50 taxistas.

Em protesto contra  ação da SMTT, taxis tas cadastrados no município de São Cristóvão realizaram na manhã de ontem uma manifestação como forma de pressionar a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), a minimizar as abordagens contra a classe trabalhadora. Durante o ato, os motoristas fecharam parte da Avenida Marechal Rondon, nas proximidades da rótula da Universidade Federal de Sergipe (UFS), e lamentaram que os agentes municipais continuam proibindo a entrar na capital para o embarque e desembarque de moradores de São Cristóvão, bem como autuando aqueles que são flagrados estacionando em pontos diversos da capital sergipana.
De acordo com o taxista Pedro Silva, é inadmissível que a administração municipal permaneça impedindo, por exemplo, que passageiros acolhidos no Conjunto Eduardo Gomes - e que precisam desembarcar na Avenida Barão de Maruim, sejam obrigados a descer apenas no centro da cidade, próximo à Rodoviária Velha. Apesar de estar no circuito do paradeiro central, nenhum motorista está autorizado para facilitar o dia-a-dia dos usuários do sistema. Diante do impasse, numa espécie de fogo cruzado, os manifestantes exigem que a Prefeitura de São Cristóvão adote medidas semelhantes à da Prefeitura de Aracaju e aplique punições contra taxistas aracajuanos.
Ao Jornal do Dia o taxista informou que a proposta do grupo não é gerar contratempo para nenhum motorista de táxi bandeirinha ou lotação, mas conquistar avanços coletivos que melhorem em especial a vida da população. "Essa ideia de punir também os colegas de farda de Aracaju trata-se de uma medida secundária, o que na realidade queremos é que tenhamos a possibilidade de parar por alguns segundos para que pessoas possam desembarcar, e não apenas no final de linha que é lá no centro. Esse desejo não é apenas da nossa categoria, mas também de moradores das duas cidades que atualmente enfrentam transtornos porque são obrigadas a percorrer distâncias grandiosas a pé", declarou.
Independentemente do apelo público a PMA disse que os condutores são classificados clandestinos pelo poder público e por este motivo precisam respeitar as normas vigentes. Ainda segundo o poder executivo municipal, os agentes de trânsito atuam com a finalidade de fiscalizar e combater a atuação clandestina destes condutores. Em virtude da manifestação a SMTT se comprometeu a enviar em breve uma resposta oficial sobre os procedimentos que estão sendo adotados para encontrar uma solução para este problema decorrente da falta de regulamentação da atividade. O grupo espera que haja em curto prazo uma posição favorável a ser articulada entre a gestão municipal de São Cristóvão e da capital.
"Estamos esperando esse avanço. Caso não ocorra, iremos continuar com as manifestações em vários pontos das duas cidades e das próximas vezes com grupos cada vez maiores. Essa falta de entendimento entre as prefeituras somente geram problemas para os moradores de São Cristóvão e Aracaju, como também para centenas de estudantes da Universidade Federal e comerciantes", lamentou o motorista Pedro Silva. Por mais de duas horas o fluxo de veículos na região ficou inviável. O ato contou com a participação de aproximadamente 50 taxistas.


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