Marcelly Morena ainda não se conforma com morte de Marielle Franco

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Publicada em 16/04/2018 às 06:04:00

 

A cantora Marcelly Morena, que trabalha com Karlos e se tornou a primeira passista trans da história Acadêmicos do Grande Rio ao desfilar no Carnaval deste ano, afirma não se conformar com a morte da vereadora Marielle Franco no dia 14 de março.
"Assim como 80% da população, penso que foi a maior covardia do mundo. Ela era uma mulher que lutava e brigava por direitos iguais, levantava a bandeira LGBT, falava sem medo de agir ou pensar. Só mandava papo reto, era querida, lutava pelos direitos humanos independente do que a pessoa fez, lutava pelas mulheres negras. Foi a maior sacanagem do mundo e a maior covardia o que fizeram com ela", lamenta Marcelly Morena.
"A Marielle defendia todo mundo, não só bandido como também polícia. Ela pensava em um direito de igualdade para todos. Estava querendo sempre o melhor e não defendia os bandidos, mas sim o direito que as pessoas têm. Afinal lei é lei", completa a funkeira da dupla Karlos & Marcelly Morena.

A cantora Marcelly Morena, que trabalha com Karlos e se tornou a primeira passista trans da história Acadêmicos do Grande Rio ao desfilar no Carnaval deste ano, afirma não se conformar com a morte da vereadora Marielle Franco no dia 14 de março.
"Assim como 80% da população, penso que foi a maior covardia do mundo. Ela era uma mulher que lutava e brigava por direitos iguais, levantava a bandeira LGBT, falava sem medo de agir ou pensar. Só mandava papo reto, era querida, lutava pelos direitos humanos independente do que a pessoa fez, lutava pelas mulheres negras. Foi a maior sacanagem do mundo e a maior covardia o que fizeram com ela", lamenta Marcelly Morena.
"A Marielle defendia todo mundo, não só bandido como também polícia. Ela pensava em um direito de igualdade para todos. Estava querendo sempre o melhor e não defendia os bandidos, mas sim o direito que as pessoas têm. Afinal lei é lei", completa a funkeira da dupla Karlos & Marcelly Morena.