Quem será o Mr Money?

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Publicada em 03/05/2018 às 06:13:00

 

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB) 
deixou muita gente curiosa no feriado 
de 1º de maio, Dia do Trabalhador, quando denunciou nas redes sociais que um político estaria comprando voto e apoio político para as eleições deste ano visando lhe garantir um mandato parlamentar.
Postou Valadares: "Disseram-me que "MR MONEY" resolveu acelerar o assédio a seus contatos. Sem a mínima cerimônia, oferta-lhes cifras milionárias (com dinheiro vivo) na tentativa de reverter seus índices de rejeição e garantir-lhe um mandato parlamentar. O céu é o limite. De onde vem tanta grana?".
Essa postagem acabou sendo o maior comentário nas rodas políticas, com todos dando seu palpite de quem seria o Mr Money que o senador se referiu.
A existência desse Mr Money é uma demonstração de que apesar do país hoje está vendo atrás das grades muitos políticos e empresários presos na Operação Lava Jato, acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, ainda tem muita gente apostando na impunidade.
Tem muito político apostando que não será pego, que é mais esperto e cuidadoso. E até mesmo que a Justiça no país é lenta, possibilitando que por qualquer desvio de conduta possa concorrer às eleições e concluir seus mandatos. 
Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma resolução na qual definiu que um candidato poderá financiar toda sua campanha nas eleições deste ano com recursos próprios, o que pode facilitar as campanhas de quem dispõe de recursos.
A Resolução 23.553 foi aprovada em dezembro pelo plenário do TSE e publicada no último dia 2 no "Diário da Justiça Eletrônico". Relatada pelo presidente da Corte, Luiz Fux, a norma diz que "o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre".
De acordo com o TSE, os limites em 2018 serão os seguintes: Presidente da República: R$ 70 milhões; Governador: de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado; Senador: de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado; Deputado federal: R$ 2,5 milhões; Deputado estadual e deputado distrital: R$ 1 milhão.
Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Michel Temer que liberava o autofinanciamento irrestrito de campanha. Mas, na ocasião, técnicos legislativos informaram que caberia ao TSE definir as regras.
O autofinanciamento irrestrito de campanhas, porém, ainda é contestado em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) apresentadas no ano passado pelo PSB e pela Rede. Os partidos argumentam que a regra desequilibra a disputa em favor dos candidatos mais ricos.
Com a nova legislação deverá ficar mais difícil comprovar a prática de crimes eleitorais, facilitando a vida política dos Mr Money.

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB)  deixou muita gente curiosa no feriado  de 1º de maio, Dia do Trabalhador, quando denunciou nas redes sociais que um político estaria comprando voto e apoio político para as eleições deste ano visando lhe garantir um mandato parlamentar.
Postou Valadares: "Disseram-me que "MR MONEY" resolveu acelerar o assédio a seus contatos. Sem a mínima cerimônia, oferta-lhes cifras milionárias (com dinheiro vivo) na tentativa de reverter seus índices de rejeição e garantir-lhe um mandato parlamentar. O céu é o limite. De onde vem tanta grana?".
Essa postagem acabou sendo o maior comentário nas rodas políticas, com todos dando seu palpite de quem seria o Mr Money que o senador se referiu.
A existência desse Mr Money é uma demonstração de que apesar do país hoje está vendo atrás das grades muitos políticos e empresários presos na Operação Lava Jato, acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, ainda tem muita gente apostando na impunidade.
Tem muito político apostando que não será pego, que é mais esperto e cuidadoso. E até mesmo que a Justiça no país é lenta, possibilitando que por qualquer desvio de conduta possa concorrer às eleições e concluir seus mandatos. 
Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma resolução na qual definiu que um candidato poderá financiar toda sua campanha nas eleições deste ano com recursos próprios, o que pode facilitar as campanhas de quem dispõe de recursos.
A Resolução 23.553 foi aprovada em dezembro pelo plenário do TSE e publicada no último dia 2 no "Diário da Justiça Eletrônico". Relatada pelo presidente da Corte, Luiz Fux, a norma diz que "o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre".
De acordo com o TSE, os limites em 2018 serão os seguintes: Presidente da República: R$ 70 milhões; Governador: de R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado; Senador: de R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado; Deputado federal: R$ 2,5 milhões; Deputado estadual e deputado distrital: R$ 1 milhão.
Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Michel Temer que liberava o autofinanciamento irrestrito de campanha. Mas, na ocasião, técnicos legislativos informaram que caberia ao TSE definir as regras.
O autofinanciamento irrestrito de campanhas, porém, ainda é contestado em duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) apresentadas no ano passado pelo PSB e pela Rede. Os partidos argumentam que a regra desequilibra a disputa em favor dos candidatos mais ricos.
Com a nova legislação deverá ficar mais difícil comprovar a prática de crimes eleitorais, facilitando a vida política dos Mr Money.

 

Angélica é réu no STJ 1

Por maioria dos votos a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento realizado ontem, recebeu denúncia contra a conselheira do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe Angélica Guimarães. Ela foi denunciada por peculato, relativo ao período em que ocupava o cargo de presidente da Assembleia Legislativa.

 

Angélica é réu no STJ 2

Também foram denunciados os gestores das instituições assistenciais supostamente envolvidas no repasse das verbas da Assembleia. Com o recebimento da denúncia, os três denunciados se tornam réus na ação penal, que agora terá prosseguimento.

 

Será?

A coluna recebeu uma informação de que seria costurado um entendimento político entre os pré-candidatos a governador Belivaldo Chagas (PSD) e Valadares Filho (PSB) nas eleições deste ano. O acordo seria VF ser o vice de BC, com o senador Valadares (PSB) fora da chapa majoritária.

 

Veja essa ...

Na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, o presidente Michel Temer anunciou em cadeia nacional de rádio e TV um reajuste de 5,55% para o Bolsa Família. Esqueceu de noticiar que um mês antes o  Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) retirou 392 mil famílias da lista de beneficiários do programa. Mais uma de Temer para querer enganar o povo brasileiro.

 

Bom para os dois lados

Segundo a fonte, com vinculo político com o PSB, o acordo seria bom para os dois lados. "Fortaleceria a candidatura de Belivaldo Chagas e proporcionaria que no caso da chapa ser eleita Valadares Filho seja o candidato a governador em 2022, já que Belivaldo não disputaria uma nova eleição por já ter sido reeleito nas eleições deste ano", afirmou.

 

Fora de cogitação

Ontem, em conversa com a coluna, Valadares Filho descartou que possa ser vice de Belivaldo. "Não existe a menor possibilidade disso acontecer porque Belivaldo representa o governo combatido pelo PSB".

 

No páreo

Segundo Valadares Filho ele segue firme com a sua pretensão de disputar o governo. "Estou fortalecido pelas pesquisas, sou o pré-candidato com menor rejeição e com capacidade de crescimento", avalia.

 

Se enquadra no perfil

Enfatiza que atende ao perfil traçado pelo eleitorado no pleito deste ano, revelado pelas pesquisas qualitativas. "Nestas eleições, o eleitor quer um candidato ficha limpa, jovem, que representa renovação e que tem um histórico de não envolvimento em escândalos de corrupção e processos, e que tenha capacidade de gerir o Estado".

 

Por um projeto maior

De Valadares Filho ao ser questionado se existe a possibilidade do senador Valadares não disputar a reeleição este ano para uma aliança que fortaleça sua pré-candidatura ao governo: "Existe essa possibilidade em um contexto de aliança decisiva para o êxito no processo eleitoral". E sobre a possibilidade do senador disputar mandato de deputado federal afirmou: "Isso nunca foi discutido internamente".

 

Detector de Corrupção 1

Foi lançado no último dia 27 de abril o Detector de Corrupção, um aplicativo que permite ao cidadão verificar cada candidato e o seu envolvimento em investigações, processos por corrupção ou improbidades administrativas. O aplicativo usa o reconhecimento facial para listar processos e condenações contra políticos.

 

Detector de Corrupção 2

Para acessar as informações, o usuário pode usar uma foto tirada presencialmente ou um cartaz, uma imagem da internet ou jornal. A checagem é gratuita e a ferramenta só está disponível para sistema IOS. As informações foram consolidadas a partir de bases de dados públicas de tribunais de diversas Instâncias.

 

Detector de Corrupção 3

Segundo a descrição do aplicativo na AppStore, o banco de dados abrange presidentes, vice-presidentes, senadores, deputados federais e governadores que ocuparam o cargo nos últimos oito anos. Também estão listados os atuais pré-candidatos à Presidência da República e a governos de Estados.

 

Detector de Corrupção 4

O governador Belivaldo Chagas (PSD) e os deputados federais Fábio Reis (MDB), Fábio Mitidieri (PSD), Valadares Filho (PSB) e Laércio Oliveira (PR) comemoraram ontem o lançamento do aplicativo e o fato de aparecerem como políticos livre de processos de corrupção ou improbidade administrativa.

 

Detector de Corrupção 5

"Sempre trabalhei de forma honesta. E, nesta semana, o lançamento do Detector de Corrupção confirmou mais uma vez a integridade da minha atuação", disse Fábio Mitidieri.

 

O substituto

A coluna tem informações de que os deputados estaduais Paulinho da Varzinhas (PSC) e Gustinho Ribeiro (SD) já têm substitutos para o caso de permanecerem inelegíveis nas eleições deste ano por conta das condenações no escândalo das verbas de subvenção da Asembleia Legislativa. O de Gustinho seria a irmã e o de Paulinho a mãe.

 

Insatisfação na oposição 1

Confiante que vai conseguir a elegibilidade, Gustinho continua trabalhando sua pré-candidatura a deputado federal. Já na oposição o deputado tem declarado que será o mais votado para a Câmara Federal, o que vem deixando alguns aliados do deputado federal André Moura (PSC) aborrecidos.

 

Insatisfação na oposição 2

Segundo uma fonte, entre os chateados o deputado estadual Antônio dos Santos (PSC) e o ex-deputado federal José Carlos Machado (PSDB). Revela ainda que André teria fechado o apoio dos prefeitos de Estância e Laranjeiras a Gustinho Ribeiro.

 

Fora da pauta

Ainda não entrou na pauta do TSE o julgamento dos processos dos deputados de Sergipe no caso das subvenções da Assembleia Legislativa. Na pauta do tribunal do próximo dia 8 de maio tem três processos de Sergipe, mas nenhum relacionado à subvenção.

 

Na pauta

Estão na pauta do dia 8 um recurso especial da ex-candidata a deputada estadual Jacira da Silva de Jesus relacionado a prestação de contas, cuja relatora é Rosa Weber; um do Solidariedade de Aracaju, também por prestação de contas, tendo como relator Admar Gonzaga; e um outro de Roberto Bispo por propaganda eleitoral antecipada, cujo relator é o ministro Jorge Mussi.

 

 Visita

O prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) retribuiu ontem a visita recente do governador Belivaldo Chagas (PSD) à prefeitura. Na oportunidade, Edvaldo agradeceu a parceria do governo com a PMA, parabenizou BC pelas ações positivas na gestão à frente do governo e tratou de interesses de Aracaju. Segundo o prefeito, ficou agendado para a próxima semana uma reunião entre a Secretarias da Saúde do Estado e de Aracaju visando encontrar uma maneira efetiva para diminuir as filas de marcação de exames e cirurgias.

 

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Na véspera do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador, o presidente Michel Temer anunciou em cadeia nacional de rádio e TV um reajuste de 5,55% para o Bolsa Família. Esqueceu de noticiar que um mês antes o  Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) retirou 392 mil famílias da lista de beneficiários do programa. Mais uma de Temer para querer enganar o povo brasileiro.

 

Curtas

O ex-governador Albano Franco (PSDB), que é membro da Academia Sergipana de Letras, lança no próximo dia 8 de maio o livro "Artigos Globais & Outros Textos Esparsos". Será às 17h, no Aquino´s Bar, na Asa Norte em Brasília.

 

Mesmo com o feriado de 1º de maio na terça-feira, muitos deputados e senadores viajaram para Brasília para sessão de ontem e hoje.  Muitos viajaram já na tarde do feriado.

 

O senador Valadares usou ontem a tribuna do Senado para reforçar sua posição contrária ao foro privilegiado, que estava sendo julgado nessa quarta-feira pelo STF. Para ele, o instrumento transformou-se em privilégio, que só aumenta a impunidade de ricos e poderosos.

 

O deputado federal Laércio Oliveira (PP) se manifestou ontem a favor do fim do foro privilegiado, "para que cada vez mais os legítimos representantes dos interesses da população sejam valorizados".

 

Também ontem o senador Eduardo Amorim (PSDB) usou a tribuna do Senado para criticar a educação em Sergipe nos últimos 10 anos e pediu valorização dos professores.

 

Desde o domingo, a Avenida Ivo do Prado, no centro de Aracaju, está completamente às escuras. A Energisa diz que a responsabilidade é da PMA.