Deve prevalecer o chapão

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O pré-candidato a governador Mendonça Prado (DEM) continua trabalhando visando fortalecer seu nome para as eleições deste ano, com visitas a municípios e encontros com lideranças políticas. Ontem se encontrou com o pré-candidato a Senador, Heleno Silva (P
O pré-candidato a governador Mendonça Prado (DEM) continua trabalhando visando fortalecer seu nome para as eleições deste ano, com visitas a municípios e encontros com lideranças políticas. Ontem se encontrou com o pré-candidato a Senador, Heleno Silva (P

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Publicada em 22/03/2018 às 23:45:00

 

O pleito deste ano em Sergipe deve mudar 
um pouco a sua característica com rela
ção aos anos anteriores. Deveremos ver poucas coligações com formação de chapinhas para deputado federal e deputado estadual, que acaba elegendo quem tem pouco voto e deixando de eleger quem tem mais voto.
As lideranças políticas que quase não se reelegeram em 2014 e, principalmente, as que não conseguiram se eleger por terem participado de chapinhas, preferem ver o diabo na frente que qualquer discussão sobre chapinhas.
O hoje deputado estadual Gilmar Carvalho é um deles. Em 2014 teve votos para se eleger, mas perdeu uma das 24 vagas na Assembleia por ter participado de chapinhas.
Ele obteve 18.817 votos enquanto o Padre Inaldo (PCdoB) se elegeu deputado com apenas 14.510 votos, "puxado" pela deputada estadual campeã de votos Silvia Fontes (PDT), que conquistou nas urnas 42.613. Naquele pleito, PCdoB e PDT integravam uma chapinha.
Gilmar, que ficou na 1º suplência da sua coligação, só virou deputado  em 2017 junto com Adelson Barreto Filho (19.128 votos) mediante o fato dos deputados Valmir Monteiro e Gilson Andrade terem sido eleitos prefeitos de Lagarto e Estância respectivamente em 2016.
Moritos Matos, tendo obtido apenas 8.324 votos, é hoje deputado estadual desde 2017 no lugar de Padre Inaldo, que foi eleito prefeito de Nossa Senhora do Socorro em 2016.
Escaldado, Gilmar é um dos que já avisou de que não participará mais de chapinhas, mas de chapão. Acha que deve ganhar quem tem mais voto e não quem tem menos voto.
Sabendo que muitos políticos têm o mesmo pensamento hoje de Gilmar, a coluna tem conhecimento que o ainda todo poderoso empresário Edivan Amorim já avisou aos aliados que nas eleições deste ano não haverá mais "chapinhas" de deputado federal e deputado estadual no seu agrupamento político, mas, apenas, chapão.
Edivan foi o mentor político em Sergipe de agregar ao seu agrupamento vários partidos nanicos para formação de chapinhas, visando eleger um maior número de parlamentares. Como muitos aliados que foram bem votados tiveram dificuldades de se eleger ou não conseguiram se eleger ficaram revoltados com a derrota e mudaram de postura, Amorim quer evitar que mais dissidências ocorram nas eleições deste ano no seu grupo quando o seu irmão Eduardo Amorim (PSDB) e o deputado federal André Moura (PSC) vão ser cabeça de chapa.
Na coligação da base governista, os grandes partidos não querem chapinhas, mas chapão. É o caso do MDB, quando os quatro deputados estaduais desejam a formação de chapão para a Assembleia como já está definido para deputado federal. Alguns até ameaçam deixar a legenda.
Já o PT prefere sair em uma chapa sozinho, que no chapão ou em chapinhas, por entender que sozinho o partido tem condições de eleger um maior número de deputado.
A conta é que o PT em 2014 teve votos para eleger três deputados, mas acabou elegendo apenas dois: Ana Lúcia (26.334) e Francisco Gualberto (25.405), ficando de fora Conceição Vieira (22.298). Por conta de chapinhas Conceição ficou de fora da Alese e foi eleito, por exemplo, o deputado Georgeo Passos (20.233), que obteve dói mil votos a menos que ela.
Trocando em miúdos, nas eleições deste ano quem acredita que será bem votado vai querer chapão e quem acha que não terá votos suficientes para garantir uma cadeira na Assembleia vai querer chapinha. Mas, no contexto geral, deve prevalecer o chapão, que é mais democrático, pois ganha a eleição quem tem voto e não por pegar carona no voto dos outros.
Vale ressaltar que as eleições deste ano serão as últimas com a permissão de chapinhas.

O pleito deste ano em Sergipe deve mudar  um pouco a sua característica com rela ção aos anos anteriores. Deveremos ver poucas coligações com formação de chapinhas para deputado federal e deputado estadual, que acaba elegendo quem tem pouco voto e deixando de eleger quem tem mais voto.
As lideranças políticas que quase não se reelegeram em 2014 e, principalmente, as que não conseguiram se eleger por terem participado de chapinhas, preferem ver o diabo na frente que qualquer discussão sobre chapinhas.
O hoje deputado estadual Gilmar Carvalho é um deles. Em 2014 teve votos para se eleger, mas perdeu uma das 24 vagas na Assembleia por ter participado de chapinhas.
Ele obteve 18.817 votos enquanto o Padre Inaldo (PCdoB) se elegeu deputado com apenas 14.510 votos, "puxado" pela deputada estadual campeã de votos Silvia Fontes (PDT), que conquistou nas urnas 42.613. Naquele pleito, PCdoB e PDT integravam uma chapinha.
Gilmar, que ficou na 1º suplência da sua coligação, só virou deputado  em 2017 junto com Adelson Barreto Filho (19.128 votos) mediante o fato dos deputados Valmir Monteiro e Gilson Andrade terem sido eleitos prefeitos de Lagarto e Estância respectivamente em 2016.
Moritos Matos, tendo obtido apenas 8.324 votos, é hoje deputado estadual desde 2017 no lugar de Padre Inaldo, que foi eleito prefeito de Nossa Senhora do Socorro em 2016.
Escaldado, Gilmar é um dos que já avisou de que não participará mais de chapinhas, mas de chapão. Acha que deve ganhar quem tem mais voto e não quem tem menos voto.
Sabendo que muitos políticos têm o mesmo pensamento hoje de Gilmar, a coluna tem conhecimento que o ainda todo poderoso empresário Edivan Amorim já avisou aos aliados que nas eleições deste ano não haverá mais "chapinhas" de deputado federal e deputado estadual no seu agrupamento político, mas, apenas, chapão.
Edivan foi o mentor político em Sergipe de agregar ao seu agrupamento vários partidos nanicos para formação de chapinhas, visando eleger um maior número de parlamentares. Como muitos aliados que foram bem votados tiveram dificuldades de se eleger ou não conseguiram se eleger ficaram revoltados com a derrota e mudaram de postura, Amorim quer evitar que mais dissidências ocorram nas eleições deste ano no seu grupo quando o seu irmão Eduardo Amorim (PSDB) e o deputado federal André Moura (PSC) vão ser cabeça de chapa.
Na coligação da base governista, os grandes partidos não querem chapinhas, mas chapão. É o caso do MDB, quando os quatro deputados estaduais desejam a formação de chapão para a Assembleia como já está definido para deputado federal. Alguns até ameaçam deixar a legenda.
Já o PT prefere sair em uma chapa sozinho, que no chapão ou em chapinhas, por entender que sozinho o partido tem condições de eleger um maior número de deputado.
A conta é que o PT em 2014 teve votos para eleger três deputados, mas acabou elegendo apenas dois: Ana Lúcia (26.334) e Francisco Gualberto (25.405), ficando de fora Conceição Vieira (22.298). Por conta de chapinhas Conceição ficou de fora da Alese e foi eleito, por exemplo, o deputado Georgeo Passos (20.233), que obteve dói mil votos a menos que ela.
Trocando em miúdos, nas eleições deste ano quem acredita que será bem votado vai querer chapão e quem acha que não terá votos suficientes para garantir uma cadeira na Assembleia vai querer chapinha. Mas, no contexto geral, deve prevalecer o chapão, que é mais democrático, pois ganha a eleição quem tem voto e não por pegar carona no voto dos outros.
Vale ressaltar que as eleições deste ano serão as últimas com a permissão de chapinhas.

 

Troca-troca 1

Além de Moritos Matos, que deixou o PROS para se filiar a REDE, os deputados estaduais Maria Mendonça e Capitão Samuel devem trocar de partido. Maria deve deixar o PP para ingressar no PSC ou PSDB e Capitão Samuel caminha para sair do PSL e se filiar ao PP.

 

Troca-troca 2

Pode haver ainda mudança de partido de alguns deputados do MDB, que ameaçam deixar a legenda e se filiar em outra se não tiverem a garantia de que haja chapão na eleição proporcional para deputado estadual. Para o deputado Garibaldi Mendonça será um "suicídio" permanecer no MDB se não for feito o chapão.

 

Troca-troca 3

Os deputados estaduais e federais têm até o dia 7 de abril pra trocarem de partido sem o risco de infidelidade partidária, se beneficiando, assim, da janela partidária que se fechará nesse dia.   

 

Com Belivaldo

Mesmo diante do assédio da oposição junto ao PDT para que o ex-prefeito Fábio Henrique (PDT/Nossa Senhora do Socorro) seja candidato a vice-governador, a deputada estadual pedetista Silvia Fontes defende que o seu partido permaneça na base governista e apoie a pré-candidatura de Belivaldo Chagas (MDB) ao governo. Com isso, Fábio mantém a posição de disputar mandato de deputado federal.

 

Mudança de equipe 1

A coluna tem informações de que a intenção de Belivaldo Chagas ao assumir o governo em 06 de abril, com a renúncia do governador Jackson Barreto para concorrer ao Senado, é mudar 70% do secretariado. Já teve mudanças na Inclusão Social e Agricultura, por desincompatibilização dos seus titulares. Também no dia 6 de abril vão estar vagas as Secretarias de Turismo e Casa Civil também pela desincompatibilização dos titulares.

 

Mudança de equipe 2

Além das mudanças de comando dessas quatro secretárias por desincompatibilização dos secretários para disputarem as eleições deste ano, é tido como certo que haverá mudanças também na Fazenda, Educação, Cultura, Governo e DER.

 

Ministro

O atual presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi (PP), assumirá na próxima semana o Ministério da Saúde, no lugar de Ricardo Barros, que será candidato nas próximas eleições. Com sua saída, o governo abre a vaga de presidente da Caixa e o PP continua pleiteando o cargo. Occhi é muito próximo a políticos e empresários sergipanos desde a época em que foi superintendente estadual da Caixa.

 

Desconforto

Nos bastidores, fala-se que Occhi estava sentindo-se desconfortável na presidência da Caixa, em função da interferência da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que vinha impedindo a formalização de empréstimos a Estados e municípios. Inclusive o Finisa contratado com o Estado de Sergipe, para a recuperação de estradas.

 

Mudanças na PM

O coronel Paulo Paiva é o novo sub-comandante geral da Polícia Militar de Sergipe. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado e, automaticamente, oito coronéis mais antigos foram para a reserva, inclusive o coronel Gravatá, que entrou em rota de colisão com o comandante geral da PM, Marcony Cabral, no caso do suposto desvio de combustíveis da Polícia Militar.

 

Na pauta do TSE 1

Na pauta da sessão do pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da próxima terça-feira, 27, não consta o julgamento de nenhum recurso dos deputados estaduais envolvidos no escândalo das subvenções da Assembleia Legislativa.

 

Na pauta do TSE 2

Está na pauta do TSE o julgamento de recursos financeiros de campanha a vereador de Admar Gonzaga (Pacatuba) e Rogério Freitas (Itaporanga d´Ájuda).    

 

Polêmica nas redes sociais

Causou muita polêmica ontem, nas redes sociais a decisão da maioria dos ministros  do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder uma liminar ao ex-presidente Lula que impede a prisão dele até o julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pelo ex-presidente à Corte. A decisão vale até o dia 4 de abril, quando a Corte deve voltar a julgar o habeas corpus apresentado por Lula. A polêmica foi provocada pelos partidários e contrários ao líder petista.

 

No Congresso em Foco 1

"Me deixa de fora desse seu mau sentimento, você é uma pessoa horrível, uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia." A frase do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, disparada na quarta (21) contra o também ministro Gilmar Mendes, entrou para os anais da corte como um dos momentos de maior tensão de toda a sua história. Mas, nas redes sociais, os disparos de Barroso aguçaram a criatividade do brasileiro. O ataque do ministro ao colega virou versos de música popular e até poema "recitado" pela cantora Maria Bethânia.

 

No Congresso em Foco 2

Comparações com brigas de rua, gritos enlouquecidos, olhares assustados e de incredulidade e até camiseta com a artilharia verbal de Barroso viralizaram em smartphones, computadores e tablets. Uma das expressões de maior criatividade foi um samba-canção, cujo autor não é identificado na gravação, que imortaliza todo o discurso de Barroso dirigido a Gilmar Mendes.

 

Veja essa...

De um adversário político do líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC): "André já prometeu 30 mil votos para federal para Antônio dos Santos, Bosco Costa, Valdevan 90, Machado e agora a filha dele também pode ser candidata. Isso dá 150 mil votos. Como dizem lá em Itabaiana, é voto que só o 'fio do Kansu'. Tá melhor que Luizão Danna Trumpi pé em baixo".

 

Curtas

Segundo o pré-candidato a governador Mendonça Prado (DEM), o partido está de portas abertas para ter o ex-deputado federal João Fontes (PPS) como pré-candidato a senador na sua chapa. "É um nome bom para o momento. Essa eleição será da bandeira de ideias", afirma.

 

Após 120 dias de licença para tratamento médico e particular, o senador Valadares reassume hoje o Senado. Nesse período foi substituído no Senado pelo suplente Elber Batalha.

 

Acontece hoje na Assembleia Legislativa a audiência pública contra o processo de desmonte e fechamento da Fafen. Será a partir das 9h, com a presença de parlamentares e trabalhadores do Sindipetro e Fafen.

 

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse  ontem que uma das possibilidades do apagão ocorrido quarta-feira (21), que atingiu todas as regiões do país, afetando principalmente estados do Norte e Nordeste, é que tenha se dado em razão de um erro de programação que derrubou uma linha de transmissão de Belo Monte. Absurdo!