Queixa de um aliado

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Publicada em 07/10/2016 às 11:01:00

 

Em conversa com a coluna um ali
ado do governador Jackson Bar
reto (PMDB) não poupou críticas a ele, mediante o resultado das eleições do último domingo em que o agrupamento não foi muito bem sucedido nas urnas. Assim como a forma como vem administrando o estado.
Na sua concepção, o governador escanteiou os amigos com votos que sempre foram leais e o apoiou. "Esses amigos estão subutilizados e sublocados na administração estadual em detrimento do seu grupo de 64, que comanda a administração pública, não tem voto nem representatividade", afirmou.
Prossegue o aliado: "Jackson prefere homenagear seus companheiros contra o golpe de 64, que engessaram o seu governo, tornando-o pesado, sem produtividade e sem ressonância com a população. Isso é lamentável, pois o governo, pelas dificuldades enfrentadas no estado, deixou de reagir às adversidades ouvindo aliados importantes, a base. Se fechou em copas e não teve condições de ter a percepção necessária da real necessidade da mudança de 360º na sua estrutura de governo, administrativa e política".
Ressalta que o que se viu nessas eleições foi o grupo do governador completamente esfacelado, dividido, sem um norte e sem comando. "O governador preferiu optar pelo cada um por si e Deus por todos. O resultado do interior mostra claramente uma derrota fragorosa do nosso agrupamento e um avanço considerável do grupo do senador Eduardo Amorim, que pode ainda conseguir uma derrota humilhante do candidato do governo na capital", avalia.
Lembra o que disse o agora ex-aliado deputado estadual Robson Viana (PEN) no ano passado: que ou Jackson revia a sua política ou podia ficar para a história como o pior governador da história do estado. "Se JB não tiver a coragem, a audácia e a predisposição de fazer mudança radical no seu governo, recompondo força e mudando urgentemente a política econômica do estado, poderá, já no próximo ano, perder a maioria na Assembleia Legislativa e, consequentemente, a governabilidade".
Na sua concepção, se Jackson não fizer as mudanças necessárias agora, começando pela Fazenda, e fazendo um governo mais político, as coisas vão piorar. "Jackson terá que praticar o desapego aos cargos e ao poder, repartir com as bases, chamar as lideranças, fazer a repactuação política agora e ter ajuda no novo governo. Se não fizer isso, a vaca vai para o brejo...".

Em conversa com a coluna um aliado do governador Jackson Barreto (PMDB) não poupou críticas a ele, mediante o resultado das eleições do último domingo em que o agrupamento não foi muito bem sucedido nas urnas. Assim como a forma como vem administrando o estado.

Na sua concepção, o governador escanteiou os amigos com votos que sempre foram leais e o apoiou. "Esses amigos estão subutilizados e sublocados na administração estadual em detrimento do seu grupo de 64, que comanda a administração pública, não tem voto nem representatividade", afirmou.

Prossegue o aliado: "Jackson prefere homenagear seus companheiros contra o golpe de 64, que engessaram o seu governo, tornando-o pesado, sem produtividade e sem ressonância com a população. Isso é lamentável, pois o governo, pelas dificuldades enfrentadas no estado, deixou de reagir às adversidades ouvindo aliados importantes, a base. Se fechou em copas e não teve condições de ter a percepção necessária da real necessidade da mudança de 360º na sua estrutura de governo, administrativa e política".

Ressalta que o que se viu nessas eleições foi o grupo do governador completamente esfacelado, dividido, sem um norte e sem comando. "O governador preferiu optar pelo cada um por si e Deus por todos. O resultado do interior mostra claramente uma derrota fragorosa do nosso agrupamento e um avanço considerável do grupo do senador Eduardo Amorim, que pode ainda conseguir uma derrota humilhante do candidato do governo na capital", avalia.

Lembra o que disse o agora ex-aliado deputado estadual Robson Viana (PEN) no ano passado: que ou Jackson revia a sua política ou podia ficar para a história como o pior governador da história do estado. "Se JB não tiver a coragem, a audácia e a predisposição de fazer mudança radical no seu governo, recompondo força e mudando urgentemente a política econômica do estado, poderá, já no próximo ano, perder a maioria na Assembleia Legislativa e, consequentemente, a governabilidade".

Na sua concepção, se Jackson não fizer as mudanças necessárias agora, começando pela Fazenda, e fazendo um governo mais político, as coisas vão piorar. "Jackson terá que praticar o desapego aos cargos e ao poder, repartir com as bases, chamar as lideranças, fazer a repactuação política agora e ter ajuda no novo governo. Se não fizer isso, a vaca vai para o brejo...".

 

Com 10 vereadores sendo impedidos pela justiça de exercer suas atividades parlamentares pelo envolvimento na Operação Indenizar-se (que investiga desvio de recursos das verbas indenizatórias da Câmara), ontem acabou não tendo sessão plenária por falta de quorum. No plenário da Câmara Municipal de Aracaju apenas os vereadores Iran Barbosa (PT), Lucas Aribé (PSB) e Dr. Gonzaga (PMDB). 

 

Só em 2017

A coluna tem informações que somente em janeiro do próximo ano o governador Jackson Barreto (PMDB) pretende fazer uma reforma administrativa, azeitar a máquina pública. Ele deseja mudar áreas estratégicas do governo. Têm aliados que defendem que as mudanças ocorram já, para que a administração pública comece 2017 já engrenada.

 

Começa a faxina

O governador já iniciou o processo de exoneração dos cargos que o agora ex-aliado, o deputado Robson Viana (PEN), tem no governo. Começou pela Segrase, quando já nomeou ontem o ex-secretário da Saúde, Zezinho Sobral, para responder pela presidência da empresa que era comandada pelo cunhado do parlamentar, o Márcio Barreto.

Passando a chuva

Zezinho deve ficar na Segrase até a reforma administrativa que o governo pretende fazer no início do próximo ano. Quando 2017 chegar, ele deve voltar ao primeiro escalão do governo, de onde saiu no começo do ano para tentar viabilizar sua candidatura a prefeito de Aracaju pelo PMDB, a pedido do próprio governador.  

 

O estopim

O rompimento político de Robson Viana com Jackson Barreto se deu anteontem pela manhã quando o deputado foi comunicar que apoiaria o candidato a prefeito Valadares Filho (PSB) no segundo turno. JB entendeu o apoio no primeiro turno ao prefeito João Alves Filho (DEM), mas não admitiu que apoiasse seus novos adversários políticos no segundo turno ao invés do seu candidato Edvaldo Nogueira (PCdoB). Diante disso, só restou a Robson entregar os cargos no governo.

 

Sinceridade

Segundo Robson, ele só quis ser sincero com o governador ao dizer que apoiaria Valadares Filho no segundo turno, como foi ao comunicar que votaria com João Alves no primeiro turno. Disse que como último ato de respeito ao governador falou da insatisfação de aliados com o governo, do que vem travando a sua administração e dos cargos que precisam ser substituídos.  

 

A história se repete

O rompimento político de Jackson Barreto com o senador Antônio Carlos Valadares (PSB) ocorreu nas eleições de 2014 pela mesma razão de apoio no segundo turno. JB entendeu que Valadares e o PSB apoiassem Marina Silva no primeiro turno das eleições presidenciais, mas não engoliu que no segundo turno eles ficassem com o tucano Aécio Neves ao invés da então presidente Dilma Rousseff. Agora o rompimento é com o deputado Robson Viana.

 

Novas adesões

Esta sexta-feira será de adesões ao candidato a prefeito Valadares Filho nesse segundo turno das eleições. Às 8h, o deputado federal Laércio Oliveira (SD) anuncia o seu apoio pessoal a VF, na sede do PSB. Às 10h, o PSDB de Aracaju oficializará apoio na sede do partido, durante entrevista coletiva à imprensa. Já às 11h, será a vez do PV oficializar apoio ao candidato socialista, na sede da legenda.

 

QG 

Segundo um dos coordenadores da campanha de Valadares Filho, o presidente estadual do PEN, deputado Robson Viana, já assumiu uma das coordenações da campanha e já instalou o seu quartel general pró-Valadares Filho. Ressalta que o clima é de euforia com a adesão de Robson.

 

Na moita

Revela ainda que hoje Valadares Filho tem 16 vereadores eleitos apoiando sua candidatura nesse segundo turno, sendo sete da sua coligação, sete da coligação de João Alves e dois da coligação de Edvaldo Nogueira. É camuflado o apoio desses dois vereadores. Enfatiza ainda que hoje são 178 candidatos a vereador no pleito de 02 de outubro apoiando VF. 

 

Em Brasília

O governador Jackson Barreto participa na próxima quinta-feira, 13, de reunião de todos os governadores. Na pauta, tentativa de elaborar uma proposta conjunta para o problema do déficit previdenciário dos estados.  A ideia é elaborar uma proposta conjunta a ser apresentada às Assembleias Legislativas. A reunião acontecerá na residência oficial do governo do Distrito Federal. O déficit do Governo do Estado com a previdência corresponde a R$ 100 milhões mensais.

De volta a Alese 1

Luciano Bispo (PMDB) deve reassumir na próxima terça-feira o seu mandato de deputado estadual e, consequentemente, a presidência da Assembleia Legislativa no decorrer da semana. É que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, assinou na terça-feira o deferimento do registro da sua candidatura, que já foi publicado ontem no Diário da Justiça do Tribunal Superior Eleitoral.

 

De volta a Alese 2

Agora só falta o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) notificar a Assembleia Legislativa da decisão do ministro Gilmar Mendes. Luciano passa o final de semana no Rio de Janeiro, onde acompanha a filha que fará vestibular na UFRJ. Ao reassumir a Alese, Conceição Vieira (PT) volta a condição de primeira suplente da coligação.

 

Teto de gastos

O deputado federal Fábio Mitidieri (PSD) vai votar favorável à PEC do Teto de Gastos, que limita o aumento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. Ressalta que votará a favor seguindo a orientação do seu partido, pois tem suas ressalvas com relação a essa proposta do governo Michel Temer, mesmo compreendendo o momento de dificuldade que o país atravessa.

 

Veja essa...

Levantamento do Congresso em Foco mostra que em todo o país, 145 candidatos mais votados para prefeito ainda não sabem se assumirão os cargos no dia 1º de janeiro. Com os registros indeferidos, eles concorreram graças a recursos apresentados à Justiça eleitoral e aguardam julgamento. Só então o resultado final nessas cidades será conhecido. De Sergipe, aguardam deferimento de registro de candidatura os mais votados para prefeito nos municípios de Arauá, Laranjeiras, Pirambu, Japaratuba e Carmópolis.

Curtas

Os candidatos a prefeito de Aracaju Valadares Filho (PSB) e Edvaldo Nogueira (PCdoB) voltam hoje às ruas nesse segundo turno das eleições.

 

Edvaldo Nogueira fará caminhada, às 18h30, em um dos bairros da capital. Às 8h, tomará café da manhã com vereadores, e às 11h, gravação de programa eleitoral.

 

Já às 17h, Valadares Filho participa de panfletagem na 13 de Julho, no semáforo da Francisco Porto, e às 18h de mini-carreata no Conjunto Augusto Franco.

 Juvêncio Oliveira (DEM), que esteve à frente da Secretaria Municipal da Articulação Política e das Relações Institucionais (SEAPRI), retorna à Câmara Municipal no próximo ano para exercer o seu terceiro mandato como vereador. 

 

Já está na Assembleia Legislativa projeto de lei do Poder Executivo que prevê negociação de dívidas relacionadas a ICM e ICMS, incluindo juros e multas geradas ate junho de 2016 para pagamento em até 120 meses.