Banco do Nordeste financia instalação de painéis solares em escola infantil

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Publicada em 01/09/2017 às 00:34:00

Educação e inovação: palavras que se aliam. Lá de cima, podem ser vistas as placas solares que remodelam a estrutura do colégio. E, por isso, literalmente brilham na paisagem urbana de Ribeirópolis, a 75 quilômetros de Aracaju. No aniversário de 43 anos da escola, o empresário Max de Oliveira tomou uma decisão que mudaria o planejamento financeiro da empresa: investiu em energia solar.

Max já fez as contas. Em quatro anos, terá retorno no investimento e economia sem igual. Até o mês de julho, pagava em torno de R$ 850 pela energia elétrica. Agora, aguarda com expectativa a próxima fatura, depois da liberação para funcionamento pela concessionária.

O Banco do Nordeste financiou, por meio da linha FNE Sol, R$ 30,8 mil da aquisição e instalação do sistema fotovoltaico, que correspondem a 70% do investimento. Segundo estudos técnicos, a produção mensal atingirá 810 kilowatts, suficientes para mais de 90% do consumo médio do colégio de nome significativo: Paraíso Cultural. Ensina do infantil ao fundamental.

"É hora de inovar. Vamos inovar?" Assim Max relata a conversa que teve com a mãe, proprietária da escola fundada. "A maioria do empresariado tem medo de investir no novo, mas esse é o futuro. Não é só economia, é uma fonte de energia limpa. Sol a gente tem muito e por que não usar? Vi uma reportagem sobre o assunto e me interessei. Fiz cadastro no BNB e, no outro dia, o engenheiro já entrou em contato para mostrar como tudo funciona", explica o empresário.

Segundo o gerente da agência Itabaiana, Carlos Gastão, os efeitos positivos são numerosos. "Além da economia dos custos para manutenção da escola e da efetiva preservação ambiental, os estudantes são favorecidos com o exemplo. Cada um dos mais de 400 alunos pode ser um cidadão consciente do seu papel com o meio ambiente", declara o gestor.

De acordo com o superintendente do Banco do Nordeste, Saumíneo Nascimento, equipes das agências estão envidando esforços para o incrementar os financiamentos da aquisição de sistemas para micro e minigeração distribuída de energia por fontes renováveis, numa lógica de sustentabilidade ambiental, trabalhando a cultura do uso eficiente de energia.