Documentário sobre Renda Irlandesa é produzido sob o olhar de jovens

Cultura

 

A manhã do sábado, 5, foi especial para os 25 jovens sergipanos que fazem parte da produção do vídeo documentário 'Modo de fazer renda irlandesa', promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com o Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV), unidade administrada pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju. Na ocasião, os futuros cineastas tiveram a oportunidade de assistir os primeiros cortes da produção audiovisual, na sala de exibição Walmir Almeida, no Centro Cultural de Aracaju.
De acordo com a coordenadora do NPDOV, Graziele Ferreira, a unidade é um equipamento cultural que permite o acesso ao conhecimento através do audiovisual e ultrapassa os limites do município de Aracaju.
"Estamos atendendo 25 jovens do interior do estado e para o Núcleo é uma satisfação e confirmação do potencial do audiovisual no diálogo com a juventude. É uma linguagem artística facilmente usada e compreendida por todo mundo, independente da idade", ressalta.
Segundo a historiadora do Iphan, Flávia Gervásio, a escolha dos 25 alunos foi feita através das rendeiras e a parceria com o NPDOV surge a partir de sua relevância em Sergipe no quesito audiovisual. 
"Efetivamos o convênio com o NPDOV devido à própria expertise na área audiovisual. É bom citar que a renda irlandesa é registrada como patrimônio imaterial de Sergipe pelo Iphan, todo bem registrado tem uma documentação audiovisual que complementa a pesquisa sobre o modo de fazer renda irlandesa. Por isso, precisávamos de jovens que tivessem uma ligação direta com a renda irlandesa e chegamos a esse número de alunos por uma seletiva feita pelas próprias rendeiras que estão expondo a sua história no modo de fazer renda através do documentário produzido por esse alunos", acrescenta.
Para a rendeira de 80 anos, dona Henedite dos Santos Cruz, trabalhar com a renda irlandesa é uma terapia, além de um trabalho remunerado que ela exerce há 10 anos. "Estou encantada com essas primeiras cenas do documentário. Para mim, é um orgulho ser rendeira e representar essa profissão no documentário e, é uma forma também de ganhar dinheiro, além de esquecer os problemas da vida enquanto estou trabalhando, acabo esquecendo do mundo lá fora. Só quero saber de fazer renda irlandesa", justifica.

A manhã do sábado, 5, foi especial para os 25 jovens sergipanos que fazem parte da produção do vídeo documentário 'Modo de fazer renda irlandesa', promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com o Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV), unidade administrada pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju. Na ocasião, os futuros cineastas tiveram a oportunidade de assistir os primeiros cortes da produção audiovisual, na sala de exibição Walmir Almeida, no Centro Cultural de Aracaju.
De acordo com a coordenadora do NPDOV, Graziele Ferreira, a unidade é um equipamento cultural que permite o acesso ao conhecimento através do audiovisual e ultrapassa os limites do município de Aracaju.
"Estamos atendendo 25 jovens do interior do estado e para o Núcleo é uma satisfação e confirmação do potencial do audiovisual no diálogo com a juventude. É uma linguagem artística facilmente usada e compreendida por todo mundo, independente da idade", ressalta.
Segundo a historiadora do Iphan, Flávia Gervásio, a escolha dos 25 alunos foi feita através das rendeiras e a parceria com o NPDOV surge a partir de sua relevância em Sergipe no quesito audiovisual. 
"Efetivamos o convênio com o NPDOV devido à própria expertise na área audiovisual. É bom citar que a renda irlandesa é registrada como patrimônio imaterial de Sergipe pelo Iphan, todo bem registrado tem uma documentação audiovisual que complementa a pesquisa sobre o modo de fazer renda irlandesa. Por isso, precisávamos de jovens que tivessem uma ligação direta com a renda irlandesa e chegamos a esse número de alunos por uma seletiva feita pelas próprias rendeiras que estão expondo a sua história no modo de fazer renda através do documentário produzido por esse alunos", acrescenta.
Para a rendeira de 80 anos, dona Henedite dos Santos Cruz, trabalhar com a renda irlandesa é uma terapia, além de um trabalho remunerado que ela exerce há 10 anos. "Estou encantada com essas primeiras cenas do documentário. Para mim, é um orgulho ser rendeira e representar essa profissão no documentário e, é uma forma também de ganhar dinheiro, além de esquecer os problemas da vida enquanto estou trabalhando, acabo esquecendo do mundo lá fora. Só quero saber de fazer renda irlandesa", justifica.

 


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