Sindifisco apresenta às lideranças sindicais a Reforma Tributária Solidária

Política


  • O debate foi realizado na sede do Sindifisco

 

Lideranças sindicais e do movimento social participaram do II Debate sobre o Projeto da Reforma Tributária Solidária, promovido pelo Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco). Das entidades sindicais, estavam no evento os presidentes do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) e da CTB/SE, respectivamente Ivânia Pereira e Adêniton Santana.
O tema foi apresentado pelo diretor para Assuntos Parlamentares e Relações Institucionais da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Pedro Lopes. O evento foi realizado na manhã desta quinta-feira , no auditório do Sindifisco.
De acordo com Pedro Lopes, a Reforma Tributária Solidária é um movimento plural que aponta premissas para reformar o atual modelo tributário, na defesa de mudanças no sistema tributário brasileiro. Ele apresentou contrapontos às propostas de 'simplificação tributária', enviadas ao Congresso Nacional. Encabeçado pela Fenafisco e Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), o Movimento da Reforma Tributária Solidária é suprapartidário, a proposta tem como premissas básicas o combate a redução das desigualdades sociais; o aumento de impostos sobre as altas rendas e diminuição na tributação sobre o consumo.
Ao defender a Reforma Tributária Solidária, Pedro Lopes afirmou que o Brasil nem de longe tem a maior carga tributária do mundo, porém apresenta baixa tributação para Renda e Patrimônio (ricos) e alta tributação no consumo de bens e serviços, o que pune a classe média e os mais fracos (assalariados). "Além de desigual, o atual sistema tributário é um entrave ao desenvolvimento econômico do País", disse o representante da Fenafisco.    
De acordo com o presidente do Sindifisco Paulo Pedroza o objetivo do debate em democratizar no meio sindical o tema Reforma Tributária foi alcançado.  "Estaremos ampliando e reproduzindo esse debate de forma dirigida para despertar a consciência da classe trabalhadora para o enfrentamento de ideias na correlação de forças nessas eleições gerais de 2018, em defesa de projeto nacional de desenvolvimento econômico que também tem como urgência uma reforma tributária".

Lideranças sindicais e do movimento social participaram do II Debate sobre o Projeto da Reforma Tributária Solidária, promovido pelo Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco). Das entidades sindicais, estavam no evento os presidentes do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) e da CTB/SE, respectivamente Ivânia Pereira e Adêniton Santana.
O tema foi apresentado pelo diretor para Assuntos Parlamentares e Relações Institucionais da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Pedro Lopes. O evento foi realizado na manhã desta quinta-feira , no auditório do Sindifisco.
De acordo com Pedro Lopes, a Reforma Tributária Solidária é um movimento plural que aponta premissas para reformar o atual modelo tributário, na defesa de mudanças no sistema tributário brasileiro. Ele apresentou contrapontos às propostas de 'simplificação tributária', enviadas ao Congresso Nacional. Encabeçado pela Fenafisco e Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), o Movimento da Reforma Tributária Solidária é suprapartidário, a proposta tem como premissas básicas o combate a redução das desigualdades sociais; o aumento de impostos sobre as altas rendas e diminuição na tributação sobre o consumo.
Ao defender a Reforma Tributária Solidária, Pedro Lopes afirmou que o Brasil nem de longe tem a maior carga tributária do mundo, porém apresenta baixa tributação para Renda e Patrimônio (ricos) e alta tributação no consumo de bens e serviços, o que pune a classe média e os mais fracos (assalariados). "Além de desigual, o atual sistema tributário é um entrave ao desenvolvimento econômico do País", disse o representante da Fenafisco.    
De acordo com o presidente do Sindifisco Paulo Pedroza o objetivo do debate em democratizar no meio sindical o tema Reforma Tributária foi alcançado.  "Estaremos ampliando e reproduzindo esse debate de forma dirigida para despertar a consciência da classe trabalhadora para o enfrentamento de ideias na correlação de forças nessas eleições gerais de 2018, em defesa de projeto nacional de desenvolvimento econômico que também tem como urgência uma reforma tributária".

 


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