Moradores de povoados da Grande Aracaju podem ficar sem ônibus

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Publicada em 03/07/2018 às 06:21:00

 

Usuários do transporte coletivo residentes nos povoados Guajará e Quissamã, em Nossa Senhora do Socorro, e do Cardoso, em São Cristóvão, têm encontrado recorrentes dificuldades para acessar o serviço público em virtude da precária pavimentação de vias expressas. Se mostrando preocupada com o cenário vivenciado, a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju de Região Metropolitana (Setransp), informou na manhã de ontem que, caso as administrações municipais não promovam reformas imediatas, quatro linhas podem ser desativadas por tempo indeterminado.
De imediato, e em contraponto, a Prefeitura de São Cristóvão garantiu que a gestão pública tem trabalhado com frequência desde janeiro do ano passado como forma de proporcionar melhorias em todas as ruas e avenidas de responsabilidade municipal. Sobre as imagens compartilhadas pelo Setransp, a prefeitura garantiu que o conteúdo é antigo e não corresponde com a atual realidade em virtude de, recentemente, ter realizado reformas na pista criticada. Por fim, a Prefeitura de São Cristóvão garantiu seguir consciente que, ao menos neste momento, não há risco de suspensão do serviço coletivo.
Já a administração de Nossa Senhora do Socorro informou que equipes da prefeitura têm trabalhado intensamente na manutenção das vias, respeitando o cronograma operacional desenvolvido pelos departamentos especializados, porém, o alto índice de chuvas registrado nas últimas quinzenas tem contribuído para atrasar as reformas e prejudicar em maior escala as regiões historicamente órfãos de políticas públicas mais eficientes. De acordo com o Setransp as linhas ameaçadas a parar de circular são: 306 - Guajará/Zona Oeste, 712 - Povoado Cardoso/Mercado, 714 - Povoado Quissamã/Osvaldo Aranha e 718 - Guajará/Osvaldo Aranha.
Ainda por meio de nota oficial o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju de Região Metropolitana destacou que tratam-se de: "vias sem calçamento, com buracos, valetas, córregos e até riachos, e muitas delas são estradas de canaviais, inclusive, com trechos com possibilidade de erosão. A situação das vias nos três povoados proporcionam riscos de acidentes no tráfego de ônibus. Em tempos de chuva, como o atual, as empresas de ônibus contam com serviços de tratores para ajudar frequentemente no reboque dos ônibus atolados no lamaçal dessas vias. E os veículos que servem essas linhas são os que apresentam maior índice de deterioração".
Secretaria doméstica residente em Socorro, mas trabalhando em Aracaju, Rosileide Helena confirma a precariedade do sistema e aproveita a oportunidade para criticar gestores públicos e administradores setoriais que defendem a necessidade do reajuste no valor da passagem. "Poucos são os ônibus que apresentam boas condições de uso para a região onde moro, mas pelo menos nos transporta. Reajustar a tarifa sou totalmente contra", declarou. Sobre as condições das vias, ela declarou: "de certa forma eu entendo os donos de empresas, motoristas e cobradores: com tanta rua esburacada, não tem ônibus que aguente. Nem os carros pequenos passam mais em alguns pontos". (Milton Alves Júnior)

Usuários do transporte coletivo residentes nos povoados Guajará e Quissamã, em Nossa Senhora do Socorro, e do Cardoso, em São Cristóvão, têm encontrado recorrentes dificuldades para acessar o serviço público em virtude da precária pavimentação de vias expressas. Se mostrando preocupada com o cenário vivenciado, a direção do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju de Região Metropolitana (Setransp), informou na manhã de ontem que, caso as administrações municipais não promovam reformas imediatas, quatro linhas podem ser desativadas por tempo indeterminado.
De imediato, e em contraponto, a Prefeitura de São Cristóvão garantiu que a gestão pública tem trabalhado com frequência desde janeiro do ano passado como forma de proporcionar melhorias em todas as ruas e avenidas de responsabilidade municipal. Sobre as imagens compartilhadas pelo Setransp, a prefeitura garantiu que o conteúdo é antigo e não corresponde com a atual realidade em virtude de, recentemente, ter realizado reformas na pista criticada. Por fim, a Prefeitura de São Cristóvão garantiu seguir consciente que, ao menos neste momento, não há risco de suspensão do serviço coletivo.
Já a administração de Nossa Senhora do Socorro informou que equipes da prefeitura têm trabalhado intensamente na manutenção das vias, respeitando o cronograma operacional desenvolvido pelos departamentos especializados, porém, o alto índice de chuvas registrado nas últimas quinzenas tem contribuído para atrasar as reformas e prejudicar em maior escala as regiões historicamente órfãos de políticas públicas mais eficientes. De acordo com o Setransp as linhas ameaçadas a parar de circular são: 306 - Guajará/Zona Oeste, 712 - Povoado Cardoso/Mercado, 714 - Povoado Quissamã/Osvaldo Aranha e 718 - Guajará/Osvaldo Aranha.
Ainda por meio de nota oficial o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju de Região Metropolitana destacou que tratam-se de: "vias sem calçamento, com buracos, valetas, córregos e até riachos, e muitas delas são estradas de canaviais, inclusive, com trechos com possibilidade de erosão. A situação das vias nos três povoados proporcionam riscos de acidentes no tráfego de ônibus. Em tempos de chuva, como o atual, as empresas de ônibus contam com serviços de tratores para ajudar frequentemente no reboque dos ônibus atolados no lamaçal dessas vias. E os veículos que servem essas linhas são os que apresentam maior índice de deterioração".
Secretaria doméstica residente em Socorro, mas trabalhando em Aracaju, Rosileide Helena confirma a precariedade do sistema e aproveita a oportunidade para criticar gestores públicos e administradores setoriais que defendem a necessidade do reajuste no valor da passagem. "Poucos são os ônibus que apresentam boas condições de uso para a região onde moro, mas pelo menos nos transporta. Reajustar a tarifa sou totalmente contra", declarou. Sobre as condições das vias, ela declarou: "de certa forma eu entendo os donos de empresas, motoristas e cobradores: com tanta rua esburacada, não tem ônibus que aguente. Nem os carros pequenos passam mais em alguns pontos". (Milton Alves Júnior)