Diagnóstico das eleições 2018

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Do pré-candidato do DEM ao ser questionado se acontecer de assumir o mandato de deputado federal - mediante uma eventual cassação do mandato, pelo TSE, do deputado federal Adelson Barreto (PR) no caso das subvenções da Assembleia Legislativa - se reavalia
Do pré-candidato do DEM ao ser questionado se acontecer de assumir o mandato de deputado federal - mediante uma eventual cassação do mandato, pelo TSE, do deputado federal Adelson Barreto (PR) no caso das subvenções da Assembleia Legislativa - se reavalia

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Publicada em 20/03/2018 às 01:04:00

 

Em conversa ontem com a coluna o pré-
candidato a governador Mendonça Pra
do (DEM) disse está convencido que nas eleições deste ano o eleitor vai fazer uma análise diferente. "O eleitor vai querer saber dos projetos, das mensagens. Nós vamos ter uma grande parte do eleitorado que vai se abster da votação. Será um numero exagerado. Acredito que em torno de 45% do eleitorado não vai votar", avalia.
Para ele, no país se criou uma aversão a política "Lamentavelmente isso é ruim, mas temos que trabalhar com essa realidade. Se criou uma aversão a política e o cenário está indicando que haverá um afastamento do eleitor da urna, o que é ruim, mas é uma realidade. Teremos ai 55% dos eleitores decidindo uma eleição e acho que metade vai seguir os líderes e metade vai votar para mudar tudo, para criar um sistema novo. Vai ser o voto do grito, do nó na garganta que vai guardar para soltar no dia da eleição".
Segundo Mendonça, o país vai ter uma eleição com o eleitorado participando de uma forma muito diferente, por ser mais rebelde, mais critico e com uma participação menor das grandes lideranças políticas. "Algumas por ausência e outras porque o tempo não esta dando mais as condições. No passado tínhamos João Alves, Albano Franco, Valadares, Jackson Barreto e Marcelo Déda. Agora teremos um eleitorado todo novo", frisa.
Ressalta que compõe uma geração que vai ter voto nesse pleito, principalmente se participar de uma candidatura majoritária, debatendo e discutindo com a população nas feiras livres e no comércio. "Isso vai permitir a disputa em pé igualdade a um cargo majoritário", avalia.
Reafirma que a eleição deste ano vai ter um diferencial. "Quem tiver problemas vai ter que se explicar na onda virtual. Tanto o candidato majoritário quanto o proporcional vai ter que enfrentar o problema no virtual, senão vai sucumbir por essa ferramenta".
Ainda na concepção de Mendonça, essa eleição será também diferente porque o "dinheiro não vai resolver". "Esqueça quem está pensando que vai ganhar por ter mais dinheiro. A eleição será surpreendente. Outra como essa somente daqui a 30 anos", afirmou, destacando que o pleito deste ano será o da bandeira das ideias.
No processo eleitoral, Mendonça Prado afirmou que vai focar nos seus projetos, sem se preocupar em fazer oposição aos seus opositores. "Ninguém nunca prestou atenção em uma coisa. Eu nunca futuquei ninguém. Isso é meu. As vezes as pessoas dizem: Mendonça é duro. Eu respondo duramente. Se dou uma entrevista forte é porque alguém mexeu comigo".

Em conversa ontem com a coluna o pré- candidato a governador Mendonça Pra do (DEM) disse está convencido que nas eleições deste ano o eleitor vai fazer uma análise diferente. "O eleitor vai querer saber dos projetos, das mensagens. Nós vamos ter uma grande parte do eleitorado que vai se abster da votação. Será um numero exagerado. Acredito que em torno de 45% do eleitorado não vai votar", avalia.
Para ele, no país se criou uma aversão a política "Lamentavelmente isso é ruim, mas temos que trabalhar com essa realidade. Se criou uma aversão a política e o cenário está indicando que haverá um afastamento do eleitor da urna, o que é ruim, mas é uma realidade. Teremos ai 55% dos eleitores decidindo uma eleição e acho que metade vai seguir os líderes e metade vai votar para mudar tudo, para criar um sistema novo. Vai ser o voto do grito, do nó na garganta que vai guardar para soltar no dia da eleição".
Segundo Mendonça, o país vai ter uma eleição com o eleitorado participando de uma forma muito diferente, por ser mais rebelde, mais critico e com uma participação menor das grandes lideranças políticas. "Algumas por ausência e outras porque o tempo não esta dando mais as condições. No passado tínhamos João Alves, Albano Franco, Valadares, Jackson Barreto e Marcelo Déda. Agora teremos um eleitorado todo novo", frisa.
Ressalta que compõe uma geração que vai ter voto nesse pleito, principalmente se participar de uma candidatura majoritária, debatendo e discutindo com a população nas feiras livres e no comércio. "Isso vai permitir a disputa em pé igualdade a um cargo majoritário", avalia.
Reafirma que a eleição deste ano vai ter um diferencial. "Quem tiver problemas vai ter que se explicar na onda virtual. Tanto o candidato majoritário quanto o proporcional vai ter que enfrentar o problema no virtual, senão vai sucumbir por essa ferramenta".
Ainda na concepção de Mendonça, essa eleição será também diferente porque o "dinheiro não vai resolver". "Esqueça quem está pensando que vai ganhar por ter mais dinheiro. A eleição será surpreendente. Outra como essa somente daqui a 30 anos", afirmou, destacando que o pleito deste ano será o da bandeira das ideias.
No processo eleitoral, Mendonça Prado afirmou que vai focar nos seus projetos, sem se preocupar em fazer oposição aos seus opositores. "Ninguém nunca prestou atenção em uma coisa. Eu nunca futuquei ninguém. Isso é meu. As vezes as pessoas dizem: Mendonça é duro. Eu respondo duramente. Se dou uma entrevista forte é porque alguém mexeu comigo".

 

Mantendo diálogo

O pré-candidato a governador Mendonça Prado (DEM) disse que vem conversando com o PMN, PV e abriu um diálogo com o PSB sobre as eleições deste ano e composições. Reconhece que economicamente é mais frágil que os outros pré-candidatos e por essa razão os outros terão maior facilidade de aglutinar.

 

Compasso de espera

"Terei paciência para deixar que os outros, se a gente não conseguir se organizar nesses diálogos, se organizem porque sabemos que não caberá todo mundo no processo, podendo haver afastamento e dispersão do lado de lá. Vamos ver o que é possível compor com esses que não foram aceitos, mas  também não estamos tão afoitos para fazer coligação não. Tenho exemplo da eleição [2008] que fui candidato a prefeito com apenas um partido aliado [PP] e chegamos em segundo lugar. Eles com grandes nomes e coligações e nomes".

 

Tranquilo sobre o DEM 1

De Mendonça sobre se checou em Brasília, junto à cúpula nacional do DEM, se estavam tentando tomar o comando do partido dele em Sergipe: "Não foi necessário. José Carlos Machado (PSDB) se pronunciou, de forma respeitosa, sobre isso. Achei que era suficiente, pois a decisão para que fosse presidente não foi uma questão minha. Foi um convite da senadora Maria do Carmo".

 

Tranquilo sobre o DEM 2

Prossegue Mendonça: "Como eu conheço bem o partido, quem manda nele em Sergipe lá em Brasília é Maria do Carmo, como quem manda na Bahia  é ACM Neto e em Pernambuco é Mendonça Filho. Ninguém vai mexer nesses lugares sem passar por essas pessoas. Só sairia do Democratas se a  senadora falasse que não dava mais para permanecer. Então eu trabalho com essa realidade, com o pé no chão. Estou bem com a senadora, sempre estive. Votei nela e em Jackson Barreto na eleição passada. Quem dá  segurança e o sustentáculo do nosso trabalho aqui pelo DEM é a senadora".

 

Na pauta do TSE 1

Está na pauta de hoje do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o julgamento de nove deputados estaduais e ex-deputados estaduais envolvidos no escândalo das subvenções da Assembleia Legislativa em 2014. Todos tinham direito a uma verba anual de R$ 1,5 milhão

 

 Na pauta do TSE 2

Serão julgados os recursos de cinco deputados condenados a cassação,  inelegibilidade por oito anos e multas,  pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pelo uso irregular das verbas de subvenção da Alese: Augusto Bezerra (PHS), Paulinho da Varzinhas (PTdoB), Venâncio Fonseca (PP), Zezinho Guimarães (MDB) e o deputado federal João Daniel (PT). Existe uma recomendação favorável do Ministério Público Eleitoral aos parlamentares Venâncio e Zezinho.

 

Na pauta do TSE 3

Ainda na pauta de julgamento desta terça-feira, os recursos de quatro deputados condenados apenas a pagamento de multa por conduta vedada, que é distribuição da verba da subvenção em ano eleitoral. São eles:  Francisco Gualberto - PT (multa de R$ 40 mil), Garibaldi Mendonça - MDB (R$ 40 mil), Luiz Mitidieri - PSD (R$ 40 mil) e Maria Mendonça - PP (R$ 95 mil).

 

Na pauta do TSE 4

Também na pauta do tribunal de hoje recursos de oito ex-deputados estaduais. Serão julgados os dos ex-parlamentares condenados a cassação do mandato, inelegibilidade de oito anos e multa: Zeca da Silva e Mundinho Vieira. E dos condenados apenas a pagamento de multa: Arnaldo Bispo (R$ 40 mil), Antônio Passos (R$ 40 mil), Conceição Vieira (R$ 40 mil), Zé Franco (R$ 40 mil), Gilson Andrade (R$ 95 mil) e Angélica Guimarães (R$ 40 mil).  

 

Nome do PT 1

O vice-presidente nacional do PT, Márcio Macêdo, reafirmou ontem que o nome discutido internamente pelo PT para compor a chapa majoritária é o de Rogério Carvalho.  Ressaltou que no caso da vice-prefeita Eliane Aquino desejar ser a indicada pelo partido, ela deve colocar isso dentro da sigla.

 

Nome do PT 2

"Sergipe inteiro sabe da minha relação de amizade e companheirismo com Eliane, mas se deseja participar, ela precisa colocar isso dentro do PT para um debate democrático, com todas as forças do partido, assim como foi feito com o nome de Rogério", ressaltou Márcio.

 

Relatório paralelo

Sem ter conseguido a relatoria da CPI do Lixo, como sonhava, o vereador Elber Batalha (PSB), disse que vai fazer um relatório paralelo. A relatoria da CPI ficou com o vereador Manuel Marcos e a presidência com o vereador Vinícius Porto (DEM). Elber é o único vereador da oposição que integra a comissão que vai investigar contratos da prefeitura com relação ao lixo.

 

Só em abril

O deputado federal André Moura (PSC) tem garantido aos aliados que no próximo dia 6 de abril anunciará a posição dele e do senador Eduardo Amorim (PSDB) na chapa majoritária da oposição. Sabe-se que Eduardo trabalha para o governo e André para o Senado. Agora é aguardar.

 

Veja essa...

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) entrou na tarde de ontem com representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra a desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, "em razão da prática de crime de ódio nas redes sociais contra a ativista e vereadora Marielle Franco, assassinada no dia 14 de março de 2018 no centro da cidade do Rio de Janeiro". A desembargadora havia dito que a parlamentes estava "engajada com bandidos".

 

...e essa

Assinam a peça pela ABJD Carol Proner, que é professora de Direito Internacional da UFRJ e o advogado e ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, o sergipano Cezar Britto.

 

Curtas

O pré-candidato a governador Belivaldo Chagas (PSB) esteve ontem em Malhador para a festa do Dia de São José. Participou da procissão em homenagem ao padroeiro do município, ao lado da prefeita Elayne, do ex-prefeito Dedé do Inhame, do deputado Estadual Capitão Samuel, do vice-prefeito Paulinho de Abelardo.

 

O pré-candidato a governador Valadares Filho (PSB) e o senador Valadares também foram a Malhador assistir a missa em homenagem ao padroeiro. Também foram a Pinhão conversar sobre as eleições com o ex-prefeito Eduardo Marques, os vereadores Gusto de Nelson, Bio, Saburica e Edson Gil, o ex-vereador Boi de Barro e lideranças políticas da região.

 

O provável pré-candidato a governador Eduardo Amorim (PSDB) também esteve em Malhador, assim como em Campo do Brito no Dia de São José, ao lado de amigos..

 

O prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) participou da Corrida Cidade de Aracaju no último dia 17, ao lado da primeira-dama Danusa Silva. Fez o percurso de 5km.

 

Com base em uma matéria veiculada no jornal "O Globo", o deputado estadual Gilmar Carvalho fez um alerta sobre a preocupação colocação de Sergipe, em relação aos demais estados do país nos gastos com a Previdência.

 

 Segundo o portal, Sergipe comprometeu 27,4% da receita corrente líquida no ano de 2017, com o regime de previdência pública dos servidores, a 5ª pior posição do país. A média dos três últimos anos é de 23,2%.