Homenagens marcam a solenidade pelo cinquentenário da UFS

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Evento aconteceu ontem no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju
Evento aconteceu ontem no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju

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Publicada em 17/05/2018 às 06:00:00

 

"Valeu à pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena". Foi recitando os versos do poema "Mar português", de Fernando Pessoa, que o ex-reitor (1984-1988) Eduardo Garcia refletiu sobre a noite de anteontem (15) no evento do cinquentenário da UFS. "Estamos aqui provando que a alma da população que compõe a universidade não é pequena e, assim, estão sendo homenageadas as pessoas que dedicaram parcela importante de suas vidas para a construção dessa casa".
A cerimônia foi realizada no Teatro Tobias Barreto com entrega de medalhas àqueles que contribuíram para a construção da instituição e apresentação da orquestra sinfônica e o coro.
Para o filho do ex-reitor, o professor Eduardo Garcia Júnior, o momento se torna ainda mais gratificante por ter a oportunidade de acompanhar o pai na ocasião. "Vejo como uma retribuição muito justa a uma pessoa que se dedicou a vida inteira pela universidade pública e gratuita", afirma o chefe do Departamento de Música (DMU).
De acordo com o reitor Angelo Antoniolli, o sentimento de pertencimento é algo presente na UFS para com a sociedade sergipana. "Pensamos na integração com a sociedade sergipana em todas as áreas de conhecimento e isso nos faz fortes e pertencidos pela sociedade. Isso nos representa e nos faz sentir como Universidade Federal de Sergipe".
Ainda de acordo com o professor Angelo, a cerimônia resgatou a história da universidade através dos que ajudaram com seu legado, reafirmando seu compromisso com os alunos e, fundamentalmente, com a sociedade.
Com um repertório preparado exclusivamente para a ocasião, o regente Guilherme Mannis conduziu a apresentação da orquestra e do coro da UFS com repertório clássico e também músicas nordestinas.
"É algo que tenta ir ao encontro do público com muita qualidade, sempre. É um momento muito especial e uma honra muito grande para todos nós celebrarmos os 50 anos com muita música", ressalta Guilherme.

"Valeu à pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena". Foi recitando os versos do poema "Mar português", de Fernando Pessoa, que o ex-reitor (1984-1988) Eduardo Garcia refletiu sobre a noite de anteontem (15) no evento do cinquentenário da UFS. "Estamos aqui provando que a alma da população que compõe a universidade não é pequena e, assim, estão sendo homenageadas as pessoas que dedicaram parcela importante de suas vidas para a construção dessa casa".
A cerimônia foi realizada no Teatro Tobias Barreto com entrega de medalhas àqueles que contribuíram para a construção da instituição e apresentação da orquestra sinfônica e o coro.
Para o filho do ex-reitor, o professor Eduardo Garcia Júnior, o momento se torna ainda mais gratificante por ter a oportunidade de acompanhar o pai na ocasião. "Vejo como uma retribuição muito justa a uma pessoa que se dedicou a vida inteira pela universidade pública e gratuita", afirma o chefe do Departamento de Música (DMU).
De acordo com o reitor Angelo Antoniolli, o sentimento de pertencimento é algo presente na UFS para com a sociedade sergipana. "Pensamos na integração com a sociedade sergipana em todas as áreas de conhecimento e isso nos faz fortes e pertencidos pela sociedade. Isso nos representa e nos faz sentir como Universidade Federal de Sergipe".
Ainda de acordo com o professor Angelo, a cerimônia resgatou a história da universidade através dos que ajudaram com seu legado, reafirmando seu compromisso com os alunos e, fundamentalmente, com a sociedade.
Com um repertório preparado exclusivamente para a ocasião, o regente Guilherme Mannis conduziu a apresentação da orquestra e do coro da UFS com repertório clássico e também músicas nordestinas.
"É algo que tenta ir ao encontro do público com muita qualidade, sempre. É um momento muito especial e uma honra muito grande para todos nós celebrarmos os 50 anos com muita música", ressalta Guilherme.