Sergipe já tem oito pré-candidatos ao governo

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Com a decisão do PSTU ontem em ter candidatura própria ao governo de Sergipe, com os nomes de Gilvani Alves e Djenal Prado, o partido é o único a ter na disputa uma mulher e negra para o governo. A nível nacional o PSTU tem a sergipana operária Vera Lúcia
Com a decisão do PSTU ontem em ter candidatura própria ao governo de Sergipe, com os nomes de Gilvani Alves e Djenal Prado, o partido é o único a ter na disputa uma mulher e negra para o governo. A nível nacional o PSTU tem a sergipana operária Vera Lúcia

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Publicada em 08/06/2018 às 07:07:00

 

Com o lançamento da pré-candidatura de 
Valadares Filho (PSB) hoje ao governo 
começa a se definir o cenário político majoritário nas eleições deste ano.   Com a oficialização do seu nome são oito os pré-candidatos ao governo de Sergipe: Belivaldo Chagas (PSD), Eduardo Amorim (PSDB), Mendonça Prado (MDB), Dr. Emerson (Rede), Márcio Souza (PSOL), João Tarantella (PSL) e Gilvani Alves (PSTU).
Sete dos oito pré-candidatos ao governo têm em comum a não definição do seu vice. A maioria já está com os nomes fechados para o Senado, como é o caso de Belivaldo (Jackson Barreto/MDB e Rogério Carvalho/PT), Eduardo (André Moura/PSC e Heleno Silva/PRB), Emerson (Alessandro Vieira (Rede) e Emília Correia/Patriota) e Márcio (Jossimário Mick e Sônia Meire).
Valadares Filho já tem praticamente fechado um pré-candidato ao Senado, que é o presidente licenciado da OAB, Henri Clay. O outro poderá ser o senador Valadares (PSB) ou outro nome que possa vir somar à chapa majoritária, fazendo com que Valadares deixe de disputar a reeleição.
Ainda não se tem nomes na chapa de Mendonça Prado e João Tarantela. A pré-candidata do PSTU, a petroleira Gilvani Alves, que teve seu nome colocado ontem pelo partido, é a única que já tem vice definido. É Djenal Prado, operário da indústria de cimento. O partido ainda não fechou os pré-candidatos ao Senado.
Com este cenário majoritário já se fechando, a discussão agora será com relação às chapas proporcionais. Haverá muita polêmica sobre chapão e chapinha.  O mais grave é a indefinição com relação aos pré-candidatos a deputado estadual e a deputado federal.
Isso tem a ver com o julgamento dos nove deputados que se encontram inelegíveis hoje pela condenação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pelo envolvimento no escândalo das verbas de subvenção social da Assembleia Legislativa em 2014.  Todos estão com recurso especial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que colocou na pauta de julgamento na sessão do pleno da próxima terça-feira, 12.
Estão com o nome na berlinda e sem saber se conseguirão registrar suas candidaturas por estarem com os mandatos cassados e inelegíveis por oito anos: os deputados estaduais Augusto Bezerra (PHS), Paulinho da Varzinhas (PSC), Capitão Samuel (PSC), Gustinho Ribeiro (SD), Jeferson Andrade (PSD), Zezinho Guimarães (MDB), Venâncio Fonseca (PSC) e os deputados federais Adelson Barreto (PR) e João Daniel (PT).
Desses nove parlamentares apenas dois são da base do governo: Jeferson Andrade e João Daniel. Os demais são da oposição, que pode ser a mais afetada com o não julgamento até as eleições dos recursos ou até mesmo a realização do julgamento com a definição de cassação do mandato de alguns pelo TSE.
Dos nove, apenas três são pré-candidatos a Câmara dos Deputados: Adelson Barreto, João Daniel e Gustinho Ribeiro. Os outros seis são pré-candidatos a uma cadeira na Assembleia Legislativa.   
Dois já têm nomes para substituí-los em caso da permanência da inelegibilidade. Gustinho, pensa no nome da irmã, e Paulinho da Varzinhas no nome da mãe.
Com certeza esse cenário de indefinição das candidaturas dos nove deputados cassados que querem disputar a reeleição deixa uma incógnita  com relação à eleição proporcional...

Com o lançamento da pré-candidatura de  Valadares Filho (PSB) hoje ao governo  começa a se definir o cenário político majoritário nas eleições deste ano.   Com a oficialização do seu nome são oito os pré-candidatos ao governo de Sergipe: Belivaldo Chagas (PSD), Eduardo Amorim (PSDB), Mendonça Prado (MDB), Dr. Emerson (Rede), Márcio Souza (PSOL), João Tarantella (PSL) e Gilvani Alves (PSTU).
Sete dos oito pré-candidatos ao governo têm em comum a não definição do seu vice. A maioria já está com os nomes fechados para o Senado, como é o caso de Belivaldo (Jackson Barreto/MDB e Rogério Carvalho/PT), Eduardo (André Moura/PSC e Heleno Silva/PRB), Emerson (Alessandro Vieira (Rede) e Emília Correia/Patriota) e Márcio (Jossimário Mick e Sônia Meire).
Valadares Filho já tem praticamente fechado um pré-candidato ao Senado, que é o presidente licenciado da OAB, Henri Clay. O outro poderá ser o senador Valadares (PSB) ou outro nome que possa vir somar à chapa majoritária, fazendo com que Valadares deixe de disputar a reeleição.
Ainda não se tem nomes na chapa de Mendonça Prado e João Tarantela. A pré-candidata do PSTU, a petroleira Gilvani Alves, que teve seu nome colocado ontem pelo partido, é a única que já tem vice definido. É Djenal Prado, operário da indústria de cimento. O partido ainda não fechou os pré-candidatos ao Senado.
Com este cenário majoritário já se fechando, a discussão agora será com relação às chapas proporcionais. Haverá muita polêmica sobre chapão e chapinha.  O mais grave é a indefinição com relação aos pré-candidatos a deputado estadual e a deputado federal.
Isso tem a ver com o julgamento dos nove deputados que se encontram inelegíveis hoje pela condenação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pelo envolvimento no escândalo das verbas de subvenção social da Assembleia Legislativa em 2014.  Todos estão com recurso especial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que colocou na pauta de julgamento na sessão do pleno da próxima terça-feira, 12.
Estão com o nome na berlinda e sem saber se conseguirão registrar suas candidaturas por estarem com os mandatos cassados e inelegíveis por oito anos: os deputados estaduais Augusto Bezerra (PHS), Paulinho da Varzinhas (PSC), Capitão Samuel (PSC), Gustinho Ribeiro (SD), Jeferson Andrade (PSD), Zezinho Guimarães (MDB), Venâncio Fonseca (PSC) e os deputados federais Adelson Barreto (PR) e João Daniel (PT).
Desses nove parlamentares apenas dois são da base do governo: Jeferson Andrade e João Daniel. Os demais são da oposição, que pode ser a mais afetada com o não julgamento até as eleições dos recursos ou até mesmo a realização do julgamento com a definição de cassação do mandato de alguns pelo TSE.
Dos nove, apenas três são pré-candidatos a Câmara dos Deputados: Adelson Barreto, João Daniel e Gustinho Ribeiro. Os outros seis são pré-candidatos a uma cadeira na Assembleia Legislativa.   
Dois já têm nomes para substituí-los em caso da permanência da inelegibilidade. Gustinho, pensa no nome da irmã, e Paulinho da Varzinhas no nome da mãe.
Com certeza esse cenário de indefinição das candidaturas dos nove deputados cassados que querem disputar a reeleição deixa uma incógnita  com relação à eleição proporcional...

 

Expectativa 1

Está na pauta de julgamento da próxima terça-feira do Tribunal Superior  Eleitoral (TSE) o julgamento dos recursos de 22 deputados estaduais da legislatura passada (2010/2014) condenados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por crime eleitoral no escândalo das subvenções da Assembleia Legislativa. Dos 22, apenas nove deputados que foram eleitos em 2014 foram condenados à perda do mandato, a inelegibilidade por oito anos e pagamento de multa. Outros a pagamento de multa.  

 

Expectativa 2

Na pauta do TSE do dia 12 o julgamento dos deputados com mandatos cassados Augusto Bezerra, Paulino da Varzinhas, Capitão Samuel, João Daniel, Adelson Barreto, Gustinho Ribeiro, Jeferson Andrade, Venâncio Fonseca e Zezinho Guimarães. Os ex-deputados estaduais condenados a inelegibilidade Zeca da Silva e Raimundo Vieira; os ex-deputados  condenados a pagamento de multa Zé Franco, Arnaldo Bispo, Conceição Vieira, Antônio Passos, Susana Azevedo, Gilson Andrade e Angélica Guimarães; e os deputados reeleitos condenados a multa Luiz Mitidieri, Francisco Gualberto e Maria Mendonça.

 

Entendimento jurídico

Segundo um advogado, pela gravidade das acusações contra os nove deputados estaduais condenados a cassação do mandato e inelegibilidade, o TSE pode ratificar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral com relação ao deputado federal Adelson Barreto e os deputados estaduais Paulinho da Varzinhas , Augusto Bezerra e Capitão Samuel.

 

Pelo lado do governo

Hoje os nomes competitivos da base governista para a Assembleia Legislativa são: Luciano Bispo, Garibalde Mendonça e Zezinho Guimarães, pelo MDB; Francisco Gualberto, Iran Barbosa, Silvio Santos e Ismeraldo Leal, pelo PT; Goretti Reis, Robson Viana, Jeferson Andrade e Maisa Mitidieri, pelo PSD; Zezinho Sobral, Gracinha, Diná Almeida e Renatinho Brandão, pelo Podemos;  Silvia Fontes, pelo PDT; Breno Silveira, pelo PCdoB; Jairo de Gloria e  Adriana  Leite, que são do PRB, que foi par a oposição, mas são aliados do governador Belivaldo Chagas.

 

Pelo lado da oposição

Pela oposição no agrupamento político de Eduardo Amorim e André Moura os nomes competitivos: Gilmar Carvalho, Venâncio Fonseca, Capitão Samuel, Paulinho da Varzinhas, Vanderbal Marinho e Ibraim Monteiro, pelo PSC; Maria Mendonça, pelo PSDB; Talisson e Adelson Barreto Filho, pelo PR; e Augusto Bezerra pelo PHS.

 

Por outras legendas

Já por outros partidos da oposição, entre os nomes competitivos para a Assembleia Legislativa estão: Georgeo Passos e Moritos Matos, pela Rede; e Luciano Pimentel e Edney Caetano, pelo PSB.

 

Fazendo as contas para federal  

Na avaliação de alguns candidatos da base governista, a coligação de Belivaldo Chagas deverá eleger de 13 a 14 deputados estaduais; a de Eduardo Amorim  de seis a sete e dos outros partidos de três a quatro.

 

Fazendo as contas para estadual

O entendimento de alguns deputados estaduais é que a coligação de Belivaldo Chagas eleja de quatro a cinco deputados federais e a da oposição de três a quatro.

 

Lado governista

Os nomes competitivos da coligação governista para a Câmara dos Deputados são Fábio Reis (MDB), Fábio Mitidieri (PSD), Laércio Oliveira (PP), Márcio Macedo (PT), Fábio Henrique (PDT), João Daniel (PT) e Alexandre Figueiredo (MDB). Já pela oposição: Adelson Barreto (PR), Jony Marcos (PRB), Antônio dos Santos (PSC), Sukita (PTC), Bosco Costa (PPS), José Carlos Machado (PSDB), Valdevan 90 (PSC) e Elber Batalha (PSB).

 

Bolsonaro 1

O pré-candidato a presidente da República pela direita, Jair Bolsonaro (PSL), foi recepcionado ontem no Aeroporto de Aracaju não só por lideranças do seu partido, mas, também, por simpatizantes do seu nome para o Planalto.  Ainda no aeroporto, em cima de um mini-trio, discursou para a plateia e soltou algumas pérolas que lhe são peculiar.

 

Bolsonaro 2

Ao se deparar com um pixuleco - um boneco inflável com a cara do ex-presidente Lula vestido com roupa de presidiário - começou a socar, indo ao próprio delírio. Isso porque, mesmo preso, Lula lidera todas as pesquisas de intenções de votos para o Planalto, ficando ele bem atrás.

 

Bolsonaro 3

Depois do comício no aeroporto, Bolsonaro seguiu para o hotel na orla em que se hospedou e concedeu entrevista coletiva à imprensa, às 16h, onde criticou a pré-candidatura de Lula a presidente, mesmo estando preso após condenação em segunda instância. À noite, às 19h, participou do lançamento da pré-candidatura de João Tarantella (PSL) ao governo de Sergipe.

 

Festa verde

Acontece hoje o Encontro Estadual do Partido Verde, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), oportunidade em que serão empossados os 21 membros da Executiva Estadual, apresentados os pré-candidatos verdes e anunciado a posição política do partido nas eleições deste ano. O PV tem um pré-candidato ao Senado, que é o presidente e fundador do partido, Reynaldo Nunes; 26 pré-candidatos a deputado federal e 16 pré-candidatos a deputado estadual.

 

Em Minas Gerais

Também nesta sexta-feira, às 18h, em Contagem, acontece o lançamento da pré-candidatura de Lula ao Planalto, que tem como slogan: "o povo pede o homem de volta". De Sergipe estará presente o vice-presidente nacional do PT, Márcio Macedo, que considera o ato "um momento histórico, já que o povo brasileiro pede a volta de Lula para a retomada do desenvolvimento do país".

 

Direito Eleitoral

A Assembleia Legislativa iniciou ontem o Fórum Sergipano de Direito Eleitoral, com a presença do ex-ministro do TSE, Henrique Neves. O ex-ministro, em sua fala, falou sobre a corrupção eleitoral no Brasil. Lembrou que já na época do império havia troca de favores e ressaltou que hoje as pessoas são denunciadas, execradas, julgadas pela imprensa. "Nós vamos decidir o futuro do nosso país com apenas 175 minutos de propaganda eleitoral. Isso é salutar", questionou.  

 

Veja essa ...

Do pré-candidato a vice-governador do PSTU, Djenal Prado, sobre as intenções do PSTU nas eleições deste ano: "Queremos chamar os trabalhadores a derrubar Belivaldo, Jackson e essa Assembleia Legislativa inútil e corrupta. Também a lutar contra Amorim, Valadares, André Moura, Edivaldo e o PT, que se afunda no mesmo mar de lama. Todos eles já passaram pelo governo, há décadas têm cargos públicos e a vida do trabalhador sergipano só piora. O único compromisso que eles têm é com os empresários que financiam suas campanhas".

 

Curtas

É muito provável que durante o lançamento da pré-candidatura de Valadares Filho ao governo, nesta sexta-feira, seja anunciado Henri Clay como pré-candidato a senador. Assim como o apoio de algumas lideranças políticas, a exemplo do deputado estadual Gilmar Carvalho (PSC).  

 

O suplente de senador, o engenheiro químico Kaká Andrade, assumiu ontem a presidência do Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS). Ele é o sucessor de Léo Araújo, irmão do deputado federal Jony Marcos.

 

Léo foi exonerado do comando do ITPS em 15 de maio passado, após decisão do PRB, presidido por Jony Marcos, de deixar a base governista para ir para a oposição. O partido passou a apoiar a pré-candidatura de Eduardo Amorim e tem o presidente de honra da legenda, Heleno Silva, pré-candidato ao Senado.

 

Ao assumir o ITPS, Kaká Andrade, que é irmão do ex-prefeito Orlandinho Andrade (Canindé do São Francisco/in memoriam), desistiu de disputar mandato de deputado federal nas eleições deste ano pelo PSD.